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Conselhos Úteis



Publicado em: 06/08/2018

A ansiedade apresenta-se em diferentes intensidades e certa dose dela é fundamental para a nossa existência. Primeiro porque ela é responsável pelo nosso instinto de preservação, isto é, diante de uma situação de perigo, é um certo quantum de ansiedade que nos levará a buscar modos de proteção.

Em segundo lugar é também uma dose de ansiedade que nos impulsiona para a vida, a buscar os resultados para conseguirmos atingir os nossos objetivos, a construção de projetos e, sendo assim, ao crescimento pessoal nos mais variados setores.

No entanto, quando nos referimos a ansiedade como um transtorno, entendemos que há um exagero na dose. É como se a psique fornecesse uma quantidade que transborda e, por isso, as sensações físicas e psíquicas são estranhas.

O que em seguida assistimos é um modo de funcionar emocionalmente que traz prejuízos pela forma como ela invade o corpo. Na maioria das vezes, a ansiedade patológica aparece com sintomas corporais, como por exemplo sudorese, taquicardia, dormência nas extremidades do corpo ou também através dos sintomas psicossomáticos, entre eles, problemas gástricos, intestinais...

Temos a versão da ansiedade que se apresenta através de uma preocupação crônica, isto é, o ansioso nunca está no tempo presente. Uma característica de quem experimenta esse sintoma é sofrer por antecipação. Ainda é possível viver esse excesso de ansiedade através de pensamentos confusos que muitas vezes deixam o individuo que sofre com uma sensação de estar desconectado do que acontece a sua volta.

Hoje entendemos que é necessário um conjunto de ações para aprender a lidar com esse modo de funcionar e transformar essa energia destrutiva em um combustível a favor da qualidade de vida.

A psicanálise é fundamental para que se possa ressignificar aspectos da história primitiva desse indivíduo que sofre através da neurose de angústia e ansiedade. Poderíamos pensar aqui nas experiências iniciais da vida da mãe com o bebê e nas marcas deixadas desse encontro. É preciso também olhar para os recursos que podem ajudar (no aqui e agora) na reestruturação desse corpo, possivelmente marcado por um certo desamparo. Vamos as dicas

1 - Aprender a respirar.

A respiração traz você para o presente. Promove a consciência e, sendo assim, o afasta dos fantasmas que paralisam o seu modo de funcionar. Por meio da respiração você encontra o centro de si mesmo.


2 - O exercício da meditação.

Aprenda a lidar com o estresse, a olhar mais para os acontecimentos reais do corpo e, dessa maneira, você é levado a conhecê-lo melhor, diminuindo o medo das experiências corporais e psicossomáticas.

3 - Atividade Física.

Ela eleva a produção de serotonina e a sensação de prazer. O exercício proporciona um reconhecimento da potência do corpo. É importante para a pessoa ansiosa escolher atividades que fortaleçam as pernas e que promovam o equilíbrio, porque as experiências que passam pelo corpo podem reorganizar as experiências traumáticas iniciais da vida.

Na experiência de análise é possível perceber que a maioria dos que chegam com sintomas de angústia e ansiedade passaram por uma experiência na infância de não ter sido acolhida, isto é, esse corpo não teve um contorno e o que ficou foi a sensação de cair, sucumbir. É importante marcar aqui que não se trata de pais que não são amorosos. Estamos falando de pais que não conseguem amparar por conta também das suas próprias questões emocionais e relacionais.

4 - O ato de brincar.

É notório o aumento no número de crianças que chegam à clínica com ansiedade. Estamos cada vez mais perdendo a capacidade de brincar, e isso acontece desde muito cedo. Somos postos em uma sociedade que privilegia o sucesso a qualquer custo e despreza o humor, a leveza e a riqueza que há no infantil que carregamos dentro de nós a vida toda.

Ainda incita a competição desenfreada que acaba refletindo nas escolhas das crianças: o maior exemplo são os jogos de performance e os videogames.

5 - Relacionamentos atóxicos.

Escolher estar com pessoas que fazem bem, ccom quem você se sente parte e acolhido.

6 - Ócio produtivo.

Deixar-se perder tempo, isto é, entender que o corpo precisa também desse espaço de calmaria e de contemplação. Nos distanciamos muito da natureza e esquecemos que somos parte dela.

7 - Modular projetos de trabalho eou estudo.

Muitas vezes somos tomados por um excesso, que de fato é da ordem do insuportável, e estamos sempre presos à ideia de uma produção para um futuro que nunca chega. O ansioso vive uma busca constante: há sempre algo a ser feito, uma falha a ser corrigida, um tornar-se a ser. Parece uma dívida eterna consigo mesmo.


8 - Dormir.

É bom evitar nesse momento refazer a agenda mental do dia seguinte, da semana, do mês, do ano, da vida! Evite os celulares e, mais do que isso, evite distrair-se com o mundo que há dentro dele. É preciso aprender a se entregar à hora de dormir. Um bom banho, acompanhado de um chá e de uma boa música podem funcionar como uma mãe acolhedora e calorosa.

9 - Espaço Terapêutico.

É preciso recordar e reelaborar os aspectos psíquicos que provocam a ansiedade. A possibilidade de cura passa pela possibilidade de se chegar ao trauma. A escolha do sintoma não é aleatória e remete ao desenvolvimento emocional e relacional nos primeiros anos de vida. Por meio da análise podemos aprender a lidar com os pais construídos dentro de nós e, dessa forma, ressignificar o nosso modo de existir agora como adultos, cuidando de nós mesmos.

10 - Medicina.

Dependendo do nível de ansiedade pelo qual você esteja passando, por exemplo, se tem um Transtorno de Ansiedade Generalizada, que esteja paralisando a sua vida, é preciso recorrer aos medicamentos durante um período. Até mesmo para que todas as experiências descritas acima tornem-se possíveis.

* Monica Donetto Guedes é psicanalista


Notícias da mídia Exercícios para fazer na cama ao acordar Quando o despertador toca de manhã sempre bate a preguiça de levantar da cama. Mais 10 minutos de soneca e você já está atrasada, não é? Ao longo do dia, o pescoço começa a doer, suas costas também e você já está na terceira xícara de café. Um jeito muito fácil de evitar todos esses problemas é manter uma pequena rotina de exercícios logo que você acorda. Respiração e alongamento ajudam a despertar e dar mais energia, sabia? "Estudos mostram que ao despertarmos pela manhã nossos músculos ficam 10% mais curtos e rígidos devido ao repouso prolongado da noite. O alongamento matinal é de grande importância, além de relaxar a musculatura e o corpo, previne dores que ao longo do dia podem ser sentidas", explica a fisioterapeuta e instrutora de pilates do Fit Body Pilates SPa&Estética, Mariana Novaes. São 6 exercícios bem simples que levam só 5 minutos: stretching 1. Deitada na cama retire seu travesseiro e alinhe bem sua coluna. Estique os braços e as pernas, de modo que seu corpo fique todo esticado. Entrelace suas mãos e estique-as para cima, fazendo uma tração na coluna. Repita esse movimento duas vezes por 20 segundos. 2. Deitada, dobre seus joelhos e leve em direção ao tronco, como se fosse abraçar as pernas. Mantenha por 20 segundos nessa posição e depois repita por mais uma vez. 3. Deitada, apoie seus pés na cama, flexione um pouco seu quadril e leve-o para o lado, deixando sua cabeça para o lado oposto do quadril. (Se levou o quadril para o lado direto, leve a cabeça para o lado esquerdo) Abra bem seus braços e relaxe. Faça dos dois lados, mantendo por 20 segundos na posição de alongamento e repetindo duas vezes. 4. Deitada, apoie os pés na cama unindo-os calcanhar com calcanhar e abra as pernas, fazendo a famosa posição da borboleta. Mantenha na postura de alongamento durante 20 segundos repetindo 2 vezes o movimento. 5. Sentada com o corpo ereto, pegue o braço direito e leve em direção a cabeça, puxando-a para o lado direito. Você irá sentir alongar a região do músculo trapézio e a região cervical do lado contralateral. Repita esse movimento por duas vezes mantendo por 20 segundos e repita no outro lado. 6. Todos os alongamentos devem ser associados a uma respiração lenta e profunda, inspirando o ar pelo nariz e expirando pela boca auxiliando o maior relaxamento muscular. A professora e proprietária da Personal Work, Adriane Lafemina explica como fazer o exercício: Deite com as pernas flexionadas, plantas dos pés na cama, mãos abaixo do umbigo e com a ponta dos dedos médios se tocando (se quiser junte os joelhos). Feche os olhos, inspire pelo nariz, sentindo o abdômen inchar: imagine um balão no abdômen, que se enche de ar na inspiração. Expire pelo nariz até o abdômen murchar completamente. Sinta que ao expirar o abdômen se contrai para dentro. Não force sua respiração, nem muito rápida, nem muito profunda, apenas observe seu ritmo. Experimente deixar sua expiração um pouco mais lenta que a inspiração! Faça o exercício de três a cinco minutos.

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