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Finanças ao seu alcance



Publicado em: 28/02/2017

Planos não são garantia para um futuro financeiramente confortável. Em nossa cultura, o trabalhador se apoia na aposentadoria do INSS para chegar tranquilamente à terceira idade. E o erro começa aí, ao imaginar o conforto financeiro garantido pela previdência do governo.

Mesmo aqueles que conhecem a realidade das contas do Estado procuram meios pouco eficientes para construir um patrimônio que permita uma velhice sem apuros. Assim, da maneira que acontece hoje, as pessoas imaginam planejar a aposentadoria quando, na verdade, só procrastinam as medidas a serem tomadas.

Sabemos que, no Brasil, as regras mudam de acordo com a ideologia de quem ocupa o Planalto. Diante disso, o contribuinte não deveria se apoiar nas normas de aposentadoria do INSS, por mais atrativas que pareçam ser – afinal, a lei pode ser reformada ao sabor do governo em questão.

Com essas normas confusas, até mesmo quem trabalha há tempos com finanças está sujeito a erros. Tenho o exemplo de um economista experiente com 35 anos de contribuição como servidor público.

Após aumentar a contribuição para o máximo legal nos últimos 10 anos de trabalho, ele esperava receber 10 salários mínimos. Só que, mesmo cumprindo todas as exigências legais – uma burocracia bastante complicada –, ele não conseguiu receber mais de cinco salários de aposentadoria.

Portanto, você deve cuidar do seu futuro financeiro para não ter surpresas desagradáveis no momento em que se aposentar. É preciso assegurar ganhos para o seu sustento para quando você não puder ou mesmo não desejar mais trabalhar.

Para isso, você precisa seguir uma lógica de poupar, para acumular patrimônio significativo capaz de gerar uma renda maior do que suas expectativas de consumo; acumular conhecimento e outros diferenciais, que te deem mais qualificação no mercado de trabalho; e criar fontes de renda que não dependam de você, com negócios que funcionem sem demandar muito tempo e energia.

(Gustavo Cerbasi)


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