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Conselhos Úteis



Publicado em: 18/03/2011

Ao se observar um casal consumindo uma garrafa de vinho, por exemplo, é possível notar que, antes do final da garrafa, a mulher já se encontra bem mais descontraída, enquanto o homem leva mais tempo para sentir o efeito do álcool. O que acontece não é apenas por uma falta de costume de beber, como é pregado por aí.

O organismo de homens e mulheres reage de formas distintas à presença do álcool. Isso acontece porque há algumas enzimas e cofatores que são utilizados na digestão do álcool, como a ADH (álcool dehidrogenase), a ALDH (aldeído dehidrogenase) e o sistema microssômico de oxidação do etanol, como lembrou a nutróloga Luciana Carneiro, do Rio de Janeiro (RJ), que estão presentes em maior quantidade no corpo dos homens do que no organismo feminino.

Além disso, dados oficiais do Observatório Brasileiro de Informações sobre as Drogas (Obid), do Ministério da Justiça, confirmam que as mulheres, quando bebem, apresentam maiores níveis de álcool no sangue do que os homens por causa da maior proporção de gordura em relação à proporção de água no corpo delas. Como a ADH está menos presente no estômago feminino, uma maior quantidade de álcool é absorvida pelo organismo. Em uma comparação mais simples, seria quase como injetar o etanol diretamente na veia das moças, deixando-as embriagadas muito mais rapidamente!

A resposta à ingestão de bebidas alcoólicas também é diferente entre os sexos por variações na organização cerebral e ação de substâncias chamadas neuroesteroides. Segundo o Obid, "esta maior vulnerabilidade explica, ao menos em parte, porque a dependência ao álcool e os problemas físicos associados progridem mais rápido em mulheres".

Outras diferenças

A tolerância ao álcool é diretamente ligada à quantidade das enzimas ADH e ALDH no organismo. O endocrinologista Lucas Moura, do Spamed Sorocaba Campus, destacou que, além das garotas, algumas etnias também costumam apresentar pouca resistência ao álcool. "Os orientais têm uma deficiência ainda maior que as mulheres de outras etnias na produção destas enzimas. Por isso, costumam ficar muito vermelhos quando bebem pouca quantidade de álcool."

Mas ter pouca ADH e ALDH não é algo negativo, pois evitaria o consumo excessivo de bebidas alcoólicas e seus males, como a ressaca. Para o endocrinologista, as pessoas com menor tolerância ao etanol tendem a beber menos, pois os efeitos da substância costumam ser mais desagradáveis para elas.

O álcool no metabolismo

Ao ingerir bebidas alcoólicas, o corpo reage para metabolizar e eliminar a substância do organismo, por processos variados. A nutróloga ensinou que "cerca de 2 a 10% da quantidade de álcool ingerida são eliminadas pelos rins e pulmões, sendo o restante oxidado no fígado, que contém a maior quantidade de enzimas capazes de metabolizá-lo. Somente quantidades mínimas da bebida podem ser oxidadas no estômago".

A quantidade de bebida ingerida também reflete no tempo que o corpo vai levar para "tratar" o etanol no corpo e também nos efeitos que o organismo vai encontrar pelo caminho: a famosa ressaca! Alguns dos sintomas da ressaca aparecem justamente por causa da transformação do etanol em acetaldeído pelas enzimas responsáveis pela digestão do álcool. Esta substância é tóxica e provoca, por exemplo, as náuseas. "Depois, ela torna-se acetato e, por fim, após diversas reações químicas, converte-se em água e gás carbônico, sendo eliminada do corpo pela urina, suor e respiração", contou a nutróloga.

Para minimizar o efeito de qualquer bebida alcoólica no organismo, o ideal é ingerir bastante água, alternadamente, assim como se alimentar. "Comer ajuda a absorver o álcool de maneira mais lenta", contou Lucas Moura.

Luciana recomendou a ingestão de algum teor de carboidrato integral, "que tem a digestão lenta", e verduras, "para aumentar o teor de fibras". "A gordura, como o azeite, também é uma boa opção. Não é a toa que os petiscos que acompanham as bebidas alcoólicas são ricos em gordura", destacou.

É importante lembrar também que o álcool engorda e deve ser consumido moderadamente, pois pode causar lesões no fígado como esteatose (gordura no órgão), hepatite alcoólica, cirrose, fibrose, hepatite crônica e câncer. "Na minha área, vemos muito a ligação entre álcool e doenças como diabetes, hipertensão e obesidade. Não é proibido, mas em alguns casos, o consumo vai fazer mais mal do que bem", disse o endocrinologista.

(Juliana Crem)


Notícias da mídia Exercícios para fazer na cama ao acordar Quando o despertador toca de manhã sempre bate a preguiça de levantar da cama. Mais 10 minutos de soneca e você já está atrasada, não é? Ao longo do dia, o pescoço começa a doer, suas costas também e você já está na terceira xícara de café. Um jeito muito fácil de evitar todos esses problemas é manter uma pequena rotina de exercícios logo que você acorda. Respiração e alongamento ajudam a despertar e dar mais energia, sabia? "Estudos mostram que ao despertarmos pela manhã nossos músculos ficam 10% mais curtos e rígidos devido ao repouso prolongado da noite. O alongamento matinal é de grande importância, além de relaxar a musculatura e o corpo, previne dores que ao longo do dia podem ser sentidas", explica a fisioterapeuta e instrutora de pilates do Fit Body Pilates SPa&Estética, Mariana Novaes. São 6 exercícios bem simples que levam só 5 minutos: stretching 1. Deitada na cama retire seu travesseiro e alinhe bem sua coluna. Estique os braços e as pernas, de modo que seu corpo fique todo esticado. Entrelace suas mãos e estique-as para cima, fazendo uma tração na coluna. Repita esse movimento duas vezes por 20 segundos. 2. Deitada, dobre seus joelhos e leve em direção ao tronco, como se fosse abraçar as pernas. Mantenha por 20 segundos nessa posição e depois repita por mais uma vez. 3. Deitada, apoie seus pés na cama, flexione um pouco seu quadril e leve-o para o lado, deixando sua cabeça para o lado oposto do quadril. (Se levou o quadril para o lado direto, leve a cabeça para o lado esquerdo) Abra bem seus braços e relaxe. Faça dos dois lados, mantendo por 20 segundos na posição de alongamento e repetindo duas vezes. 4. Deitada, apoie os pés na cama unindo-os calcanhar com calcanhar e abra as pernas, fazendo a famosa posição da borboleta. Mantenha na postura de alongamento durante 20 segundos repetindo 2 vezes o movimento. 5. Sentada com o corpo ereto, pegue o braço direito e leve em direção a cabeça, puxando-a para o lado direito. Você irá sentir alongar a região do músculo trapézio e a região cervical do lado contralateral. Repita esse movimento por duas vezes mantendo por 20 segundos e repita no outro lado. 6. Todos os alongamentos devem ser associados a uma respiração lenta e profunda, inspirando o ar pelo nariz e expirando pela boca auxiliando o maior relaxamento muscular. A professora e proprietária da Personal Work, Adriane Lafemina explica como fazer o exercício: Deite com as pernas flexionadas, plantas dos pés na cama, mãos abaixo do umbigo e com a ponta dos dedos médios se tocando (se quiser junte os joelhos). Feche os olhos, inspire pelo nariz, sentindo o abdômen inchar: imagine um balão no abdômen, que se enche de ar na inspiração. Expire pelo nariz até o abdômen murchar completamente. Sinta que ao expirar o abdômen se contrai para dentro. Não force sua respiração, nem muito rápida, nem muito profunda, apenas observe seu ritmo. Experimente deixar sua expiração um pouco mais lenta que a inspiração! Faça o exercício de três a cinco minutos.

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