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Publicado em: 21/06/2012

Embora seja uma doença identificada desde o início do século passado (1906) pelo médico alemão Alois Alzheimer, ainda tem suas causas indefinidas e não há cura identificada. No entanto, alguns fatores de riscos já são grandemente reconhecidos. Entre eles, a pressão arterial elevada (hipertensão), a doença arterial coronariana, o diabetes, e possivelmente, os elevados índices de colesterol no sangue.

A doença de Alzheimer (AD) afeta diretamente o cérebro e age de forma lenta, porém progressiva diminuindo a memória e criando distúrbios de raciocínio, planejamento, linguagem, e percepção. Diferentes estudos apontam para o aumento da produção ou o acúmulo de uma proteína chamada de beta-amilóide no cérebro como a responsável pela doença, pois provocaria a morte das células nervosas.

A doença atinge prioritariamente os idosos, especialmente após os 70 anos, embora ocorram casos em menor frequência em pessoas mais jovens. Já acima dos 85 anos, as estatísticas apontam para uma incidência de até 50% das pessoas. Porém, 2% a 5% dos pacientes desenvolvem a doença a partir dos 40 ou 50 anos de vida.

Os riscos genéticos também influenciam no desenvolvimento da doença. Uma forma comum é um gene localizado no cromossomo 19. Há estimativas de que só nos EUA no ano de 2050 a doença atinja a 14 milhões de pessoas, caso não sejam criados novos tratamentos contra a doença.

A doença exige cuidados coletivos, envolvendo os familiares e todos que estão no entorno, com grande envolvimento emocional, inclusive. Em média, de acordo com os registros, 95% dos pacientes morrem nos primeiros cinco anos da doença, embora já se tenha identificado casos com mais de 20 anos de evolução.

Pelas características gerais da AD, reforço o tradicional mote deste espaço. A prevenção é fundamental. Estar sempre atento aos detalhes pode fazer a diferença. A Associação de Alzheimer, por exemplo, criou uma lista com os sintomas mais comuns, a partir dos quais é recomendável buscar uma consulta médica para uma avaliação mais precisa.

São eles:

1. A perda de memória

2. Dificuldade em executar tarefas familiares

3. Problemas com a língua

4. Desorientação de tempo e lugar

5. Fraco ou diminuído julgamento

6. Problemas com pensamento abstrato

7. Trocar o lugar das coisas

8. Alterações de humor ou comportamento

9. Mudanças na personalidade

10. Perda de iniciativa

Alguns estudos têm apontado como fator de risco as dietas ricas em gordura, açúcar e colesterol. Testes do Centro de Pesquisa do Mal de Alzheimer do Instituto Karolinska, em Estocolmo feitas tendo ratos, indicaram que depois de nove meses submetidos a dieta de fast food, desenvolveram alterações no cérebro associadas aos estágios preliminares do Mal de Alzheimer. Foi alterada a formação de uma proteína que forma nódulos no cérebro de pacientes com Alzheimer e que impedem o funcionamento normal das células, fazendo com que elas morram.

Portanto, cuidado com alimentação, exercícios regulares e atenção aos sintomas do próprio corpo são aliados à prevenção.

Não relaxe.
(Dr.Flávio C.Palheiro)


Notícias da mídia Exercícios para fazer na cama ao acordar Quando o despertador toca de manhã sempre bate a preguiça de levantar da cama. Mais 10 minutos de soneca e você já está atrasada, não é? Ao longo do dia, o pescoço começa a doer, suas costas também e você já está na terceira xícara de café. Um jeito muito fácil de evitar todos esses problemas é manter uma pequena rotina de exercícios logo que você acorda. Respiração e alongamento ajudam a despertar e dar mais energia, sabia? "Estudos mostram que ao despertarmos pela manhã nossos músculos ficam 10% mais curtos e rígidos devido ao repouso prolongado da noite. O alongamento matinal é de grande importância, além de relaxar a musculatura e o corpo, previne dores que ao longo do dia podem ser sentidas", explica a fisioterapeuta e instrutora de pilates do Fit Body Pilates SPa&Estética, Mariana Novaes. São 6 exercícios bem simples que levam só 5 minutos: stretching 1. Deitada na cama retire seu travesseiro e alinhe bem sua coluna. Estique os braços e as pernas, de modo que seu corpo fique todo esticado. Entrelace suas mãos e estique-as para cima, fazendo uma tração na coluna. Repita esse movimento duas vezes por 20 segundos. 2. Deitada, dobre seus joelhos e leve em direção ao tronco, como se fosse abraçar as pernas. Mantenha por 20 segundos nessa posição e depois repita por mais uma vez. 3. Deitada, apoie seus pés na cama, flexione um pouco seu quadril e leve-o para o lado, deixando sua cabeça para o lado oposto do quadril. (Se levou o quadril para o lado direto, leve a cabeça para o lado esquerdo) Abra bem seus braços e relaxe. Faça dos dois lados, mantendo por 20 segundos na posição de alongamento e repetindo duas vezes. 4. Deitada, apoie os pés na cama unindo-os calcanhar com calcanhar e abra as pernas, fazendo a famosa posição da borboleta. Mantenha na postura de alongamento durante 20 segundos repetindo 2 vezes o movimento. 5. Sentada com o corpo ereto, pegue o braço direito e leve em direção a cabeça, puxando-a para o lado direito. Você irá sentir alongar a região do músculo trapézio e a região cervical do lado contralateral. Repita esse movimento por duas vezes mantendo por 20 segundos e repita no outro lado. 6. Todos os alongamentos devem ser associados a uma respiração lenta e profunda, inspirando o ar pelo nariz e expirando pela boca auxiliando o maior relaxamento muscular. A professora e proprietária da Personal Work, Adriane Lafemina explica como fazer o exercício: Deite com as pernas flexionadas, plantas dos pés na cama, mãos abaixo do umbigo e com a ponta dos dedos médios se tocando (se quiser junte os joelhos). Feche os olhos, inspire pelo nariz, sentindo o abdômen inchar: imagine um balão no abdômen, que se enche de ar na inspiração. Expire pelo nariz até o abdômen murchar completamente. Sinta que ao expirar o abdômen se contrai para dentro. Não force sua respiração, nem muito rápida, nem muito profunda, apenas observe seu ritmo. Experimente deixar sua expiração um pouco mais lenta que a inspiração! Faça o exercício de três a cinco minutos.

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