Nem sem,pre as coisas são aquilo que parecem. Nem sempre o caminho mais familiar, o mais aplainado, o com menor aresta para o pensamento é o caminho correto. Aquilo que é marcado pela obviedade e vem à tona como sendo a única possibilidade, não encontra essa condição nem na natureza nem na experiência da Humanidade.
Nem sempre aquilo que parece é, de fato, o que é.
Basta lembrar algo marcante no campo da natureza. O jornalista norte-americano H.L. Mencken (1880-1956), que, aliás, atravessou a primeira metade do século XX com uma série de frases satírica, dizia que “idealista é quem, notando que uma rosa cheira melhor do que um repolho, conclui que ela é também mais nutritiva”.
Olha como é perigoso contentar-se apenas com a aparência. Algumas coisas que exalam não só um perfume, mas uma sensação de conforto, não obrigatoriamente representam o melhor que a gente consegue e precisa.
Às vezes, também, há uma aparência de facilidade, em várias circunstâncias, que precisa ser deixada de lado.
Retomando este pensamento do Mencken, a rosa pode até ter um aroma melhor do que o do repolho, mas ela não é mais nutritiva do que ele, por isso, a facilidade não é o único caminho, nem sempre o prático é o certo.
Muitas vezes, o prático e o óbvio são apenas o prático e o óbvio, não obrigatoriamente o correto.
Por: Pensar Bem Viver Bem notícias da mídia Notícias pesquisadas em jornais e sites.