AECambuí | CDL
Associação Empresarial de Cambuí






QUEM SOMOS | SERVIÇOS | ASSOCIADOS | PROFISSIONAL AUTÔNOMO | EMERGÊNCIA CAMBUÍ | CONTATO
Ligue para AECambui » (35) 3431-3046
» Revista "O Empresário"
» Banco de Currículo
» Últimas Notícias
» A legislação e o empresário
» Auto-Ajuda
» Comportamento
» comunicação
» Conselhos Úteis
» Finanças ao seu alcance
» Jurisprudência
» Momento Empresarial
» Tipos de Consultas SCPC
» Vida saudável
» Turismo
» Fotos da Cidade
» Fotos dos Cursos
» Memória Viva





VOLTAR
Conselhos Úteis



Publicado em: 01/12/2017

Costumamos associar a depressão a sintomas psicológicos como a baixa autoestima e a apatia. Mas é um erro, infelizmente ainda comum, confundi-la com uma simples tristeza. É que ela se caracteriza como uma doença em que ocorrem desequilíbrios químicos dos chamados neurotransmissores, por isso, não adianta nada dizer a alguém com depressão para “dar a volta por cima”.

Esse desequilíbrio químico pode desencadear uma série de respostas e em diversas funções do organismo. Entre as consequências estão os sintomas que já conhecemos: tristeza, apatia, falta de motivação, dificuldade de concentração, etc. Mas, além dessas características psicológicas tão conhecidas, existe um grupo de sensações físicas que também são suscitadas pela depressão. Confira alguns delas e fique atento a si mesmo e às pessoas que o rodeiam:

1) Problemas digestivos: a dor na parte gastrointestinal é muito comum em depressivos. Há muitas vezes a ocorrência da síndrome do intestino irritável, que causa dores abdominais, flatulência e mudanças do hábito intestinal. Isso porque a depressão causa uma baixa na produção da serotonina e da noradrenalina, mediadores responsáveis pela modulação da dor.

2) Dor de cabeça: o indivíduo com depressão pode acumular sintomas emocionais, frustrações, medos e inseguranças, e somatizá-los descarregando-os no corpo através de um processo inconsciente, o que acaba ocasionando dores do tipo cefaleia.

3) Tensão na nuca e nos ombros: como consequência do processo de somatização, o paciente depressivo fica constantemente em estado de alerta e os sintomas psicológicos da ansiedade e do nervosismo se manifestam como sintomas físicos na forma de tensão na musculatura, principalmente da nuca e ombros.

4) Distúrbios do sono: ou o paciente dorme demais, buscando no sono uma fuga da realidade, ou não consegue dormir, por não conseguir se desligar dos problemas que o levaram a depressão. Em ambos os casos, o resultado é um sono de má qualidade que prejudica o rendimento e a produtividade.

5) Cansaço ou fadiga: sem uma produção adequada dos neurotransmissores serotonina, noradrenalina e dopamina, o depressivo vive um estado de prostração, com sintomas como fraqueza, cansaço, falta de ânimo e falta de iniciativa para executar qualquer atividade.

6) Dores no corpo: os sintomas de fadiga e cansaço próprios do quadro depressivo acabam comprometendo uma postura adequada quando o indivíduo tenta realizar suas atividades diárias, piorando a sensação de tensão e dores musculares, principalmente nas costas e no peito – o que pode ser agravado pelo sedentarismo.

7) Mudanças no apetite e no peso: falta ou excesso de apetite costumam estar associados à depressão, o que se reflete em mudanças no peso. Quadros de anorexia e bulimia devem ser tratados à parte, pois são outros transtornos, mas pode haver associação. Portanto, é necessário prestar atenção tanto nas mudanças de apetite do paciente com suspeita de depressão quanto em sinais depressivos nas pessoas que já tratam transtornos alimentares.

8) Baixa imunidade: o mal-estar físico e mental desencadeia uma liberação descontrolada de hormônios que afeta as células de defesa, causando uma baixa na imunidade e deixando o indivíduo mais vulnerável a gripes, herpes e resfriados. Além disso, a tristeza e falta de iniciativa para realizar atividades pode fazer com que o paciente não tome os devidos cuidados com a saúde, adotando comportamentos de risco como ingestão excessiva de álcool, tabagismo e sedentarismo – todos fatores que interferem diretamente na imunidade.




Notícias da mídia Exercícios para fazer na cama ao acordar Quando o despertador toca de manhã sempre bate a preguiça de levantar da cama. Mais 10 minutos de soneca e você já está atrasada, não é? Ao longo do dia, o pescoço começa a doer, suas costas também e você já está na terceira xícara de café. Um jeito muito fácil de evitar todos esses problemas é manter uma pequena rotina de exercícios logo que você acorda. Respiração e alongamento ajudam a despertar e dar mais energia, sabia? "Estudos mostram que ao despertarmos pela manhã nossos músculos ficam 10% mais curtos e rígidos devido ao repouso prolongado da noite. O alongamento matinal é de grande importância, além de relaxar a musculatura e o corpo, previne dores que ao longo do dia podem ser sentidas", explica a fisioterapeuta e instrutora de pilates do Fit Body Pilates SPa&Estética, Mariana Novaes. São 6 exercícios bem simples que levam só 5 minutos: stretching 1. Deitada na cama retire seu travesseiro e alinhe bem sua coluna. Estique os braços e as pernas, de modo que seu corpo fique todo esticado. Entrelace suas mãos e estique-as para cima, fazendo uma tração na coluna. Repita esse movimento duas vezes por 20 segundos. 2. Deitada, dobre seus joelhos e leve em direção ao tronco, como se fosse abraçar as pernas. Mantenha por 20 segundos nessa posição e depois repita por mais uma vez. 3. Deitada, apoie seus pés na cama, flexione um pouco seu quadril e leve-o para o lado, deixando sua cabeça para o lado oposto do quadril. (Se levou o quadril para o lado direto, leve a cabeça para o lado esquerdo) Abra bem seus braços e relaxe. Faça dos dois lados, mantendo por 20 segundos na posição de alongamento e repetindo duas vezes. 4. Deitada, apoie os pés na cama unindo-os calcanhar com calcanhar e abra as pernas, fazendo a famosa posição da borboleta. Mantenha na postura de alongamento durante 20 segundos repetindo 2 vezes o movimento. 5. Sentada com o corpo ereto, pegue o braço direito e leve em direção a cabeça, puxando-a para o lado direito. Você irá sentir alongar a região do músculo trapézio e a região cervical do lado contralateral. Repita esse movimento por duas vezes mantendo por 20 segundos e repita no outro lado. 6. Todos os alongamentos devem ser associados a uma respiração lenta e profunda, inspirando o ar pelo nariz e expirando pela boca auxiliando o maior relaxamento muscular. A professora e proprietária da Personal Work, Adriane Lafemina explica como fazer o exercício: Deite com as pernas flexionadas, plantas dos pés na cama, mãos abaixo do umbigo e com a ponta dos dedos médios se tocando (se quiser junte os joelhos). Feche os olhos, inspire pelo nariz, sentindo o abdômen inchar: imagine um balão no abdômen, que se enche de ar na inspiração. Expire pelo nariz até o abdômen murchar completamente. Sinta que ao expirar o abdômen se contrai para dentro. Não force sua respiração, nem muito rápida, nem muito profunda, apenas observe seu ritmo. Experimente deixar sua expiração um pouco mais lenta que a inspiração! Faça o exercício de três a cinco minutos.

AECambuí | CDL - Associação Empresarial de Cambuí
Agência WebSide