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Conselhos Úteis



Publicado em: 18/09/2018

Chegou o tempo em que os acessórios de cozinha são tão valorizados quanto a bolsa da vez.

Ter uma casa bem equipada é o trunfo para preparar jantares incríveis que podem até não dar tanto trabalho assim. Para ajudar a escolher os utensílios certos, convidamos os chefs Nello Garaventa, do Grado; Pedro Siqueira, do Puro; e Nathalie Passos, do Naturalie, para entregar o top 3 do tem-que-ter.

São vários os equipamentos que Nello usa em sua cozinha, mas, se tiver que indicar o seu preferido, é a chitarra, um cortador antigo, de madeira e fios que lembram as cordas de uma guitarra. Ela é a sua aliada nos preparos do espaguete à matriciana.


— A chitarra deixa a massa fresca com textura de seca, mais al dente, perfeita para um cacio e pepe ou uma carbonara — conta ele, avisando que não é difícil achar uma dessas.

Mas para quem quer começar do básico, Nello dá a dica:

— É fundamental ter um cilindro, que pode ser o manual, e um conjunto de cortadores para fazer as massas recheadas, como raviólis.

Um craque das carnes, Pedro Siqueira, do Puro, lista o seu trio: uma tábua de madeira, uma ótima faca e uma chaira para manter tudo bem afiado.


A chef Nathalie Passos com sua faca japonesa

— Acho legal ter uma tábua de madeira, porque ela fica bonita na apresentação do prato. Mas, para a cozinha de preparo, o ideal é que seja lisa, impermeável e lavável — avisa Pedro, que considera uma chiara é tão importante quanto uma faca. Se ela não estiver bem afiada, não corta bem nem mesmo um bife.

Para quem gosta de preparar vegetais, a chef Nathalie Passos, do Naturalie, dá o caminho das pedras: faca não muito grande, descascador de cerâmica e uma balança.

— Prefiro facas menores e leves, afinal iremos cortar ingredientes mais delicados. O descascador tem multifunções, além de tirar a casca. Ele fatia fininho e pode ter uma lâmina com dentes para cortar os legumes em forma de espaguete.

Adoro o de cerâmica, porque não fica cego. Já a balança é ótima para todo mundo que está começando na cozinha e não tem a manha de medir no olho. Ver receitas em sites é uma prática muito comum hoje em dia, e não dá para deixar que tudo desande por errar em uma quantidade. Se for algo de confeitaria, então, nem tente preparar sem medir certinho. Outro detalhe: é bom que seja digital por causa da precisão.

A analógica pode ficar só para a decoração mesmo — brinca a chef.

Anote aí:


Para a cozinha de vegetais

Uma faca leve e bem afiada é ideal para legumes e frutas. O descascador é capaz de fazer fatias finas de cenoura, abobrinha e que tais, que podem virar espaguetes verdes. Para não errar em molhos e doces, use uma balança digital.

Para a cozinha de massas

Cilindro para esticar bem a massa é fundamental. Os cortadores que fazem raviólis e outras recheadas são bons para quem quer ir além do tatibitate. Além disso, uma chitarra faz um espaguete especial, bem al dente.

Para a cozinha das carnes

Uma tábua de madeira rústica é boa tanto para ser o apoio dos cortes quanto para servir à mesa. Para a faca estar sempre afiada, é bom ter uma chaira em casa: toda vez que for usá-la, dê uma conferida na lâmina.




Notícias da mídia Exercícios para fazer na cama ao acordar Quando o despertador toca de manhã sempre bate a preguiça de levantar da cama. Mais 10 minutos de soneca e você já está atrasada, não é? Ao longo do dia, o pescoço começa a doer, suas costas também e você já está na terceira xícara de café. Um jeito muito fácil de evitar todos esses problemas é manter uma pequena rotina de exercícios logo que você acorda. Respiração e alongamento ajudam a despertar e dar mais energia, sabia? "Estudos mostram que ao despertarmos pela manhã nossos músculos ficam 10% mais curtos e rígidos devido ao repouso prolongado da noite. O alongamento matinal é de grande importância, além de relaxar a musculatura e o corpo, previne dores que ao longo do dia podem ser sentidas", explica a fisioterapeuta e instrutora de pilates do Fit Body Pilates SPa&Estética, Mariana Novaes. São 6 exercícios bem simples que levam só 5 minutos: stretching 1. Deitada na cama retire seu travesseiro e alinhe bem sua coluna. Estique os braços e as pernas, de modo que seu corpo fique todo esticado. Entrelace suas mãos e estique-as para cima, fazendo uma tração na coluna. Repita esse movimento duas vezes por 20 segundos. 2. Deitada, dobre seus joelhos e leve em direção ao tronco, como se fosse abraçar as pernas. Mantenha por 20 segundos nessa posição e depois repita por mais uma vez. 3. Deitada, apoie seus pés na cama, flexione um pouco seu quadril e leve-o para o lado, deixando sua cabeça para o lado oposto do quadril. (Se levou o quadril para o lado direto, leve a cabeça para o lado esquerdo) Abra bem seus braços e relaxe. Faça dos dois lados, mantendo por 20 segundos na posição de alongamento e repetindo duas vezes. 4. Deitada, apoie os pés na cama unindo-os calcanhar com calcanhar e abra as pernas, fazendo a famosa posição da borboleta. Mantenha na postura de alongamento durante 20 segundos repetindo 2 vezes o movimento. 5. Sentada com o corpo ereto, pegue o braço direito e leve em direção a cabeça, puxando-a para o lado direito. Você irá sentir alongar a região do músculo trapézio e a região cervical do lado contralateral. Repita esse movimento por duas vezes mantendo por 20 segundos e repita no outro lado. 6. Todos os alongamentos devem ser associados a uma respiração lenta e profunda, inspirando o ar pelo nariz e expirando pela boca auxiliando o maior relaxamento muscular. A professora e proprietária da Personal Work, Adriane Lafemina explica como fazer o exercício: Deite com as pernas flexionadas, plantas dos pés na cama, mãos abaixo do umbigo e com a ponta dos dedos médios se tocando (se quiser junte os joelhos). Feche os olhos, inspire pelo nariz, sentindo o abdômen inchar: imagine um balão no abdômen, que se enche de ar na inspiração. Expire pelo nariz até o abdômen murchar completamente. Sinta que ao expirar o abdômen se contrai para dentro. Não force sua respiração, nem muito rápida, nem muito profunda, apenas observe seu ritmo. Experimente deixar sua expiração um pouco mais lenta que a inspiração! Faça o exercício de três a cinco minutos.

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