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Publicado em: 17/07/2017

A insônia é uma desordem do sono comum que impede o sono reparador.

A dificuldade para dormir, ter um sono contínuo ou acordar no meio da noite, são características normais dessa condição.

A insônia pode diminuir a energia, piorar o humor e saúde, afetar o trabalho e qualidade de vida.

A maior parte dos adultos precisam de uma média de 7/8 horas de sono por noite.

Muitos adultos experienciam a insônia em alguma parte da vida. Ela pode ser causada por estresse ou eventos traumáticos. Essa condição pode se tornar crônica e durar meses ou anos.

Não é necessário ter que passar por noites sem dormir! Mudanças nos hábitos podem reverter essa situação.

Sintomas:


– Dificuldade para dormir à noite.

– Acordar durante à noite.

– Acordar muito cedo.

– Não se sentir descansado após uma noite de sono.

– Sonolência diária.

– Irritabilidade, depressão E ansiedade.

– Falta de memória e dificuldade de concentração.

– Aumento de erros e acidentes.

Podendo ser um problema primário, a insônia, também pode ser causada por condições médicas e medicamentos.

A insônia crônica é geralmente o resultado de estresse, eventos traumáticos ou hábitos diários que atrapalham o sono.

O tratamento da causa subjacente pode curar a dificuldade de dormir.

Causas:


– Estresse. Preocupações com o trabalho, escola, saúde, finanças ou família podem manter a mente ativa durante a noite, dificultando o sono. Eventos traumáticos como a morte de um ente querido, divorcio ou demissão também podem resultar em insônia.

– Viagens ou trabalho. Os ritmos circadianos atuam no organismo como um relógio interno, guiando o ciclo do sono, metabolismo e temperatura corporal. A mudança de fuso-horário e trabalhar até tarde ou muito cedo podem afetar nosso relógio interno causando a insônia.

– Hábitos do sono não saudáveis incluem: Comer ou assistir TV antes de dormir, dormir em horários irregulares, ambiente desconfortável, computadores e celulares.

– Comer muito antes de dormir.

Causas adicionais:


– Desordens mentais. A ansiedade e o estresse pós-traumático podem afetar o sono. Acordar muito cedo pode ser sinal de depressão.

– Medicamentos. Muitos medicamentos prescritos podem causar insônia, como antidepressivos e remédios para asma ou pressão sanguínea.

– Condições médicas incluem: Câncer, diabetes, doenças no coração, asma, refluxo entre outras.

– Desordens relacionadas ao sono como: Apneia do sono e síndrome das pernas inquietas.

– Cafeína, Nicotina e Álcool.

A insônia pode aumentar com a idade.

Fatores de risco:


– Sexo feminino. A dificuldade para dormir pode ser resultado de mudanças hormonais causadas pela menstruação.

– Idade. Pessoas acima de 60 anos podem ter mais insônia devido a mudanças nos padrões do sono ou a medicamentos.

– Estresse.

– Não possuir uma agenda de trabalho regular.

Complicações:


– Baixa performance no trabalho ou escola.

– Reflexos mais lentos.

– Desordens mentais. As desordens mentais podem ser a causa da insônia ou serem causadas pela mesma.

– Risco de se desenvolver doenças de longo prazo como doenças do coração e pressão sanguínea alta.

Exames para diagnóstico:


– Exame físico. Se a causa da insônia é desconhecida, o médico poderá pedir um exame físico para procurar sinais de doenças.

– Avaliação de hábitos do sono. O médico irá avaliar o padrão de sono do paciente.

– Estudo do sono. Em alguns casos, o médico irá indicar que o paciente seja avaliado em uma clínica de sono. Serão testadas diversas atividades do corpo enquanto o paciente dorme.

Um dos tratamentos mais utilizado é a terapia comportamental cognitiva para insônia. Ela consiste em diversas técnicas físicas e mentais, que tem como objetivo, melhorar o sono e consequentemente a vida do paciente.

Existem vários medicamentos, como o Zolpidem, que podem ajudar no tratamento da insônia. Porém o seu uso deve ser sob supervisão médica.

Os remédios para insônia podem causar diversos efeitos colaterais, portanto, é necessário conversar com o médico antes.

A medicina alternativa também pode ajudar (acupuntura e ioga).

Ficar sem dormir pode ser muito ruim para a mente e corpo. A mudança de hábitos e o aconselhamento médico podem ser a solução.

Para mais informações procure o seu médico.


FONTE:MAYOCLINIC.




Notícias da mídia Exercícios para fazer na cama ao acordar Quando o despertador toca de manhã sempre bate a preguiça de levantar da cama. Mais 10 minutos de soneca e você já está atrasada, não é? Ao longo do dia, o pescoço começa a doer, suas costas também e você já está na terceira xícara de café. Um jeito muito fácil de evitar todos esses problemas é manter uma pequena rotina de exercícios logo que você acorda. Respiração e alongamento ajudam a despertar e dar mais energia, sabia? "Estudos mostram que ao despertarmos pela manhã nossos músculos ficam 10% mais curtos e rígidos devido ao repouso prolongado da noite. O alongamento matinal é de grande importância, além de relaxar a musculatura e o corpo, previne dores que ao longo do dia podem ser sentidas", explica a fisioterapeuta e instrutora de pilates do Fit Body Pilates SPa&Estética, Mariana Novaes. São 6 exercícios bem simples que levam só 5 minutos: stretching 1. Deitada na cama retire seu travesseiro e alinhe bem sua coluna. Estique os braços e as pernas, de modo que seu corpo fique todo esticado. Entrelace suas mãos e estique-as para cima, fazendo uma tração na coluna. Repita esse movimento duas vezes por 20 segundos. 2. Deitada, dobre seus joelhos e leve em direção ao tronco, como se fosse abraçar as pernas. Mantenha por 20 segundos nessa posição e depois repita por mais uma vez. 3. Deitada, apoie seus pés na cama, flexione um pouco seu quadril e leve-o para o lado, deixando sua cabeça para o lado oposto do quadril. (Se levou o quadril para o lado direto, leve a cabeça para o lado esquerdo) Abra bem seus braços e relaxe. Faça dos dois lados, mantendo por 20 segundos na posição de alongamento e repetindo duas vezes. 4. Deitada, apoie os pés na cama unindo-os calcanhar com calcanhar e abra as pernas, fazendo a famosa posição da borboleta. Mantenha na postura de alongamento durante 20 segundos repetindo 2 vezes o movimento. 5. Sentada com o corpo ereto, pegue o braço direito e leve em direção a cabeça, puxando-a para o lado direito. Você irá sentir alongar a região do músculo trapézio e a região cervical do lado contralateral. Repita esse movimento por duas vezes mantendo por 20 segundos e repita no outro lado. 6. Todos os alongamentos devem ser associados a uma respiração lenta e profunda, inspirando o ar pelo nariz e expirando pela boca auxiliando o maior relaxamento muscular. A professora e proprietária da Personal Work, Adriane Lafemina explica como fazer o exercício: Deite com as pernas flexionadas, plantas dos pés na cama, mãos abaixo do umbigo e com a ponta dos dedos médios se tocando (se quiser junte os joelhos). Feche os olhos, inspire pelo nariz, sentindo o abdômen inchar: imagine um balão no abdômen, que se enche de ar na inspiração. Expire pelo nariz até o abdômen murchar completamente. Sinta que ao expirar o abdômen se contrai para dentro. Não force sua respiração, nem muito rápida, nem muito profunda, apenas observe seu ritmo. Experimente deixar sua expiração um pouco mais lenta que a inspiração! Faça o exercício de três a cinco minutos.

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