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Conselhos Úteis



Publicado em: 06/06/2013

O gerente de produção aposentado Bob Ginsberg está preocupado por não saber logins e senhas das contas online que pertencem a seu parceiro e a seu irmão, além de eles também não conhecerem as suas. Aos 72 anos de idade, ele afirma que sua preocupação não é o Facebook ou o e-mail, mas sua vida financeira, que migrou para a internet, tornando os extratos em papel um anacronismo.

Quando as pessoas morrem sem revelar suas movimentações financeiras para ninguém, frequentemente não há papelada para que os herdeiros saibam da existência desse dinheiro. “Acho ótimo fazer tudo pela internet, mas se eu tiver que cuidar das contas do meu irmão ou do meu parceiro, não tenho todas as suas informações”, disse.

Em seu estudo anual de Riqueza e Valor, o US Trust afirmou que 45% das pessoas de alta renda não tinham organizado suas senhas e informações de contas digitais em um local onde seus herdeiros e inventariantes pudessem encontrar. Em uma era na qual poucas informações são guardadas em papel, cônjuges e filhos podem nem vir a saber da existência de determinadas contas. Pense em poupanças que só existem online, ou em uma conta de previdência que não tenha sido tocada em anos.

“Esse não é um problema que deva ser abordado apenas com a morte”, afirmou Chris Heilmann, executivo fiduciário chefe do US Trust. “Quando uma pessoa se torna incapaz, alguém geralmente recebe uma procuração plena e se responsabiliza legalmente por seus negócios. Entretanto, a procuração também precisa dar acesso a informações online e computadores, para que o responsável possa pagar as contas do dependente”.

Compartilhar a senha revelou-se muito mais difícil que dizer a seus entes queridos que tudo o que precisam saber está em um cofre no banco. Sendo assim, o que se pode fazer?

Sites que ajudam. Existem diversos sites que permitem que as pessoas coloquem suas informações de contas e senhas em “baús digitais”. Esses serviços prometem segurança e um local especial para diferentes áreas da vida online. As pessoas precisam salvar informações de conta e senhas, da mesma forma que devem visitar um advogado para escrever um testamento. E esse parece ser o problema.

Joel Feldman, fabricante de roupas aposentado, afirmou que tem testamento, mas não quer anotar logins e senhas e dá-los para o filho. Ele também não usa os serviços de um conselheiro financeiro, que saberia parte dessas informações.

Uma das razões pelas quais as pessoas evitam fazer a lista é que as senhas estão sempre mudando. Contudo, essa não parece ser a realidade de muitos aposentados. Feldman só tem duas ou três senhas diferentes, porque iria se esquecer se tivesse mais.

Kieran Clifford, vice-presidente aposentado da Lucent, teve a senha do seu e-mail roubada. O hacker encontrou um extrato da Fidelity, pegou o número da conta e enviou um e-mail ao contador de outra empresa pedindo para que ele transferisse US$ 250 mil para um banco de Hong Kong. Todas as senhas eram as mesmas – suas iniciais e data de nascimento.

Pessoas que não são extremamente organizadas e pragmáticas em relação ao planejamento de seu espólio – ou seja, a maioria – precisam estar à beira de uma crise para que um conselheiro as convença a fazer o que é preciso. É aí que as pessoas mais ricas têm uma vantagem: alguém que lide com os dados chatos com os quais poucos querem lidar.

Para os menos ricos, cujos filhos precisam das informações para cuidar dos pais, especialistas avisam que os filhos não podem usar as senhas para se conectarem às contas dos pais. Para que ajam de acordo com a lei – e para não serem acusados pelos parentes –, os responsáveis precisam de procurações concedidas quando os pais ainda estejam em vida, além de saber as regras para quando morrerem.


Notícias da mídia Exercícios para fazer na cama ao acordar Quando o despertador toca de manhã sempre bate a preguiça de levantar da cama. Mais 10 minutos de soneca e você já está atrasada, não é? Ao longo do dia, o pescoço começa a doer, suas costas também e você já está na terceira xícara de café. Um jeito muito fácil de evitar todos esses problemas é manter uma pequena rotina de exercícios logo que você acorda. Respiração e alongamento ajudam a despertar e dar mais energia, sabia? "Estudos mostram que ao despertarmos pela manhã nossos músculos ficam 10% mais curtos e rígidos devido ao repouso prolongado da noite. O alongamento matinal é de grande importância, além de relaxar a musculatura e o corpo, previne dores que ao longo do dia podem ser sentidas", explica a fisioterapeuta e instrutora de pilates do Fit Body Pilates SPa&Estética, Mariana Novaes. São 6 exercícios bem simples que levam só 5 minutos: stretching 1. Deitada na cama retire seu travesseiro e alinhe bem sua coluna. Estique os braços e as pernas, de modo que seu corpo fique todo esticado. Entrelace suas mãos e estique-as para cima, fazendo uma tração na coluna. Repita esse movimento duas vezes por 20 segundos. 2. Deitada, dobre seus joelhos e leve em direção ao tronco, como se fosse abraçar as pernas. Mantenha por 20 segundos nessa posição e depois repita por mais uma vez. 3. Deitada, apoie seus pés na cama, flexione um pouco seu quadril e leve-o para o lado, deixando sua cabeça para o lado oposto do quadril. (Se levou o quadril para o lado direto, leve a cabeça para o lado esquerdo) Abra bem seus braços e relaxe. Faça dos dois lados, mantendo por 20 segundos na posição de alongamento e repetindo duas vezes. 4. Deitada, apoie os pés na cama unindo-os calcanhar com calcanhar e abra as pernas, fazendo a famosa posição da borboleta. Mantenha na postura de alongamento durante 20 segundos repetindo 2 vezes o movimento. 5. Sentada com o corpo ereto, pegue o braço direito e leve em direção a cabeça, puxando-a para o lado direito. Você irá sentir alongar a região do músculo trapézio e a região cervical do lado contralateral. Repita esse movimento por duas vezes mantendo por 20 segundos e repita no outro lado. 6. Todos os alongamentos devem ser associados a uma respiração lenta e profunda, inspirando o ar pelo nariz e expirando pela boca auxiliando o maior relaxamento muscular. A professora e proprietária da Personal Work, Adriane Lafemina explica como fazer o exercício: Deite com as pernas flexionadas, plantas dos pés na cama, mãos abaixo do umbigo e com a ponta dos dedos médios se tocando (se quiser junte os joelhos). Feche os olhos, inspire pelo nariz, sentindo o abdômen inchar: imagine um balão no abdômen, que se enche de ar na inspiração. Expire pelo nariz até o abdômen murchar completamente. Sinta que ao expirar o abdômen se contrai para dentro. Não force sua respiração, nem muito rápida, nem muito profunda, apenas observe seu ritmo. Experimente deixar sua expiração um pouco mais lenta que a inspiração! Faça o exercício de três a cinco minutos.

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