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Publicado em: 07/12/2020

Um dos principais motivos pelo qual as pessoas compram produtos de uma empresa é porque elas confiam naquela marca, a tal credibilidade. Mas os tempos mudaram e já não basta produzir e vender, é preciso muito mais.

Pesquisas apontam que 97% das pessoas esperam uma participação maior das empresas nos quesitos responsabilidade social e sustentabilidade. Responsabilidade social são ações e práticas que promovam o bem-estar dos públicos internos e externos. E a sustentabilidade diz respeito ao processo de produção, distribuição, venda e pós-vendas sem agressão ao meio ambiente.

Se alguém ainda acha trabalhosa e dispendiosa adotar tais critérios de gestão é porque ainda não computou os prejuízos decorrentes de uma imagem arranhada.

Temos vários exemplos de organizações que deixaram de fazer a lição de casa e têm sua imagem estampada nas telas, redes sociais, rádio e folhetins. Os fatos repercutem junto a bolsa de valores, acionistas, governos, entidades diversas e a sociedade como um todo.

Mas muitas organizações ainda se vêm numa encruzilhada sem saber quais passos dar para não tropeçar nas próprias pernas. A princípio, todas as empresas devem ter sua própria cartilha de gestão sobre práticas e ações para que todos na organização saibam o que fazer em cada situação distinta, preditiva e preventiva. Os problemas dessa natureza batem à porta e a empresa deve saber antever situações diferenciadas e agir preventivamente em cada uma delas.

Todos são responsáveis pela gestão da imagem da organização, pois a empresa é um ser vivo que atua de diversas maneiras perante a sociedade como um todo; já não basta pagar impostos, gerar empregos, produzir e vender produtos, é preciso ser maior, é preciso fazer mais.

Adotar políticas públicas de relacionamento com todos os públicos, ter empatia social com o entorno onde vive e atua, são condições para a manutenção das marcas e projeção de imagem para o presente e futuro.

Aqueles que não enxergarem tais obrigações como ofício do dia a dia, certamente terão problemas mais cedo ou mais tarde.

Por: Laercio Pimentel.

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