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Publicado em: 20/06/2020

Certa vez, Lee Iacocca, que foi CEO da Chrysler e conhecido por salvar a empresa da falência no início dos anos 90, disse a seguinte frase: “o único modo de conseguir motivar as pessoas é se comunicar com elas”. Eu concordo muito com essa afirmação e acredito que ela é ainda mais importante em momentos incertos como o que estamos vivendo, quando as pessoas caminham para um “novo normal” que ainda está sendo desenhado.

Recentemente, durante o webinar do Insper, quando fui questionado sobre quais competências serão importantes no mundo pós-pandemia, a comunicação foi uma das primeiras que me veio à cabeça. Ela é um ponto sensível não só na nossa vida pessoal e profissional, mas também nos processos de uma organização. Inclusive, se você tiver a oportunidade de fazer comparações entre pesquisas corporativas de engajamento, vai notar que as avaliações mais baixas estão relacionadas aos fluxos de informação.

Muitas vezes, o que você diz pode ser compreendido de uma maneira diferente da que você quis transmitir. É uma bagunça que merece alinhamento porque, como lembrou Lee Iacocca, a comunicação adequada tem o poder de influenciar, liderar e engajar. Seja agora ou no “novo normal”, tudo o que uma equipe precisa é de transparência e direcionamentos claros para entender onde estão, para onde vão, como chegar ao destino e quais são os riscos e os ganhos do caminho.

No meu entender, é possível estimular a melhora da qualidade de comunicação dentro de uma organização ao eliminar a cultura do estereótipo, criar canais de diálogo, favorecer a interação e alinhar expectativas, como eu sugeri em outro artigo. A transparência se reflete diretamente no aumento da produtividade e na diminuição do retrabalho, gerando bons resultados e construindo relações.

É claro que apenas se comunicar bem no pós-pandemia não será suficiente para se destacar no mundo corporativo. É preciso considerar algo que tenho visto muito em prática neste período de distanciamento social: a empatia. Quando você se coloca no lugar do outro, fica mais fácil estabelecer laços de lealdade e parceria.

Outra habilidade muito importante é o comprometimento genuíno, com brilho no olho, sem se deixar abalar por instabilidades ou pressões externas. De acordo com a 12ª edição do Índice de Confiança Robert Half,, na opinião dos recrutadores, as habilidades que passam a ser mais valorizadas por conta da pandemia serão adaptabilidade, resiliência e flexibilidade.

Sei que não é fácil se manter 100% o tempo todo. Afinal, cada um está enfrentando a pandemia dentro de uma realidade diferente. Mas, vivendo um dia de cada vez, procure dar o seu melhor a cada novo expediente, zelando pela qualidade das suas entregas e sem descuidar da sua saúde emocional. Alguém sempre está de olho no nosso desempenho, seja dentro da sua empresa ou fora dela. Foque nisso!

Por Fernando Montovani
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