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Publicado em: 21/03/2011

O estômago é revestido por uma camada de tecido superficial que o protege contra a ação do acido clorídrico. A inflamação desta mucosa leva ao desenvolvimento da gastrite, doença que atinge milhões de pessoas no mundo inteiro.

Uma de suas causas está associada a bactéria Helicobacter pylori, que consegue viver dentro da camada protetora do estômago. Geralmente, esta infecção é adquirida na infância, podendo ser transmitida por via oral ou através das fezes. A bactéria produz substancias que agridem nossa mucosa gástrica, provocando, além deste problema, úlcera péptica e câncer.

Existem outros fatores que podem culminar no processo inflamatório do revestimento estomacal, como uso de aspirinas e consumo de bebidas alcoólicas em grandes quantidades. Ainda a gastrite auto-imune, cuja origem está em anticorpos que agem contra as próprias células do organismo (este distúrbio também é responsável por outras doenças: lúpus, diabetes tipo 1, artrite).

A gastrite deve ser diagnosticada apenas por um especialista que, para chegar a esta conclusão, precisa avaliar os hábitos do paciente e solicitar a realização de alguns exames, como a endoscopia.

Existem casos em que o portador deste transtorno não apresenta sinais da doença. Mas, na maioria das vezes, a pessoa sofre com os seus sintomas, que são: desconforto na região superior do abdômen; saciedade precoce; perda de apetite; náuseas e vômitos; e eliminação de sangue nas fezes (se houver a presença de ulceras gástricas hemorrágicas).

O tratamento da gastrite é feito de acordo com a sua causa. Geralmente, o paciente é orientado é usar alguns medicamentos e seguir as seguintes orientações: comer em pequenas quantidades e várias vezes ao dia; evitar alimentos pesados, como frituras, doces concentrados e fast-foods; diminuir o consumo de bebidas alcoólicas; etc.


Notícias da mídia Exercícios para fazer na cama ao acordar Quando o despertador toca de manhã sempre bate a preguiça de levantar da cama. Mais 10 minutos de soneca e você já está atrasada, não é? Ao longo do dia, o pescoço começa a doer, suas costas também e você já está na terceira xícara de café. Um jeito muito fácil de evitar todos esses problemas é manter uma pequena rotina de exercícios logo que você acorda. Respiração e alongamento ajudam a despertar e dar mais energia, sabia? "Estudos mostram que ao despertarmos pela manhã nossos músculos ficam 10% mais curtos e rígidos devido ao repouso prolongado da noite. O alongamento matinal é de grande importância, além de relaxar a musculatura e o corpo, previne dores que ao longo do dia podem ser sentidas", explica a fisioterapeuta e instrutora de pilates do Fit Body Pilates SPa&Estética, Mariana Novaes. São 6 exercícios bem simples que levam só 5 minutos: stretching 1. Deitada na cama retire seu travesseiro e alinhe bem sua coluna. Estique os braços e as pernas, de modo que seu corpo fique todo esticado. Entrelace suas mãos e estique-as para cima, fazendo uma tração na coluna. Repita esse movimento duas vezes por 20 segundos. 2. Deitada, dobre seus joelhos e leve em direção ao tronco, como se fosse abraçar as pernas. Mantenha por 20 segundos nessa posição e depois repita por mais uma vez. 3. Deitada, apoie seus pés na cama, flexione um pouco seu quadril e leve-o para o lado, deixando sua cabeça para o lado oposto do quadril. (Se levou o quadril para o lado direto, leve a cabeça para o lado esquerdo) Abra bem seus braços e relaxe. Faça dos dois lados, mantendo por 20 segundos na posição de alongamento e repetindo duas vezes. 4. Deitada, apoie os pés na cama unindo-os calcanhar com calcanhar e abra as pernas, fazendo a famosa posição da borboleta. Mantenha na postura de alongamento durante 20 segundos repetindo 2 vezes o movimento. 5. Sentada com o corpo ereto, pegue o braço direito e leve em direção a cabeça, puxando-a para o lado direito. Você irá sentir alongar a região do músculo trapézio e a região cervical do lado contralateral. Repita esse movimento por duas vezes mantendo por 20 segundos e repita no outro lado. 6. Todos os alongamentos devem ser associados a uma respiração lenta e profunda, inspirando o ar pelo nariz e expirando pela boca auxiliando o maior relaxamento muscular. A professora e proprietária da Personal Work, Adriane Lafemina explica como fazer o exercício: Deite com as pernas flexionadas, plantas dos pés na cama, mãos abaixo do umbigo e com a ponta dos dedos médios se tocando (se quiser junte os joelhos). Feche os olhos, inspire pelo nariz, sentindo o abdômen inchar: imagine um balão no abdômen, que se enche de ar na inspiração. Expire pelo nariz até o abdômen murchar completamente. Sinta que ao expirar o abdômen se contrai para dentro. Não force sua respiração, nem muito rápida, nem muito profunda, apenas observe seu ritmo. Experimente deixar sua expiração um pouco mais lenta que a inspiração! Faça o exercício de três a cinco minutos.

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