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Publicado em: 29/07/2015

Um novo estudo canadense publicado este mês na revista “Cyberpsychology, Behavior, and Social Networking” alerta que o uso frequente de redes sociais pode afetar de maneira significativa o bem-estar psicológico dos jovens.


A pesquisa conduzida pela Secretaria de Saúde Pública de Ottawa descobriu que os adolescentes que usam redes sociais durante duas ou mais horas por dia têm uma chance maior de apresentar uma saúde mental frágil, sofrimento psíquico e pensamentos suicidas.

Para realizar o estudo, os pesquisadores analisaram dados de 750 estudantes extraídos do Relatório sobre o Uso de Drogas e Saúde de Estudantes de Ontário, feito em 2013. Os alunos foram convidados a responder a perguntas sobre seus hábitos em redes sociais, sobre sua saúde mental e bem-estar psicológico. Desses alunos, 25% disseram que gastam pelo menos duas horas por dia em sites de redes sociais como Twitter, Instagram e Facebook.

Os pesquisadores chegaram à conclusão de que esses usuários estão mais propensos a apresentar uma saúde mental fraca e a relatar sofrimento psíquico (sintomas de ansiedade e depressão), pensamentos suicidas e a não terem suas necessidades de saúde mental satisfeitas.


Embora o estudo não prove uma relação de causalidade entre os dois comportamentos, é provável que a influência ocorra em ambos os sentidos. Adolescentes que já têm problemas com a saúde mental estão mais propensos a usar redes sociais com frequência. Ao mesmo tempo, o uso excessivo das mídia podem, ao longo do tempo, contribuir para uma saúde mental mais frágil.

“Pode ser que adolescentes com problemas mentais estejam buscando interações virtuais porque se sentem isolados e sozinhos”, avalia Hugues Sampasa-Kanyinga, o principal autor do estudo, em entrevista ao “The Huffington Post”. “Ou então eles querem encontrar lá um apoio à saúde mental”.

Para os estudiosos, a solução não é tirar os adolescentes da frente do computador ou do smartphone — até porque isso seria impossível. Eles sugerem que seria mais eficaz introduzir nessas plataformas mais recursos para manter a saúde mental dos jovens. Os funcionários da Secretaria de Saúde Pública de Ottawa também sugerem que os pais fiquem atentos aos hábitos de seus filhos na web e prestem atenção a possíveis indicadores de problemas.





Notícias da mídia Exercícios para fazer na cama ao acordar Quando o despertador toca de manhã sempre bate a preguiça de levantar da cama. Mais 10 minutos de soneca e você já está atrasada, não é? Ao longo do dia, o pescoço começa a doer, suas costas também e você já está na terceira xícara de café. Um jeito muito fácil de evitar todos esses problemas é manter uma pequena rotina de exercícios logo que você acorda. Respiração e alongamento ajudam a despertar e dar mais energia, sabia? "Estudos mostram que ao despertarmos pela manhã nossos músculos ficam 10% mais curtos e rígidos devido ao repouso prolongado da noite. O alongamento matinal é de grande importância, além de relaxar a musculatura e o corpo, previne dores que ao longo do dia podem ser sentidas", explica a fisioterapeuta e instrutora de pilates do Fit Body Pilates SPa&Estética, Mariana Novaes. São 6 exercícios bem simples que levam só 5 minutos: stretching 1. Deitada na cama retire seu travesseiro e alinhe bem sua coluna. Estique os braços e as pernas, de modo que seu corpo fique todo esticado. Entrelace suas mãos e estique-as para cima, fazendo uma tração na coluna. Repita esse movimento duas vezes por 20 segundos. 2. Deitada, dobre seus joelhos e leve em direção ao tronco, como se fosse abraçar as pernas. Mantenha por 20 segundos nessa posição e depois repita por mais uma vez. 3. Deitada, apoie seus pés na cama, flexione um pouco seu quadril e leve-o para o lado, deixando sua cabeça para o lado oposto do quadril. (Se levou o quadril para o lado direto, leve a cabeça para o lado esquerdo) Abra bem seus braços e relaxe. Faça dos dois lados, mantendo por 20 segundos na posição de alongamento e repetindo duas vezes. 4. Deitada, apoie os pés na cama unindo-os calcanhar com calcanhar e abra as pernas, fazendo a famosa posição da borboleta. Mantenha na postura de alongamento durante 20 segundos repetindo 2 vezes o movimento. 5. Sentada com o corpo ereto, pegue o braço direito e leve em direção a cabeça, puxando-a para o lado direito. Você irá sentir alongar a região do músculo trapézio e a região cervical do lado contralateral. Repita esse movimento por duas vezes mantendo por 20 segundos e repita no outro lado. 6. Todos os alongamentos devem ser associados a uma respiração lenta e profunda, inspirando o ar pelo nariz e expirando pela boca auxiliando o maior relaxamento muscular. A professora e proprietária da Personal Work, Adriane Lafemina explica como fazer o exercício: Deite com as pernas flexionadas, plantas dos pés na cama, mãos abaixo do umbigo e com a ponta dos dedos médios se tocando (se quiser junte os joelhos). Feche os olhos, inspire pelo nariz, sentindo o abdômen inchar: imagine um balão no abdômen, que se enche de ar na inspiração. Expire pelo nariz até o abdômen murchar completamente. Sinta que ao expirar o abdômen se contrai para dentro. Não force sua respiração, nem muito rápida, nem muito profunda, apenas observe seu ritmo. Experimente deixar sua expiração um pouco mais lenta que a inspiração! Faça o exercício de três a cinco minutos.

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