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Jurisprudência



Publicado em: 26/03/2016

Uma advogada terá julgado em tribunal o processo que está movendo contra a faculdade de Direito na qual estudou. O motivo? Depois de passados três anos de sua aprovação no exame de ordem da Califórnia, Anna Alaburda não conseguiu encontrar emprego na área. O ponto alegado por ela é que a Escola de Direito Thomas Jefferson, que fica em San Diego, divulgou de forma tendenciosa informações sobre a quantidade de alunos que conseguiram empregos após a graduação. Essas informações teriam sido o motivo da escolha de Alaburda pela escola referida.

As estatísticas em questão foram divulgadas pela faculdade no site U.S. News and World Report, referência para estudantes que desejam comparar programas e currículos de diferentes universidades ou escolas especializadas. Quando Alaburda estava no processo de escolha da faculdade em que estudaria, em 2004, a Thomas Jefferson reportou que 80% de seus estudantes encontravam emprego em até nove meses após a graduação.

Anna Alaburda concluiu que essas estatísticas tratavam de empregos na área de Direito. Porém, a taxa referenciava todos os tipos de emprego, que exigissem ou não o exame de ordem, considerando até mesmo posições que nada têm a ver com a área legal. A advogada afirma que se soubesse que os números não correspondiam somente a empregos na área jurídica, não teria se matriculado na faculdade. Para estudar na Thomas Jefferson, Alaburda fez um empréstimo de US$100,00. Ela foi aprovada no exame de ordem já na primeira tentativa.


O processo contra a faculdade mencionada foi iniciado em 2011, três anos após Anna Alaburda se tornar advogada. Outros alunos também tentaram processar a faculdade, mas tiveram seus casos arquivados, segundo reportagem da CNN. Apenas agora, em 2016, o caso de Alaburda chegou ao tribunal. O julgamento teve início na última segunda-feira (21).

O juiz Joel Pressman, que permitiu que o processo fosse a julgamento, na Corte Superior da Califórnia em San Diego, afirmou, segundo mostram documentos do processo, que seria "razoável que alguém pensasse que as estatísticas tratavam de empregos na área jurídica, e não que eram informações irrelevantes para o contexto de uma formação em Direito".

E você, o que acha? A advogada está certa em processar a faculdade por esse motivo?


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