AECambuí | CDL
Associação Empresarial de Cambuí






QUEM SOMOS | SERVIÇOS | ASSOCIADOS | PROFISSIONAL AUTÔNOMO | EMERGÊNCIA CAMBUÍ | CONTATO
Ligue para AECambui » (35) 3431-3046
» Revista "O Empresário"
» Banco de Currículo
» Últimas Notícias
» A legislação e o empresário
» Auto-Ajuda
» Comportamento
» comunicação
» Conselhos Úteis
» Consultas Boa Vista SCPC
» Finanças ao seu alcance
» Jurisprudência
» Momento Empresarial
» Vida saudável
» Turismo
» Fotos da Cidade
» Fotos dos Cursos
» Memória Viva


VOLTAR
Últimas Notícias


Publicado em: 19/10/2019

Muitos estabelecimentos comerciais têm o hábito de tentar descontrair o potencial comprador, inclusive oferecendo música ambiente. Isso não é novidade para ninguém.

Mas o tipo de música que se ouve nesses lugares pode influenciar nas vendas.

Isso foi o que constatou uma equipe de pesquisadores liderada por Shan Feng, da William Paterson University. Em um experimento, grupos de pessoas que estavam tentando poupar dinheiro, ou economizar nas compras, foram expostas a duas situações distintas.


Em uma delas, a música ambiente era mais calma e clássica, proporcionando certo alívio e permitindo, em contrapartida, mais propensão a fazer cálculos matemáticos. Com isso, os participantes pensaram duas vezes antes de efetuar a compra.

Na outra situação, os participantes da pesquisa foram expostos a músicas mais agitadas e de ritmo rápido. O efeito foi o contrário, fazendo com que os participantes evitassem fazer cálculos matemáticos.


Analisando os resultados de maneira pragmática, os estabelecimentos comerciais podem capitalizar sobre a estratégia do tipo de música que oferecem em seu ambiente. Isso pode induzir os compradores a tentar comprar mais rapidamente sem uma análise racional apurada.

Por outro lado, não é todo cliente que se sente confortável em ambientes agitados e, com isso, antes mesmo de entrar no ambiente ou estabelecimento com música de ritmo mais acelerado ele pode desistir de tentar comprar.

Intuitivamente e talvez por costume, muitos estabelecimentos já fazem isso há anos. Mas é mais comum encontrar estabelecimentos comerciais com música agitada voltada aos jovens. Este é o estereótipo do setor.

O empreendedor do comércio tem buscado usar de todas as ferramentas estratégicas disponíveis para vender mais. E em momentos como o atual, em que o crescimento econômico do país está patinando, talvez caiba pensar em como usar o achado da pesquisa a seu favor.

A dica é não exagerar na dose, pois se o seu público cativo for de maioria que não gosta nem de entrar em estabelecimentos de música agitada, a estratégia pode ser desastrosa.

Já para o consumidor a dica é pensar que há (ou pode haver) uma estratégia deliberada do estabelecimento em relação à música ambiente.

Naturalmente, não será todo mundo que pensará nisso no ato de comprar, mas se uma simples lembrança acontecer, isso pode bloquear o efeito da música.

E você, como tem sido a sua atitude em ambientes com música ambiente? Já havia analisado sua reação, propensão ou tendência de evitar comprar dependendo do que está tocando no estabelecimento comercial? Cabe prestar atenção na sua próxima compra!

(José Dornelas)
AECambuí | CDL - Associação Empresarial de Cambuí
Agência WebSide