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Publicado em: 21/01/2012

O consumo de bebidas energéticas disparou no Brasil nos últimos anos, com um crescimento de 25% só de 2010 para 2011, segundo dados da Associação Brasileira das Indústrias de Refrigerantes e Bebidas Não Alcoólicas (Abir), justamente num momento em que vêm à tona alertas sobre o aumento de hospitalizações relacionadas ao produto em pelo menos dois países. No Brasil, se a mistura da bebida com o álcool nas baladas já preocupava os médicos, agora o problema está na associação do produto a estilos de vida saudáveis.

Quem abusa desses compostos em busca de pique extra para aguentar uma agenda cheia demais pode colocar a saúde em risco. O médico Fábio Sândoli de Brito, da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), diz que mesmo o energético puro é capaz de fazer estrago no sistema cardiovascular. A bebida é contraindicada para pessoas que já têm problemas cardiovasculares. “Para esse grupo, existe o risco de arritmia, que leva a um risco de morte súbita”, diz. Um jovem saudável, que tome energético esporadicamente, provavelmente não terá problemas. “Mas pode ser que um homem de 45 ou 50 anos tenha um desempenho físico acima de sua competência física e passe a entrar em risco.”

A maioria dos médicos critica o abuso do produto, contraindicado para vários grupos populacionais, sob o risco de ocorrências cardiovasculares, gastrite, desidratação e dependência. Mas há nutricionistas que defendem a bebida, que trabalham o dia todo e querem treinar na academia no fim do dia. Esse é o caso de Tatyana Dall’ Agnol, especialista em nutrição e metabolismo pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

“Existe muita lenda a respeito do energético. Ele tem cafeína, que é o mesmo composto que tem no cafezinho, e taurina, que é um aminoácido que ajuda na desintoxicação do corpo”, garante.

Em um ponto, porém, todos os especialistas concordam: misturar energético a bebidas alcoólicas é arriscado. O pesquisador Sionaldo Eduardo Ferreira, professor de Educação Física da Unifesp, afirma que o energético não é capaz de reduzir os efeitos tóxicos do álcool. E pior: pode estimular o indivíduo a consumir uma quantidade maior de bebida alcoólica. Em seu doutorado, estudou os efeitos do álcool com energéticos em camundongos.

“Enquanto os camundongos que receberam só álcool ficavam prostrados, os que receberam a combinação ficavam hiperexcitados. Isso nos leva a crer que o sujeito pode ficar embriagado, mas achando que está bem. A excitação leva a um erro de julgamento”, diz.

Combinar álcool com energéticos se mostrou uma prática comum entre os jovens brasileiros em um levantamento feito pela Secretaria Nacional de Políticas Sobre Drogas (Senad), em 2010. A pesquisa concluiu que 74,3% dos quase 18 mil estudantes ouvidos já experimentaram a mistura.

“Com essa combinação o jovem fica mais ativo, apesar do álcool. Eles sabem do risco, mas pensam: ‘Até pode ser ruim para os outros, mas eu sou mais forte do que isso. Para mim, não vai ter problema’”, diz o psiquiatra Arthur Guerra de Andrade, presidente do Centro de Informações sobre Saúde e Álcool (Cisa) e um dos organizadores da pesquisa da Senad.

Andrade acredita que a mistura com o álcool é cada vez mais frequente e tem apelo sobretudo entre os mais jovens. Enquanto 88,8% dos universitários de até 18 anos pesquisados relataram já ter usado energético com álcool, para os com 35 anos ou mais a taxa foi de 47,3%
(Mariana Lenharo)


Notícias da mídia Exercícios para fazer na cama ao acordar Quando o despertador toca de manhã sempre bate a preguiça de levantar da cama. Mais 10 minutos de soneca e você já está atrasada, não é? Ao longo do dia, o pescoço começa a doer, suas costas também e você já está na terceira xícara de café. Um jeito muito fácil de evitar todos esses problemas é manter uma pequena rotina de exercícios logo que você acorda. Respiração e alongamento ajudam a despertar e dar mais energia, sabia? "Estudos mostram que ao despertarmos pela manhã nossos músculos ficam 10% mais curtos e rígidos devido ao repouso prolongado da noite. O alongamento matinal é de grande importância, além de relaxar a musculatura e o corpo, previne dores que ao longo do dia podem ser sentidas", explica a fisioterapeuta e instrutora de pilates do Fit Body Pilates SPa&Estética, Mariana Novaes. São 6 exercícios bem simples que levam só 5 minutos: stretching 1. Deitada na cama retire seu travesseiro e alinhe bem sua coluna. Estique os braços e as pernas, de modo que seu corpo fique todo esticado. Entrelace suas mãos e estique-as para cima, fazendo uma tração na coluna. Repita esse movimento duas vezes por 20 segundos. 2. Deitada, dobre seus joelhos e leve em direção ao tronco, como se fosse abraçar as pernas. Mantenha por 20 segundos nessa posição e depois repita por mais uma vez. 3. Deitada, apoie seus pés na cama, flexione um pouco seu quadril e leve-o para o lado, deixando sua cabeça para o lado oposto do quadril. (Se levou o quadril para o lado direto, leve a cabeça para o lado esquerdo) Abra bem seus braços e relaxe. Faça dos dois lados, mantendo por 20 segundos na posição de alongamento e repetindo duas vezes. 4. Deitada, apoie os pés na cama unindo-os calcanhar com calcanhar e abra as pernas, fazendo a famosa posição da borboleta. Mantenha na postura de alongamento durante 20 segundos repetindo 2 vezes o movimento. 5. Sentada com o corpo ereto, pegue o braço direito e leve em direção a cabeça, puxando-a para o lado direito. Você irá sentir alongar a região do músculo trapézio e a região cervical do lado contralateral. Repita esse movimento por duas vezes mantendo por 20 segundos e repita no outro lado. 6. Todos os alongamentos devem ser associados a uma respiração lenta e profunda, inspirando o ar pelo nariz e expirando pela boca auxiliando o maior relaxamento muscular. A professora e proprietária da Personal Work, Adriane Lafemina explica como fazer o exercício: Deite com as pernas flexionadas, plantas dos pés na cama, mãos abaixo do umbigo e com a ponta dos dedos médios se tocando (se quiser junte os joelhos). Feche os olhos, inspire pelo nariz, sentindo o abdômen inchar: imagine um balão no abdômen, que se enche de ar na inspiração. Expire pelo nariz até o abdômen murchar completamente. Sinta que ao expirar o abdômen se contrai para dentro. Não force sua respiração, nem muito rápida, nem muito profunda, apenas observe seu ritmo. Experimente deixar sua expiração um pouco mais lenta que a inspiração! Faça o exercício de três a cinco minutos.

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