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Conselhos Úteis



Publicado em: 20/07/2015

Quero falar sobre um tema que vem preocupando praticamente todo mundo nesses últimos tempos, mas que tem um impacto especial sobre o pessoal um pouco mais “sênior”, que está chegando perto da tão falada aposentadoria: o desemprego.

Enfim, está começando a acontecer o óbvio. Nossa economia cresceu sem sustentação nesses últimos anos, apoiada em crédito fácil, conversa fiada e ufanismo barato, e agora a conta está chegando. Temos uma economia frágil, que não cresce, e o aumento do desemprego era só uma questão de tempo. Bem… o tempo passou e o desemprego chegou – e tudo indica que, daqui pra frente, só vai piorar.

Os profissionais na faixa de 40 a 60 anos são particularmente vulneráveis em situações de crise. Costumam ser pessoas que têm um nível salarial mais alto e, por serem mais experientes, já não caem nas mesmas mentiras que o pessoal mais jovem cai… Além disso, apesar de muito se falar na valorização do profissional mais velho, a regra geral ainda é uma postura preconceituosa das organizações em relação aos mais experientes.

Esse tipo de público precisa começar imediatamente (se é que já não o fez) a se preparar para um cenário desafiador. Em circunstâncias normais, muitos profissionais de meia idade começam a pensar numa “segunda carreira”, por não se sentirem preparados para a aposentadoria ou por se sentirem frustrados com a “primeira carreira”. Mas não é disto que quero falar aqui. Quero falar de uma situação em que a segunda carreira não é uma opção, e sim uma necessidade.

Antes, quero fazer a ressalva de que não sou um expert em planejamento de carreiras (aliás, quero muito saber o que o pessoal da área tem a dizer), mas, como é um assunto que tem enorme impacto nas finanças pessoais, então está dentro da minha “jurisdição”.

Algumas sugestões para começar essa preparação:

- Downgrade

Mesmo quando se trata de circunstâncias normais (e não um caso de crise), o mais comum é que a segunda carreira fique “abaixo” da primeira, nos quesitos dinheiro e prestígio. Por isso, é preciso se preparar para baixar o padrão de vida.

E, acredite, com algumas medidas de planejamento financeiro, é possível, sim, baixar o padrão de vida sem baixar a QUALIDADE de vida;

- Estudos

Falar da infinidade de coisas que podemos aprender hoje em dia, gratuitamente, na internet, é “chover no molhado”. Isso pode reduzir muito a distância em relação ao pessoal mais jovem, que saiu da escola recentemente.

Particularmente sou fã dos “MOOCs” (aqueles cursos online, geralmente gratuitos, feitos por grandes instituições de ensino).


- Usando o dinheiro a seu favor

Profissionais mais experientes costumam ter (ou pelo menos é o que se espera) uma situação financeira um pouco mais confortável que os mais jovens. Para alguns empregadores, uma postura mais serena (e não ser tão “desesperado” por dinheiro) pode ser uma vantagem.

- Usando as fraquezas da “geração Y” a seu favor

Hoje em dia, um dos esportes favoritos no mundo profissional é esculhambar a tal “geração Y”, dizendo que os profissionais mais jovens são egocêntricos, descomprometidos, emocionalmente frágeis e se acham a “última bolacha do pacote”.

Não cabe a este modesto blog fazer qualquer julgamento se isso tem ou não algum fundo de verdade, mas há uma forte visão negativa em relação à postura profissional dessa nova geração. Os profissionais mais experientes precisam identificar essas críticas feitas aos mais jovens para reforçarem seu próprio posicionamento, se oferecendo como “alternativas interessantes”.

- Considerando o caminho do empreendedorismo

Virar empreendedor é uma coisa tentadora, mas com muitos perigos. O problema de se lançar numa aventura empreendedorística em tempos de crise é que, se o plano falhar (e falha, na maioria das vezes), pode não haver um caminho alternativo.

Para a maioria das pessoas, o “plano B”, em caso de falha do projeto de empreendedorismo, é retornar ao mercado de trabalho. Mas e quando o mercado de trabalho está “fechado”?

A recomendação, para quem optar por essa via, é buscar negócios onde a necessidade de investimento financeiro seja a menor possível, como atividades de serviços profissionais, que demandam mais “tempo” e “trabalho” do que dinheiro.

Em tempos difíceis, se lançar em aventuras que podem comprometer a “poupança da família” é algo inaceitável, sob uma ótica do gerenciamento de riscos.

(André Massaro)


Notícias da mídia Exercícios para fazer na cama ao acordar Quando o despertador toca de manhã sempre bate a preguiça de levantar da cama. Mais 10 minutos de soneca e você já está atrasada, não é? Ao longo do dia, o pescoço começa a doer, suas costas também e você já está na terceira xícara de café. Um jeito muito fácil de evitar todos esses problemas é manter uma pequena rotina de exercícios logo que você acorda. Respiração e alongamento ajudam a despertar e dar mais energia, sabia? "Estudos mostram que ao despertarmos pela manhã nossos músculos ficam 10% mais curtos e rígidos devido ao repouso prolongado da noite. O alongamento matinal é de grande importância, além de relaxar a musculatura e o corpo, previne dores que ao longo do dia podem ser sentidas", explica a fisioterapeuta e instrutora de pilates do Fit Body Pilates SPa&Estética, Mariana Novaes. São 6 exercícios bem simples que levam só 5 minutos: stretching 1. Deitada na cama retire seu travesseiro e alinhe bem sua coluna. Estique os braços e as pernas, de modo que seu corpo fique todo esticado. Entrelace suas mãos e estique-as para cima, fazendo uma tração na coluna. Repita esse movimento duas vezes por 20 segundos. 2. Deitada, dobre seus joelhos e leve em direção ao tronco, como se fosse abraçar as pernas. Mantenha por 20 segundos nessa posição e depois repita por mais uma vez. 3. Deitada, apoie seus pés na cama, flexione um pouco seu quadril e leve-o para o lado, deixando sua cabeça para o lado oposto do quadril. (Se levou o quadril para o lado direto, leve a cabeça para o lado esquerdo) Abra bem seus braços e relaxe. Faça dos dois lados, mantendo por 20 segundos na posição de alongamento e repetindo duas vezes. 4. Deitada, apoie os pés na cama unindo-os calcanhar com calcanhar e abra as pernas, fazendo a famosa posição da borboleta. Mantenha na postura de alongamento durante 20 segundos repetindo 2 vezes o movimento. 5. Sentada com o corpo ereto, pegue o braço direito e leve em direção a cabeça, puxando-a para o lado direito. Você irá sentir alongar a região do músculo trapézio e a região cervical do lado contralateral. Repita esse movimento por duas vezes mantendo por 20 segundos e repita no outro lado. 6. Todos os alongamentos devem ser associados a uma respiração lenta e profunda, inspirando o ar pelo nariz e expirando pela boca auxiliando o maior relaxamento muscular. A professora e proprietária da Personal Work, Adriane Lafemina explica como fazer o exercício: Deite com as pernas flexionadas, plantas dos pés na cama, mãos abaixo do umbigo e com a ponta dos dedos médios se tocando (se quiser junte os joelhos). Feche os olhos, inspire pelo nariz, sentindo o abdômen inchar: imagine um balão no abdômen, que se enche de ar na inspiração. Expire pelo nariz até o abdômen murchar completamente. Sinta que ao expirar o abdômen se contrai para dentro. Não force sua respiração, nem muito rápida, nem muito profunda, apenas observe seu ritmo. Experimente deixar sua expiração um pouco mais lenta que a inspiração! Faça o exercício de três a cinco minutos.

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