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Vida saudável



Publicado em: 16/11/2017

Os sete principais sinais do estresse são lábios rachados; ranger os dentes (bruxismo), manchas brancas nas unhas, prisão de ventre ou diarreia, sangramento na gengiva, espinhas ou sinais de alergia nos braços e nas coxas, infecções frequentes no trato respiratório principalmente depois de gripes e resfriados.

Nutrientes

Cada sintoma, segundo a especialista, corresponde a uma deficiência nutricional. Feridas e ressecamento dos lábios podem ser corrigidos com a reposição de vitamina B6, importante para a produção de neurotransmissores como a serotonina, a dopamina e a melatonina, responsáveis pela regulação do humor e do sono. Já a vitamina B5, muitas vezes referida como a vitamina anti-estresse, ajuda na reposição de hormônios adrenais e anticorpos, que respondem diretamente ao estresse.

A deficiência de cálcio e zinco são as principais responsáveis pelas manchas brancas nas unhas, que de fato indicam a perda de minerais. O zinco é importante para a imunidade e a produção de hormônios, incluindo a insulina. Além disso, níveis baixos de magnésio pode tornar o organismo propenso ao cansaço, ao estresse e à ansiedade, uma vez que ele está associado à saúde dos ossos, relaxamento dos músculos e do cérebro e à regulação do sistema nervoso entérico do intestino.

Outro nutriente importante contra o estresse é a vitamina C, antioxidante necessário para pelo menos 300 funções metabólicas no corpo. Além dos benefícios para o sistema imunológico – evitando o sangramento das gengivas, por exemplo –, a vitamina auxilia na produção de diversos hormônios anti-estresse.

Enquanto isso, os sintomas na pele, que indicam aumento da ceratose folicular (produção excessiva de queratina), podem estar associados a baixos níveis de vitamina E e de ômega-3. Infecções na pele e nas mucosas, que incluem o trato respiratório, gastrointestinal e urinário, também podem ser evitadas com a reposição de vitamina A.

Obesidade

Segundo um novo estudo da Universidade da Califórnia, San Francisco, nos Estados Unidos, mulheres que sofrem estresse devido a eventos traumáticos tem um risco maior de desenvolver obesidade do que aquelas que não se sentem estressadas.

“Sabemos que o estresse pode afetar o comportamento, fazendo com que as pessoas comam mais ou menos que o habitual, e a atividade neuro-hormonal, aumentando a produção de cortisol, que também está associado ao ganho de peso”, disse Michelle Albert, principal autora do estudo, ao jornal on-line britânico The Independent.


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