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Momento Empresarial



Publicado em: 26/12/2011

O estresse quando atinge alguém, o sensato é que a ele sejam dispensados cuidados imediatos. O estresse, muitas vezes é arrasador acaba com a pessoa. Tudo se altera, a capacidade de raciocínio, disposição e, sem contar que abre as portas para outras enfermidades, devido ao fato da resistência estar abalada. O humor também fica bem a desejar. Tudo é motivo para brigas e destemperos gratuitos. O estrago é realmente grande.
É normal, em muitas empresas, a incidência de afastamento do trabalho, por conta de estresse de colaboradores. Isso, quando é detectado e quando não é interpretado de outras formas pelos patrões e gerentes, como: insubordinação, corpo mole, e outras impropriedades do gênero.

Essa questão é complexa, principalmente quando se tenta encontrar os motivos causadores de estresse em uma empresa. Muitos são os pontos existentes em um ambiente de trabalho que, a médio e longo prazo, contribuem para este quadro e fazem com que a curva da produtividade entre em declínio.
A política interna de trabalho e o estilo de liderança utilizado são, na maioria das vezes, os maiores responsáveis por mazelas e aborrecimentos no grupo. O ambiente de trabalho aquém das necessidades mínimas de operacionalidade, a desproporção entre o volume de trabalho e a quantidade de funcionários, ausência de benefícios ( transporte, alimentação, etc.), contribuem também com a ocorrência de problemas de saúde e insatisfações entre o grupo de colaboradores.

É de responsabilidade de todo líder empresarial , seja o proprietário, diretor ou gerente, acompanhar sua empresa de forma ampla. Aos líderes cabe, avaliar desempenho, níveis de produtividade, vendas, enfim, resultados de ordem administrativa, mas, deles é exigida, sobretudo, a atenção rigorosa ao comportamento da equipe de modo geral, bem como, procurar se aproximar de seus comandados e, no mínimo ouvi-los. Refiro-me à velha, boa e necessária aplicação da comunicação. Com essas ações consegue-se prever eventuais conflitos e angustias do efetivo e, melhor ainda, resolvê-los de maneira eficaz.
Não canso de mencionar, em nossos artigos e também aos empresários com os quais tenho contato, que muitas vezes talentos são perdidos e remetidos aos concorrentes pelo simples fato de não tê-los compreendido e dado a atenção devida.

Muitas vezes, a mudança de comportamento de um colaborador é fruto da forma com a qual são tratados na empresa. A exigência de produtividade sem treinamentos, acompanhamentos e avaliações construtivas, também retrata um previsível estado de insegurança e despreparo de chefes e patrões, redundando também em fator de estresse para seus colaboradores. Atitudes indevidas como, chamar a atenção de funcionário na presença de colegas e clientes, além de clara demonstração de desconhecimento de técnicas gerenciais e de liderança, expressam a limitação de comando e somente produzem efeitos negativos, além de disseminar a falta de respeito e a insatisfação coletiva.

Esse tipo de comportamento faz com que o trabalho seja mais duro e penoso. Torna-se desgastante e o ambiente fica muito tenso. E é claro que assim, as chances de se encontrar colaboradores aborrecidos, sem prazer de trabalhar, desinteressados, são enormes e contagiantes.
É nessa hora que o estresse aparece e a pessoa fica completamente fora de combate. E não adianta colocar a culpa em trabalho duro, com algumas horas extras, pois, quando há satisfação e prazer, o trabalho é uma delícia e o corpo absorve com facilidade. O dia passa e o funcionário nem nota.
Mas quando se está insatisfeito e triste com a empresa, nem feriadão prolongado e férias dão jeito.

Portanto caros amigos, o correto é que façam uma sincera e honesta avaliação e, de ambas as partes, o diálogo franco e aberto, será a melhor solução e o caminho mais inteligente e profissional para dar inicio a um processo de melhoria no ambiente de trabalho.
Assim, irão terminar com a insatisfação e, consequentemente, com o estresse.



Luiz Antonio Farina Dias , Consultor Empresarial. Engenheiro, Economista. Pós Graduado em Gerência Empresarial pela FACESM. Pós Graduado em Qualidade e Produtividade pelo Departamento de Engenharia de Produção da UNIFEI. Mestre em Engenharia de Produção pela UNIFEI. Professor Universitário. Para falar com o autor, use o e-mail luizfarina@bol.com.br

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