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Comportamento



Publicado em: 17/10/2015

É possível elevar os níveis de satisfação com a vida e quem afirma isso é a ciência. Pouco a pouco, novas e importantes evidências tiram do acaso o poder sobre a nossa felicidade. Confira algumas verdades libertadoras.

1. Boa parte da felicidade depende só de você.

Enquanto 50% da forma como vivenciamos a felicidade têm origem genética e 10% estão ligados ao ambiente, 40% dependem diretamente do estilo de vida que adotamos. Ou seja: das escolhas que fazemos. Se a saúde e a boa forma não foram suficientes para motivá-lo a adotar uma atividade física regular, faça isso por seu bem-estar emocional. Outra decisão acertada é garantir que na agenda haja tempo para a família, os amigos e o ócio.

2. Mais dinheiro não significa necessariamente mais felicidade.

A relação dinheiro x bem-estar existe. Contudo, uma vez satisfeitas as necessidades gerais - alimentação, moradia, segurança, saúde, conforto -, o capital parece ter pouco a contribuir com a reserva de felicidade. Uma pesquisa recente do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) mostrou que para 69% dos brasileiros de todas as classes sociais é mais importante ter tempo para a família que ganhar mais. E o que dizer dos ganhadores da loteria? Estudo das Universidades de Massachusetts e Northwestern, nos Estados Unidos, mostrou que um grupo de sortudos ganhadores e outro de paraplégicos experimentavam níveis de felicidade similares, passado um ano do fato que mudou suas vidas.

3.Seu cérebro é um scanner, sintonize-o no positivo.

A Mayo Clinic, um dos centros de pesquisa mais respeitados do mundo, tem investido pesado em investigações sobre felicidade. Sorte a nossa, que podemos ter acesso a evidências de que embora o cérebro humano tenha se mantido focado nas experiências negativas com o objetivo de sobreviver às ameaças, hoje podemos fazer a opção por ver o mundo por um prisma positivo. Após um período de exercícios específicos, o cérebro aprende a escolher a felicidade em detrimento do sofrimento.

4. Pessoas gratas são mais felizes.

O exercício da gratidão é capaz de oferecer benefícios físicos, sociais e emocionais. Dr. Robert Emmons, pesquisador e professor da Universidade da Califórnia, comprovou os efeitos positivos de sentir-se grato em diferentes estudos. Em um deles, verificou que o reconhecimento cotidiano de situações às quais somos gratos pode tornar-nos até 25% mais felizes. A gratidão reduz ainda uma série de emoções tóxicas, como a inveja, o ressentimento e o arrependimento. A propósito: reconhecer diariamente aspectos positivos é uma das ferramentas para que o cérebro passe a escanear a vida de maneira mais positiva.

5. Pessoas felizes vivem mais.

Os níveis de satisfação com a vida são proporcionalmente inversos aos níveis de estresse. E o estresse, entre outros, compromete a resposta do sistema imunológico. De acordo com uma ampla pesquisa da Universidade de Yale, nos Estados Unidos, ser otimista na meia idade pode somar bons 7,5 anos à expectativa de vida. Se os otimistas se estressam? Sim, claro. Contudo, são capazes de retomar rapidamente a um estado mental e físico positivo.

6. Felicidade é contagiante.

A positividade tem caráter ressonante - e isso também tem sido especulado e comprovado nos laboratórios. Pessoas que conseguem alcançar um estado de fluidez (flow) na vida são capazes de exercer importante influência em seus núcleos familiares e sociais. São capazes de contaminar com saúde suas relações.

7. Repense a forma como consome.

O consumismo pode funcionar como um supressor de felicidade, ao contrário do que muitos acreditam. Prefira experiências a bens materiais - viagens, por exemplo, são usualmente relacionadas a emoções positivas. E mais: experimentos científicos mostram que pessoas que gastam com os outros são mais felizes que aquelas para quem o dinheiro é exclusivamente para uso pessoal.É possível elevar os níveis de satisfação com a vida e quem afirma isso é a ciência. Pouco a pouco, novas e importantes evidências tiram do acaso o poder sobre a nossa felicidade. Confira algumas verdades libertadoras.(Carla Furtado)


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