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Publicado em: 03/06/2019

Diariamente somos bombardeados por propagandas, anúncios até mesmo por influenciadores que estimulam e influenciam o grande consumo. As pessoas sentem necessidade de adquirir algo que não precisam, para atingir um ideal de imagem criado pela mídia.

Para adquirir tal status muitas pessoas se endividam, utilizando-se de meios que cobram altas taxas de juros, como cartão de crédito (o grande vilão), o limite do cheque especial (muitos acreditam que valor faz parte de seu salário), entre outros.

O grande problema é gastar mais do que se ganha, com isso as dividas crescem, perde-se o controle e a situação toma proporções preocupantes, como a perda crédito, as constantes cobranças por parte das empresas e a incerteza sobre o futuro.

Abaixo, algumas dicas para ajudar no equilíbrio das finanças pessoais:

• 1º passo: o mais importante é saber quanto se ganha, o valor líquido. Parece óbvio, mas nem sempre as pessoas têm essa informação, principalmente quando se trata de autônomos.

• 2º passo: listar as dívidas adquiridas, identificando os valores e juros respectivos.

• 3º passo: relacionar as despesas essenciais (como aluguel, água, energia, internet, transporte, alimentação, entre outros). Para que assim seja possível identificar um valor viável para quitar as pendências. Ao identificar o valor real de seus ganhos e abater as despesas essenciais, defina um valor para o pagamento das dívidas.

• 4º passo: é importante que uma parte do salário seja destinada a criar uma reserva de emergência (para possíveis imprevistos), um valor que possa suprir pelo menos 6 meses de suas despesas.

• 5º passo: faça uma revisão de seus gastos e verifique o que pode ser cortado (como assinaturas não utilizadas) ou reduzido, tarifas bancárias, anuidades de cartão de crédito (verificar a possibilidade de adquirir um cartão de crédito sem anuidade), plano de celular e internet.

Criar o hábito de guardar dinheiro é uma forma de pensar no futuro e em seus sonhos, por isso é importante se pagar primeiro. Não espere sobrar dinheiro para guardar, se pague e com que sobrar você se planeja para o mês.

Criar e definir metas de curto, médio e longo prazo ajuda no processo de guardar o dinheiro, quando o dinheiro tem um destino, um direcionamento, não é gasto sem um propósito especifico.

Uma dica importante é viver um degrau abaixo do seu padrão de vida, isso possibilita que se tenha certa tranqüilidade financeira e assim consiga poupar mais. Para isso não é necessário se desfazer do lazer, mas procurar formas mais baratas de se divertir, como passeios ao ar livre, assistir filmes com a família, investir na leitura, cozinhar receitas diferentes em casa.

É interessante encontrar um estilo de vida que auxilie na busca pelo equilíbrio financeiro, evitando o consumismo e os excessos que possam causar ansiedade e nos direcionar as compras. É fundamental investir em autoconhecimento e autocontrole e saber o que realmente importa para você, o que te faz bem e desperta seu interesse. “O importante é ser e não ter”.

(Aline Muriel)
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