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Conselhos Úteis



Publicado em: 14/12/2012

Nós sabemos que vinho não é fácil de entender. A variedade é gigantesca, os rituais para degustação são intimidantes e as regras de harmonização muitas vezes passam batidas pelos menos experientes.

Entretanto, mesmo com toda a ajuda do mundo, todos cometem erros, seja você iniciante ou mais entendido, o que é apenas natural quando se trata de uma bebida tão complexa quanto o vinho. Mas quais são os erros mais comuns que você pode cometer e como evitá-los? Confira abaixo nossas dicas.

1- Não confunda vinho estragado com vinho ruim

Vinho estragado, “rolhado” ou simplesmente com defeito, como preferir chamar, não é algo muito comum, mas acontece. Nem sempre é possível perceber o problema na hora de comprar a garrafa e só notamos que algo não está certo quando vamos beber. O grande problema é que muita gente não consegue diferenciar o gosto de um vinho estragado do gosto de um vinho de baixa qualidade, e acaba confundindo as coisas.

Na hora de abrir, o primeiro sinal de que o vinho pode estar estragado é o estado da rolha. Se ela estiver amolecida, desmanchando fácil ou saltada para fora, é sinal de que o vinho provavelmente já foi para o espaço, pois o ar entrou na garrafa há tempos e causou oxidação. Tons de tijolo em vinhos tinto e marrom em vinhos brancos geralmente indicam que a bebida já passou do ponto. No paladar, se você identificar maravilhosas notas de mofo ou um amargor acentuado, desconfie.

Acima de tudo, o importante é se informar. Se tiver essa experiência com um vinho novo recomendado por um amigo e que não agradou, tenha certeza de que o vinho realmente está bom para o consumo. Às vezes você pode até criar uma imagem negativa de um ótimo vinho porque teve o azar de, na primeira tentativa, pegar uma garrafa defeituosa.

2 – Cuidado para não gelar o vinho demais

Cuidado para não servir o vinho gelado demais, principalmente os tintos que, quanto mais gelados, mais escondem suas características e todo o sabor e aromas acabam se perdendo. Nos rosés, espumantes e brancos, a preocupação é ligeiramente menor, pois têm características mais acentuadas e as temperaturas mais baixas ajudam a impedir que fiquem intensas demais. Sem contar o frescor que proporcionam. Quer uma colinha? Aqui vai:

Espumantes Brut: 6°-8°C
Espumantes doces: 7°-8°C
Brancos suaves e doces: 8°-9°C
Brancos secos: 10°-12°C
Rosados: 12°-14°C
Tintos jovens, aromáticos, com pouca tanicidade: 14°-16°C
Tintos envelhecidos, macios: 18°C
Tintos com muita tanicidade: 18°-20°C

3 – Não encha a taça

Um dos erros mais comuns de quem não está acostumado a beber vinho é querer encher logo a taça. Em primeiro lugar, uma taça cheia de vinho vai deixá-lo meio fora de si rapidinho. Em segundo lugar, e mais importante, o vinho é uma bebida que precisa de espaço na taça para liberar suas características. Não é apenas por exibicionismo que as pessoas giram a bebida na taça. Esse ritual é essencial para fazer com que as notas se desprendam e o vinho mostre realmente a que veio. Vai tentar girar com a taça cheia...

4 – Só arrisque com vinhos mais caros depois que desenvolver o paladar

É uma lenda bastante conhecida a crença de que vinho caro é melhor do que vinho barato. Apesar de haver sim um fundo de verdade, esta afirmação está longe de ser uma verdade absoluta, pois o preço do vinho, como qualquer outro produto, é influenciado por diversos fatores que nada têm a ver com qualidade. Além disso, há outra questão a ser considerada: se o seu paladar ainda não está muito desenvolvido, os vinhos mais caros e mais complexos com certeza não irão agradá-lo.

O gosto apurado para a bebida não surge espontaneamente na primeira garrafa. É preciso um aprendizado, que geralmente começa com as opções mais baratas, simples e adocicadas. Com o tempo e novas experiências, seu paladar vai sendo aprimorado e você aprende a apreciar vinhos com características mais complexas e a identificar com mais precisão as especificidades de cada um.

5 – Pesquise antes de comprar

Esse provavelmente é o campeão dos erros que as pessoas cometem. Já falamos que vinho é uma bebida extremamente complexa. A falta de informação é o pior inimigo do consumidor e um dos principais motivos para o vinho ainda ser tão pouco consumido no Brasil. Isso não quer dizer que não existam soluções bem eficazes disponíveis, principalmente na internet. A WineTag, por exemplo, é uma das principais referências neste sentido, auxiliando o consumidor na hora de procurar informações sobre um determinado vinho, pesquisar dicas de harmonização ou descobrir o que outras pessoas têm a dizer sobre os rótulos.

A internet hoje nos proporciona boas fontes de informação para minimizar o risco de uma compra errada. Então, antes de ir à loja, pesquise um pouco, use o poder que a internet lhe dá. Com smartphone a coisa fica ainda mais fácil e você pode pesquisar quando estiver na própria loja ou restaurante. Acima de tudo, nunca compre um vinho baseado apenas no rótulo, a não ser que você esteja completamente preparado para arcar com as consequências.

6 – Falta de cuidado na hora de abrir o vinho

Parece muito simples quando observamos outra pessoa tirando a rolha de uma garrafa, mas quem nunca fez um estrago na cortiça numa tentativa mal sucedida de abrir um vinho? Muita gente subestima o cuidado que precisamos ter nessa hora e acaba dificultando ainda mais o processo. Utilize um saca-rolha adequado, que permita uma saída macia. Tenha calma, faça a pressão necessária, sem forçar demais para não desmanchar a cortiça, e tente furar bem no centro para facilitar.

Todos nós cometemos erros, e com vinho a coisa não é diferente. Por isso, a maior dica que podemos dar é que não tenham medo ou vergonha de perguntar e se informar, seja buscando na internet ou perguntando a alguém mais entendido. E vocês? Já cometeram algum erro na hora de comprar ou servir um vinho? Que outras dicas vocês dariam para os menos experientes?


Notícias da mídia Exercícios para fazer na cama ao acordar Quando o despertador toca de manhã sempre bate a preguiça de levantar da cama. Mais 10 minutos de soneca e você já está atrasada, não é? Ao longo do dia, o pescoço começa a doer, suas costas também e você já está na terceira xícara de café. Um jeito muito fácil de evitar todos esses problemas é manter uma pequena rotina de exercícios logo que você acorda. Respiração e alongamento ajudam a despertar e dar mais energia, sabia? "Estudos mostram que ao despertarmos pela manhã nossos músculos ficam 10% mais curtos e rígidos devido ao repouso prolongado da noite. O alongamento matinal é de grande importância, além de relaxar a musculatura e o corpo, previne dores que ao longo do dia podem ser sentidas", explica a fisioterapeuta e instrutora de pilates do Fit Body Pilates SPa&Estética, Mariana Novaes. São 6 exercícios bem simples que levam só 5 minutos: stretching 1. Deitada na cama retire seu travesseiro e alinhe bem sua coluna. Estique os braços e as pernas, de modo que seu corpo fique todo esticado. Entrelace suas mãos e estique-as para cima, fazendo uma tração na coluna. Repita esse movimento duas vezes por 20 segundos. 2. Deitada, dobre seus joelhos e leve em direção ao tronco, como se fosse abraçar as pernas. Mantenha por 20 segundos nessa posição e depois repita por mais uma vez. 3. Deitada, apoie seus pés na cama, flexione um pouco seu quadril e leve-o para o lado, deixando sua cabeça para o lado oposto do quadril. (Se levou o quadril para o lado direto, leve a cabeça para o lado esquerdo) Abra bem seus braços e relaxe. Faça dos dois lados, mantendo por 20 segundos na posição de alongamento e repetindo duas vezes. 4. Deitada, apoie os pés na cama unindo-os calcanhar com calcanhar e abra as pernas, fazendo a famosa posição da borboleta. Mantenha na postura de alongamento durante 20 segundos repetindo 2 vezes o movimento. 5. Sentada com o corpo ereto, pegue o braço direito e leve em direção a cabeça, puxando-a para o lado direito. Você irá sentir alongar a região do músculo trapézio e a região cervical do lado contralateral. Repita esse movimento por duas vezes mantendo por 20 segundos e repita no outro lado. 6. Todos os alongamentos devem ser associados a uma respiração lenta e profunda, inspirando o ar pelo nariz e expirando pela boca auxiliando o maior relaxamento muscular. A professora e proprietária da Personal Work, Adriane Lafemina explica como fazer o exercício: Deite com as pernas flexionadas, plantas dos pés na cama, mãos abaixo do umbigo e com a ponta dos dedos médios se tocando (se quiser junte os joelhos). Feche os olhos, inspire pelo nariz, sentindo o abdômen inchar: imagine um balão no abdômen, que se enche de ar na inspiração. Expire pelo nariz até o abdômen murchar completamente. Sinta que ao expirar o abdômen se contrai para dentro. Não force sua respiração, nem muito rápida, nem muito profunda, apenas observe seu ritmo. Experimente deixar sua expiração um pouco mais lenta que a inspiração! Faça o exercício de três a cinco minutos.

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