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Publicado em: 03/04/2011

Cefaleia é o termo médico utilizado para definir dor de cabeça. Estudos mostram que 90 a 100% das pessoas têm ou terão crises de dor de cabeça ao longo da vida. Felizmente, em sua maioria as dores de cabeça não são sintomas de um problema grave, mas apenas sinais de tensão, fadiga, ansiedade ou distúrbios emocionais. Algumas vezes é reflexo de um problema em alguma região do corpo, muito raramente ocorre em consequência de uma doença mais grave.

A enxaqueca é um tipo especial de dor, que afeta apenas uma área limitada da cabeça. A dor quase sempre se localiza num lado da cabeça e vem acompanhada de alteração de humor (irritabilidade e depressão), alteração do apetite, alterações na visão com sensibilidade à luz, sensibilidade ao barulho, náuseas, vômitos, fraqueza, tontura e diarreia. É considerada uma das principais causas de incapacidade e perda produtiva no trabalho, já que uma crise pode durar de três horas a três dias.

As crises assumem formas diferentes durante a vida do indivíduo. Por exemplo, em algumas mulheres estes episódios parecem estar associados aos ciclos menstruais e à medida que vão entrando para a menopausa tais sintomas são substituídos por tonturas.

A causa de tal anormalidade é geralmente associada a mudanças na sensibilidade dos vasos sanguíneos, na região do crânio. Isto porque, alguns desses vasos se contraem. provocando uma redução no volume de sangue na região da cabeça e do cérebro. À medida em que a constrição desaparece, os vasos sanguíneos se dilatam e o paciente sente uma dor de cabeça latejante que, em geral, afeta apenas um dos lados da cabeça.

Fatores nutricionais desencadeantes da enxaqueca

Os alimentos mais citados pela literatura como desencadeantes da enxaqueca são: doces (açúcar refinado), álcool, adoçantes, glutamato monossódico (temperos prontos), nitritos (alimentos embutidos e enlatados), cafeína (café, chá mate, guaraná, cacau e chocolate) e alimentos que contém tiramina (queijos, chocolates, carnes em conservas, salsicha, dentre outros).

Estes alimentos possuem em sua composição substâncias capazes de provocar alterações no tamanho dos vasos sanguíneos do centro do sistema nervoso, primeiramente diminuindo-os e em seguida aumentando-os. São estas alterações que provocam mudanças na visão e dores de cabeça.

Dicas alimentares para evitar episódios de enxaqueca:


•Adequar o consumo de carboidratos complexos (cereais, massas, pães, farináceos, etc.), já que o cérebro utiliza os nutrientes especialmente os carboidratos provenientes destes alimentos como fonte de energia em todas as suas funções.

•É importante acrescentar frutas na dieta, pela maior quantidade de vitaminas, minerais e fibras que possuem, sendo esses nutrientes que atuam no bom funcionamento do organismo.

•O selênio, um mineral envolvido no funcionamento do sistema nervoso central, também pode ser eficiente no controle do problema. O consumo de apenas duas unidade de castanha-do-pará é suficiente para se alcançar às quantidades recomendadas diariamente.

•O fracionamento da dieta deve acontecer com a ingestão de seis pequenas refeições ao dia, evitando os jejuns prolongados, que são considerados causadores de crises de enxaqueca.

•Todas as bebidas alcoólicas podem causar enxaqueca, porém os vinhos tintos são mais prováveis de provocar a dor devido ao seu conteúdo de taninos. Evitar o consumo de várias doses, pois pode aumentar a possibilidade de uma crise.

•Estudos sugerem que baixos níveis de magnésio facilitariam o desenvolvimento de contração dos vasos que acarretaria a enxaqueca. Portanto é importante ingerir alimentos fontes desse mineral, como as folhas verdes escuras, soja, leguminosas, castanhas, cereais como aveia, arroz integral, pães integrais, carnes, peixes (salmão) e ovos.

•Assim como o magnésio, a vitamina B2 seria eficaz na prevenção e tratamento da enxaqueca. O mecanismo pelo qual estes nutrientes agem na enxaqueca é incerto, mas é possível que ocorra estabilização de membrana celular e melhora da função mitocondrial. As principais fontes de vitamina B2 são leite, queijos (especialmente ricota e requeijão), iogurtes, carnes magras, ovos e vegetais verdes.

Atenção: Não existe uma regra de quais alimentos desencadeiam a enxaqueca. É importante que reconheça quais os alimentos e outros fatores que desencadeiam a dor e que deve evitá-los. Nunca se automedique. E em caso de dores procure um médico.( Saúde Plena)


Notícias da mídia Exercícios para fazer na cama ao acordar Quando o despertador toca de manhã sempre bate a preguiça de levantar da cama. Mais 10 minutos de soneca e você já está atrasada, não é? Ao longo do dia, o pescoço começa a doer, suas costas também e você já está na terceira xícara de café. Um jeito muito fácil de evitar todos esses problemas é manter uma pequena rotina de exercícios logo que você acorda. Respiração e alongamento ajudam a despertar e dar mais energia, sabia? "Estudos mostram que ao despertarmos pela manhã nossos músculos ficam 10% mais curtos e rígidos devido ao repouso prolongado da noite. O alongamento matinal é de grande importância, além de relaxar a musculatura e o corpo, previne dores que ao longo do dia podem ser sentidas", explica a fisioterapeuta e instrutora de pilates do Fit Body Pilates SPa&Estética, Mariana Novaes. São 6 exercícios bem simples que levam só 5 minutos: stretching 1. Deitada na cama retire seu travesseiro e alinhe bem sua coluna. Estique os braços e as pernas, de modo que seu corpo fique todo esticado. Entrelace suas mãos e estique-as para cima, fazendo uma tração na coluna. Repita esse movimento duas vezes por 20 segundos. 2. Deitada, dobre seus joelhos e leve em direção ao tronco, como se fosse abraçar as pernas. Mantenha por 20 segundos nessa posição e depois repita por mais uma vez. 3. Deitada, apoie seus pés na cama, flexione um pouco seu quadril e leve-o para o lado, deixando sua cabeça para o lado oposto do quadril. (Se levou o quadril para o lado direto, leve a cabeça para o lado esquerdo) Abra bem seus braços e relaxe. Faça dos dois lados, mantendo por 20 segundos na posição de alongamento e repetindo duas vezes. 4. Deitada, apoie os pés na cama unindo-os calcanhar com calcanhar e abra as pernas, fazendo a famosa posição da borboleta. Mantenha na postura de alongamento durante 20 segundos repetindo 2 vezes o movimento. 5. Sentada com o corpo ereto, pegue o braço direito e leve em direção a cabeça, puxando-a para o lado direito. Você irá sentir alongar a região do músculo trapézio e a região cervical do lado contralateral. Repita esse movimento por duas vezes mantendo por 20 segundos e repita no outro lado. 6. Todos os alongamentos devem ser associados a uma respiração lenta e profunda, inspirando o ar pelo nariz e expirando pela boca auxiliando o maior relaxamento muscular. A professora e proprietária da Personal Work, Adriane Lafemina explica como fazer o exercício: Deite com as pernas flexionadas, plantas dos pés na cama, mãos abaixo do umbigo e com a ponta dos dedos médios se tocando (se quiser junte os joelhos). Feche os olhos, inspire pelo nariz, sentindo o abdômen inchar: imagine um balão no abdômen, que se enche de ar na inspiração. Expire pelo nariz até o abdômen murchar completamente. Sinta que ao expirar o abdômen se contrai para dentro. Não force sua respiração, nem muito rápida, nem muito profunda, apenas observe seu ritmo. Experimente deixar sua expiração um pouco mais lenta que a inspiração! Faça o exercício de três a cinco minutos.

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