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Conselhos Úteis



Publicado em: 11/05/2012

Estudos sugerem que o ômega-3 ajudam a diminuir os riscos de doenças cardíacas, protegem contra sintomas de depressão, demência, câncer e artrite e são encontrados no salmão, em diversos tipos de nozes e folhas verdes, entre outros. Conheça as doenças que podem ser evitadas:

1. FONTES. Os ácidos graxos do ômega-3 têm mais de uma forma. Os tipos encontrados em peixes, chamados DHA e EPA, têm fortes benefícios à saúde. Outra forma conhecida como ALA é encontrado em óleos vegetais, semente de linhaça, nozes e vegetais de folha verde escura, como o espinafre. O corpo converte uma pequena quantidade de ALA em EPA e DHA e o ALA também tem seus próprios benefícios.

2. CORAÇÃO. Os ômega-3 parecem ter um efeito estabilizador no coração: podem diminuir a frequência cardíaca de pessoas com risco de arritmia ou ritmo anormal de batimentos cardíacos. Estudos mostram redução em ataques cardíacos e morte súbita em quem aumenta o consumo de ômega-3, seja na dieta tradicional, seja na ingestão de suplementos alimentares à base de óleo de peixe.

3. TRIGLICERÍDEOS E COLESTEROL. O nível de triglicerídeos também pode baixar com o consumo de ômega-3, mas o colesterol aumenta _ o bom (HDL) e o ruim (LDL).

4. HIPERTENSÃO. Há fortes evidências de que o ômega-3 seja responsável pela diminuição da pressão sanguínea. O efeito é pequeno, mas para quem tem pressão alta comer peixe pode ajudar, junto com medicamentos e outras mudanças na dieta, é claro. Uma estratégia é substituir carne vermelha por peixe nas refeições, mas é melhor evitar as versões mais salgadas, como salmão defumado.

5. ARTRITE REUMATOIDE. Estudos sugerem que o ômega-3 reduz sintomas como dor nas articulações e rigidez em pessoas com artrite reumatoide. Uma dieta rica em ômega-3 também pode aumentar os efeitos de anti-inflamatórios.

6. HUMOR. Os ômega-3 podem ajudar em casos de distúrbios de humor e tornar os antidepressivos mais eficazes. Alguns estudos mostram que países com altos níveis de ômega-3 na dieta registram baixos índices de depressão.

7. TRANSTORNO DE DÉFICIT DE ATENÇÃO. Estudos indicam que suplementos de ômega-3 diminuem os sintomas de TDA e já se sabe que esses ácidos graxos são importantes para o desenvolvimento e funcionamento do cérebro.

8. ALZHEIMER. Há evidências de que o ômega-3 proteja o cérebro de demência e melhore as funções cerebrais. Em um estudo recente, idosos com dieta rica em ômega-3 tiveram diminuição do risco de desenvolvimento do Alzheimer.

9. CÂNCER. Câncer de mama e de próstata podem ser evitados com uma dieta rica em peixe e suplementos alimentares, segundo a Sociedade Americana de Câncer.

10. CRIANÇAS. Os ômega-3 têm poder de melhorar o cérebro das crianças, tanto que a Academia Americana de Pediatria recomenda a ingestão de mais peixe, desde que não seja frito ou empanado, com cuidados com os ricos em mercúrio, como peixe-espada e tubarão


Notícias da mídia Exercícios para fazer na cama ao acordar Quando o despertador toca de manhã sempre bate a preguiça de levantar da cama. Mais 10 minutos de soneca e você já está atrasada, não é? Ao longo do dia, o pescoço começa a doer, suas costas também e você já está na terceira xícara de café. Um jeito muito fácil de evitar todos esses problemas é manter uma pequena rotina de exercícios logo que você acorda. Respiração e alongamento ajudam a despertar e dar mais energia, sabia? "Estudos mostram que ao despertarmos pela manhã nossos músculos ficam 10% mais curtos e rígidos devido ao repouso prolongado da noite. O alongamento matinal é de grande importância, além de relaxar a musculatura e o corpo, previne dores que ao longo do dia podem ser sentidas", explica a fisioterapeuta e instrutora de pilates do Fit Body Pilates SPa&Estética, Mariana Novaes. São 6 exercícios bem simples que levam só 5 minutos: stretching 1. Deitada na cama retire seu travesseiro e alinhe bem sua coluna. Estique os braços e as pernas, de modo que seu corpo fique todo esticado. Entrelace suas mãos e estique-as para cima, fazendo uma tração na coluna. Repita esse movimento duas vezes por 20 segundos. 2. Deitada, dobre seus joelhos e leve em direção ao tronco, como se fosse abraçar as pernas. Mantenha por 20 segundos nessa posição e depois repita por mais uma vez. 3. Deitada, apoie seus pés na cama, flexione um pouco seu quadril e leve-o para o lado, deixando sua cabeça para o lado oposto do quadril. (Se levou o quadril para o lado direto, leve a cabeça para o lado esquerdo) Abra bem seus braços e relaxe. Faça dos dois lados, mantendo por 20 segundos na posição de alongamento e repetindo duas vezes. 4. Deitada, apoie os pés na cama unindo-os calcanhar com calcanhar e abra as pernas, fazendo a famosa posição da borboleta. Mantenha na postura de alongamento durante 20 segundos repetindo 2 vezes o movimento. 5. Sentada com o corpo ereto, pegue o braço direito e leve em direção a cabeça, puxando-a para o lado direito. Você irá sentir alongar a região do músculo trapézio e a região cervical do lado contralateral. Repita esse movimento por duas vezes mantendo por 20 segundos e repita no outro lado. 6. Todos os alongamentos devem ser associados a uma respiração lenta e profunda, inspirando o ar pelo nariz e expirando pela boca auxiliando o maior relaxamento muscular. A professora e proprietária da Personal Work, Adriane Lafemina explica como fazer o exercício: Deite com as pernas flexionadas, plantas dos pés na cama, mãos abaixo do umbigo e com a ponta dos dedos médios se tocando (se quiser junte os joelhos). Feche os olhos, inspire pelo nariz, sentindo o abdômen inchar: imagine um balão no abdômen, que se enche de ar na inspiração. Expire pelo nariz até o abdômen murchar completamente. Sinta que ao expirar o abdômen se contrai para dentro. Não force sua respiração, nem muito rápida, nem muito profunda, apenas observe seu ritmo. Experimente deixar sua expiração um pouco mais lenta que a inspiração! Faça o exercício de três a cinco minutos.

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