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Vida saudável



Publicado em: 03/10/2016

Quando uma criança nasce é essencial tomar uma série de precauções para que sejam identificadas qualquer possível deficiência na saúde. Os tradicionais testes do pezinho e da orelhinha já são realizados corriqueiramente nos hospitais.
Entretanto, a partir desta segunda-feira (3/10), a realização do teste da linguinha se torna obrigatória nas unidades médicas do Brasil.

Sancionada em 2014, a Lei n° 13.002/2014, exige que maternidades e hospitais de todo Brasil realizem a avaliação do frêmulo da língua dos bebês. O teste consegue identificar e indicar o tratamento precoce das limitações dos movimentos do órgão.

Entre as anomalias, a língua presa é uma das alterações mais comuns, porém muitas vezes ignorada. O quadro ocorre quando uma pequena porção de tecido, que deveria ter desaparecido durante o desenvolvimento do bebê na gestação, permanece na parte inferior da língua, limitando os movimentos que são: sugar, engolir, mastigar e falar.

Estes fatores podem causar dificuldades na amamentação, causando dores a mãe e consequentemente levando ao desmame precoce. Posteriormente, a mastigação, a fala e os diversos movimentos realizados pela língua podem sofrer complicações.

Uma pesquisa realizada pela Universidade de São Paulo, em 2013, mostra que a cada 10 mil crianças, cerca de 2 mil apresentavam alteração no frêmulo lingual. Este total supera as patologias encontradas pelo teste do pezinho e da orelhinha.

De acordo com o otorrinolaringologista, José Stenio Ponte, um fonoaudiólogo realizará avaliação nos recém-nascidos e classificará o grau de complicação. Após o procedimento, os bebês serão encaminhados a um profissional para receber atendimento quando for necessário.

"Quanto mais cedo for feito o tratamento, menores as chances do bebê ficar com sequelas", explica. O profissional relata que o tratamento é feito com procedimentos simples, como seções de musculatura na língua.


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