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Publicado em: 13/04/2019

Algumas pessoas vieram me perguntar se eu tinha parado de escrever para o meu blog. Não parei, mas me desculpem, sei que isso é o que parece.

Eu só estou em um hiato enquanto escrevo um novo livro. Vou falar sobre isso em breve, e quero muito voltar às minhas postagens regulares. (Por enquanto, os podcasts diários continuam.)

Por hora, pensei que deveria aparecer e expressar algo que tem estado na minha mente. Vez ou outra, vejo posts oferecendo “Conselhos para o meu eu mais novo”, e também me perguntam isso em entrevistas de vez em quando.

Tenho ido à terapia por mais de dois anos, e um dos modelos que tenho explorado é o conceito de que uma versão mais nova de nós mesmos continua conosco mesmo quando envelhecemos. Essa versão mais nova precisa de cuidado, já que não pode se cuidar sozinha, e pode influenciar nossas decisões como adulto de todas as maneiras.

A questão que aprendi a me perguntar, quando estou enfrentando diversos problemas, é: “O que o Chris de 6 anos de idade estaria sentindo agora?” É uma prática interessante, pelo menos para alguém como eu, que não pensa assim naturalmente.

Se eu pudesse voltar no tempo para conversar com um Chris mais novo, no entanto, acho que não seria a versão com 6 anos de idade. Acho que seria alguma versão entre os 11 e os 14 anos. E eu só diria umas três coisas, além de “Coloque todo o seu dinheiro nesse negócio chamado Bitcoin quando ele aparecer.”

Essas três coisas seriam:

1. Vai ficar tudo bem.

É difícil de acreditar agora, mas é verdade.
Você está assustado na maior parte do tempo. Você não gosta de si mesmo e não vê um fim em situações que parecem impossíveis. Mas adivinha? Existe um fim para essas situações. E um dia você vai se sentir orgulhoso por ter passado por elas. Se você não acredita em mais nada, acredite nisso. Se acalme por mais um dia, exatamente como diz a música do Wilson Phillips que tem tocado no seu rádio o tempo todo.

2. Não deixe seu espírito rebelde morrer.

Ele existe por uma razão e vai ser útil pelas próximas décadas. Claro, em alguns momentos será melhor mantê-lo “controlado”. Mas, em muitas outras vezes, sua inclinação para procurar por alternativas, seguir por um outro caminho, ou mesmo só causar problema, será, de longe, a melhor escolha.

Portanto, quando estiver em dúvida, pense e aja para si mesmo. Não tenha medo de bater de frente com regras que não fazem sentido ou instituições que existem meramente para enriquecer a si mesmas. Se brincar, bata ainda mais forte.

Oh, and here’s some bonus advice, for twelve-year-old Chris and anyone else out there who identifies with him: try to worry less about what other people think of you. You’ll be much more successful, effective, and happier when you don’t.

3. Não se preocupe com as coisas em que você não é bom

Você nunca vai aprender matemática e vai ficar tudo bem. Você nunca vai adquirir muitas habilidade mecânicas e isso não importa.

Na verdade, quanto mais você tenta melhorar em coisas nas quais não tem nenhum interesse mas acha que deveria ser bom, mais frustrado você se torna. Tentar demais para ficar numa média banal não vai levá-lo até onde você quer ir.

Por outro lado, o que vai importar é que você se prenda logo ao que acredita, mantenha a fé nisso durante os tempos difíceis e encontre seu próprio caminho.

Se você focar no dom que tem, a sua habilidade de perseverar, e a sua qualidade de “nunca deixar ninguém de fora” que cultiva e zela, vai se tornar muito mais forte. Esse vai ser seu norte. E, claro, siga esses princípios onde quer que vá.

Ah, e aqui vai mais um conselho de bônus, para minha versão de 12 anos de idade e para qualquer um outro mundo a fora que se identifique com esse Chris: tente se preocupar menos com o que os outros pensam de você. Você vai ser muito mais bem-sucedido, eficiente e feliz quando não ligar para isso.

(Chris Guillebeau)
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