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Publicado em: 21/06/2020

O tema do próximo Fórum Mundial de Davos é o grande reset. Não é possível que a gente saia deste momento sem reflexões profundas. Precisamos ter cooperação entre as nações, um foco enorme no sistema de saúde no mundo, prioridades das grandes organizações multilaterais, como a ONU e a Unesco. Neste período de quarentena, em vez de ficar de férias na minha casa, transformei meu dia em uma experiência produtiva para mim, para a sociedade em que vivo e para minha família.

Nunca fiquei tanto com minha família, nunca tinha trabalhado ao lado de minha mulher. Estou com 62 anos, portanto tenho um estoque de tempo pela frente que, mesmo que seja bom, mesmo que eu viva mais 20 anos, não é o mesmo de quando eu tinha 20 anos. Preciso tornar esse tempo muito produtivo, com muito mais propósito do que eu tive em toda a minha vida. Esta tempestade em que estamos, como falamos, talvez leve o navio para um porto melhor e diferente, quando o navio estava navegando para lugar nenhum.

Ou muito possivelmente para a destruição. Algumas coisas estão claras para mim: não dá para ter um Estado pequeno. O que não pode ser é gordo, tem de estar em forma. E não sou eu quem está dizendo, é só ler o Martin Wolf no Financial Times. Esta crise derrubou pessoas, empresas e crenças. Os Estados Unidos, do alto de seu liberalismo, soltaram 1 trilhão de dólares em ajuda. Mudei meu pensamento. Então de liberal eu virei flex [risos].

A ministra Cármen Lúcia disse uma das grandes frases da quarentena: “Nós não estamos todos no mesmo barco, estamos na mesma tempestade. Tem gente que tem um barco e tem gente que não tem”.

Nós, os privilegiados, estamos em um barco nesta tempestade. Outros estão só com um colete. O maior problema do Brasil é o desemprego. E não se resolve o desemprego sem olhar para as pequenas e médias empresas.

Tenho feito lives à exaustão, uma por dia, falando o que se pode fazer pela pequena empresa.

Falo muito do digital porque acho que é um enabler, um facilitador. Imagine se a gente não tivesse o digital?

O pequeno empresário tem na mão a própria emissora de televisão, que se chama celular. E é preciso ter visão. Digamos que você tenha uma loja de rua. Não pense como uma loja, pense como uma rua. O que você e as outras lojas podem fazer? Sozinho não consegue fazer uma entrega, mas juntos vocês têm uma escala.

Nizan Guanaes
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Agência WebSide