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Publicado em: 29/01/2021

A pandemia do novo coronavírus não abalou só a saúde da população, mas também tem impactado o sonho de muitos brasileiros de conquistar a casa própria. Isso porque, o índice que mede o movimento dos custos de construções habitacionais, o INCC (Índice Nacional de Custo da Construção Civil) apresentou uma alta histórica, acumulando mais de 8,5% em 2020.

Em comparação com a inflação do ano, medida pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), o aumento no preço da categoria foi 90% superior ao aplicado nos outros produtos do mercado. Em 2019, o mesmo INCC fechou o ano em 4%.

Na venda de imóveis residenciais na planta, uma prática comum do mercado é a diluição do valor total em três momentos: na fase de construção; na entrega das chaves; e, posteriormente, o restante via financiamento bancário. Nesse caso, a alta da taxa funciona como uma cascata, atingindo todas estas fases do negócio.
Assim, um imóvel na planta com preço de R$ 350 mil, no cenário atual tem valor final de R$ 380 mil, uma diferença de quase 9%. Com as taxas nos níveis de 2019, esse mesmo imóvel custaria R$ 363 mil, uma diferença de R$ 17 mil entre os anos.

Tendo em vista que o mundo ainda vive sob a ameaça da Covid-19, especialistas afirmam que não há no horizonte uma certeza de quando essas taxas devem voltar aos níveis pré-pandêmicos. Conforme explica Rodger Campos, economista do DataZap, braço de inteligência imobiliária do Zap Imóveis, é importante que se feche negócio com construtoras e incorporadoras que flexibilizem os contratos.

“Contratos mais flexíveis, que puderem adotar outros índices, como o IPCA ou o Índice FipeZap, poderiam ser uma alternativa para a alta neste momento. Flexibilizar o indexador pode neutralizar os efeitos de choques externos sobre os preços dos imóveis e também uma alternativa mais próxima da realidade”, afirma. 
Ainda segundo ele, outra alternativa é pensar em imóveis prontos, pois já passaram pela fase de construção, então não sofrem alterações com base no INCC. Desta forma, tanto a empresa quanto o cliente evitam que índices altos recaiam sobre o valor final do imóvel.

Fonte: ABECIP
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