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Publicado em: 25/02/2013

Uma nova pesquisa feita por cientistas americanos indicou uma relação entre consumo de ferro e TPM (tensão pré-menstrual).

Pesquisadores da Universidade de Massachusetts e de Harvard investigaram os hábitos alimentares de 3.000 mulheres. Aquelas que indicavam ter uma dieta rica em ferro eram entre 30% e 40% menos propensas a ter TPM do que aquelas que consumiam quantidades baixas.

O trabalho, que será publicado no "American Journal of Epidemiology", é um dos primeiros a analisar se o consumo de minerais na dieta está relacionado ao surgimento da TPM.

É preciso ressaltar, porém, que o estudo não teve intervenção. Os pesquisadores só observaram a dieta das participantes, e não intervieram. Atividades físicas, peso, fumo e outros fatores foram levados em consideração, no entanto.

As mulheres no estudo preencheram questionários sobre seus hábitos alimentares durante os dez anos. Após esse período, 1.057 delas foram diagnosticadas com TPM, enquanto 1.968 permaneceram livres do problema.

Ajustando a ingestão de cálcio e outros fatores, os pesquisadores então compararam a ingestão prévia de minerais indicada nos questionários. Eles compararam as quantidades entre as mulheres que não tinham pouco ou nenhum sintoma menstrua com as identificadas com TPM.

"Nós descobrimos que as mulheres que consumiram ferro de verduras e suplementos alimentares, ou seja, de fontes não ligadas diretamente à carne, tiveram entre 30% a 40% menos risco de desenvolver TPM do que aquelas que consumiram menores quantidades de ferro", disse a Elizabeth Bertone-Johnson, uma das autoras do estudo.

Por outro lado, mulheres que consumiam quantidades elevadas de potássio tiveram mais chances de ter sintomas da TPM, em comparação com as que tinham níveis baixos.

SEM EXAGEROS
A pesquisadora afirma que o nível de ferro identificado para o menor risco de desenvolver TPM é de 20 miligramas diários. Uma quantidade superior à atual recomendação diária de 18 miligramas para mulheres antes da menopausa.

A cientista alerta para os riscos do consumo excessivo.

"Como o consumo alto de ferro pode ter outros efeitos sobre a saúde, as mulheres devem evitar consumir mais do que os níveis toleráveis, a menos que haja uma recomendação diferente do médico", disse Bertone-Johnson.


Notícias da mídia Exercícios para fazer na cama ao acordar Quando o despertador toca de manhã sempre bate a preguiça de levantar da cama. Mais 10 minutos de soneca e você já está atrasada, não é? Ao longo do dia, o pescoço começa a doer, suas costas também e você já está na terceira xícara de café. Um jeito muito fácil de evitar todos esses problemas é manter uma pequena rotina de exercícios logo que você acorda. Respiração e alongamento ajudam a despertar e dar mais energia, sabia? "Estudos mostram que ao despertarmos pela manhã nossos músculos ficam 10% mais curtos e rígidos devido ao repouso prolongado da noite. O alongamento matinal é de grande importância, além de relaxar a musculatura e o corpo, previne dores que ao longo do dia podem ser sentidas", explica a fisioterapeuta e instrutora de pilates do Fit Body Pilates SPa&Estética, Mariana Novaes. São 6 exercícios bem simples que levam só 5 minutos: stretching 1. Deitada na cama retire seu travesseiro e alinhe bem sua coluna. Estique os braços e as pernas, de modo que seu corpo fique todo esticado. Entrelace suas mãos e estique-as para cima, fazendo uma tração na coluna. Repita esse movimento duas vezes por 20 segundos. 2. Deitada, dobre seus joelhos e leve em direção ao tronco, como se fosse abraçar as pernas. Mantenha por 20 segundos nessa posição e depois repita por mais uma vez. 3. Deitada, apoie seus pés na cama, flexione um pouco seu quadril e leve-o para o lado, deixando sua cabeça para o lado oposto do quadril. (Se levou o quadril para o lado direto, leve a cabeça para o lado esquerdo) Abra bem seus braços e relaxe. Faça dos dois lados, mantendo por 20 segundos na posição de alongamento e repetindo duas vezes. 4. Deitada, apoie os pés na cama unindo-os calcanhar com calcanhar e abra as pernas, fazendo a famosa posição da borboleta. Mantenha na postura de alongamento durante 20 segundos repetindo 2 vezes o movimento. 5. Sentada com o corpo ereto, pegue o braço direito e leve em direção a cabeça, puxando-a para o lado direito. Você irá sentir alongar a região do músculo trapézio e a região cervical do lado contralateral. Repita esse movimento por duas vezes mantendo por 20 segundos e repita no outro lado. 6. Todos os alongamentos devem ser associados a uma respiração lenta e profunda, inspirando o ar pelo nariz e expirando pela boca auxiliando o maior relaxamento muscular. A professora e proprietária da Personal Work, Adriane Lafemina explica como fazer o exercício: Deite com as pernas flexionadas, plantas dos pés na cama, mãos abaixo do umbigo e com a ponta dos dedos médios se tocando (se quiser junte os joelhos). Feche os olhos, inspire pelo nariz, sentindo o abdômen inchar: imagine um balão no abdômen, que se enche de ar na inspiração. Expire pelo nariz até o abdômen murchar completamente. Sinta que ao expirar o abdômen se contrai para dentro. Não force sua respiração, nem muito rápida, nem muito profunda, apenas observe seu ritmo. Experimente deixar sua expiração um pouco mais lenta que a inspiração! Faça o exercício de três a cinco minutos.

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