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Comportamento



Publicado em: 29/10/2015

O cérebro é responsável por todas as ligações de sentido e reações de nosso corpo. Lidar com dinheiro, assim, irá gerar algum tipo de consequência no seu sistema neurológico, conforme você recebe ofertas e se vê diante da oportunidade de ganhá-lo.

Kabir Sehgal, autor de Coined: The Rich Life of Money and How Its History Has Shaped Us ("[Moeda] Cunhada: a vida valiosa do dinheiro e como sua história nos moldou", em tradução livre, sem publicação no Brasil) compilou três estudos sobre a influência do dinheiro no cérebro humano em artigo da Business Harvard Review. Eles mostram como estímulos em partes específicas do órgão irão determinar possíveis resultados de investimentos e negociações. Confira:

O dinheiro aumenta sua atividade cerebral

Um estudo realizado nos Estados Unidos retrata como a atividade cerebral aumenta conforme pessoas são submetidas a negociações em que recebem propostas de dinheiro. Um núcleo responsável por emoções e sensação de recompensa é estimulado quando recebem a oferta. "Nada teve tanto efeito sobre as pessoas quanto o dinheiro — nem corpos nus ou cadáveres", disse Brian Knutson, um dos responsáveis pelo estudo. A pesquisa revela, ainda, que a mesma reação pode ser encontrada em viciados em cocaína.

Estímulos determinam por quais ações irá optar

O mesmo núcleo também é responsável por decisões sobre ações no mercado financeiro. Investir ou não irá depender de estímulos nessa parte do cérebro. Um estudo que escaneou a atividade cerebral de investidores, realizado pela Stanford Graduate School of Business, visava identificar porque eles correm tantos riscos, e constatou que os mais propensos a optarem por compras mais arriscadas eram aqueles cujo órgão recebia mais estímulo nessa parte.

O insulto pode fazê-lo desistir de uma oferta

Pesquisadores realizaram um experimento com 19 pessoas, no qual eles tinham de negociar um contrato. Em duplas, um deles era responsável por fazer uma oferta que, se negada, faria com que ambos perdessem o dinheiro.

A grande questão é que, embora pareça natural que toda oferta fosse aceita, já que pouco é melhor que nada, metade das negociações não deram certo, por recusa de alguns dos participantes. A explicação é que, ao receber uma proposta considerada injusta, o cérebro age de forma a acionar a mesma região resposável por dores, fome e ansiedade.


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