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Publicado em: 01/05/2017

Uma coisa engraçada aconteceu quando eu proibi o uso de tablets em minha casa durante os dias da semana e restringi a sua utilização aos sábados e domingos. Meus filhos, de 6 e 4 anos, tornaram-se menos briguentos. Eles também ficaram mais felizes, mais receptivos e engajados de forma mais criativa. Eles redescobriram seus brinquedos. Fora de casa, eles se tornaram menos exigentes e mais independentes.

Na sexta-feira, a Academia Americana de Pediatria validou meu experimento, recomendando que crianças menores de 18 meses não tenham acesso nenhum a tablets e outros dispositivos com telas, e aquelas com idade entre 2 e 5 anos tenham o tempo limitado a uma hora por dia — metade da recomendação anterior. O grupo recomendou uma “programação de alta qualidade” e que os pais a assistam junto com seus filhos.

A academia não fixou limites para crianças mais velhas, mas sugeriu a redução do tempo em frente à tela antes da hora de dormir e quando entrar em conflito com atividades mais saudáveis.

A maioria dos pais não está escutando. Dispositivos móveis — tablets, smartphones e similares — em mãos infantis são um grande negócio. O tempo gasto em aplicativos de categoria “familiar” na loja Google Play dobrou nos últimos 12 meses, segundo o rastreador de apps App Annie.

Crianças entre 2 a 11 anos assistem a uma média de 4,5 horas diárias de programação gravada. E mais de 50% das contas da Netflix Inc. no mundo acessam a alguma forma de conteúdo infantil, segundo uma porta-voz.

Nós estamos conduzindo um experimento social com nossos filhos desde a chegada do smartphone há 10 anos e do tablet logo depois. Uma longa série de estudos vincula muita televisão para crianças a efeitos nocivos que vão da obesidade a problemas de atenção. Mas há poucos estudos que avaliam o uso de tablets e smartphones por crianças.

Tais pesquisas estão “em sua infância”, diz Dimitri Christakis, diretor do Centro para Saúde, Comportamento e Desenvolvimento da Criança do Hospital Infantil de Seattle e um dos autores das diretrizes da Academia Americana de Pediatria.

Mas nós sabemos que os efeitos das telas nas crianças jovens dependem do que elas estão procurando e como elas são usadas.

Para aqueles que, como eu, usam as telas frequentemente para distrair as crianças tempo o suficiente para preparar o jantar ou vesti-las, as notícias não são boas: assim como a televisão, muito consumo passivo é prejudicial. Para tornar esse tempo mais aproveitável, Christakis diz que um adulto deveria observar e colaborar com as crianças. Especialistas chamam isso de “atenção conjunta estruturada”.

“A mídia passiva apenas reduz essas oportunidades para atenção conjunta”, diz Christakis. Cada hora de programa de entretenimento que uma criança assiste nos primeiros três anos de vida eleva em 10% a probabilidade da criança apresentar problemas de atenção na escola com a idade de 7 anos, segundo a pesquisa de Christakis.

O cálculo muda quando o conteúdo é educacional, diz Christakis. O ator LeVar Burton, que foi produtor executivo da série infantil “Reading Rainbow”, lançou no ano passado um aplicativo infantil para tablets chamado Skybrary para capitalizar com a série. “Eu sempre digo, toda a mídia é educacional. A pergunta é, o que estamos ensinando?”, diz Burton.

Conforme as crianças crescem, as coisas se complicam mais, especialmente quando o conteúdo se torna mais interativo. A pesquisa sugere que o tempo diante da tela, especialmente com videogames, interfere no sono, levando a problemas na escola e desempenho mais fraco em testes de memória.

Mas o “Minecraft”, um jogo social que recompensa os jogadores por construir e resolver problemas, é pior do que brincar com os blocos de montar da Lego? Essa é uma pergunta feita por Paul Bettner, pai de três crianças com menos de 9 anos, um dos criadores do jogo para dispositivos móveis de sucesso “Words With Friends” e fundador da Playful Corp.

“Eu tenho visto em minha própria vida e na de meus filhos que há grande interação social, conteúdo com grande coordenação visual e motora, muita narração de histórias e envolvimento na narrativa, muita aprendizagem e construção de habilidades quando as crianças jogam videogames sozinhas ou juntas”, diz Bettner. Ele limita seus filhos a duas ou três horas diárias e os incentiva a jogar videogames em vez de assistir a programas.

Parece que a questão é menos sobre o tempo gasto diante das telas e mais sobre o que as crianças fazem com essas telas. Um estudo com alunos da primeira série que usaram um aplicativo chamado “Bedtime Math” para praticar matemática antes de irem dormir descobriu que esses alunos obtiveram uma vantagem de três meses em comparação a seus colegas em apenas um ano escolar.

Limitar o tempo das crianças diante da tela também exige sacrifícios dos responsáveis por elas, diz Teresa Belton, pesquisadora da Universidade de East Anglia do Reino Unido que examina a importância do tédio no desenvolvimento da imaginação e da criatividade. “Modelar o bom comportamento das crianças é muito importante”, diz ela. “Se os pais quiserem limitar o tempo dos filhos diante da tela, então eles terão que limitar o seu próprio [tempo] também.”

Evitar as redes sociais e e-mails em meu telefone certamente me tornou mais acessível para meus filhos e tem ajudado a modelar o comportamento deles. Eu vi como as telas afetaram a vida de meus filhos e tive que pensar em uma forma de reintroduzi-las. Eu continuo a me surpreender com o aprendizado desse exercício. E se você é o pai de uma criança pequena, você iria também.

“Uma das coisas mais problemáticas que vejo como pediatra é uma criança sendo vacinada segurando um iPad ou iPhone como tentativa de confortá-la depois”, diz Christakis. “Frequentemente funciona, mas pense no que está sendo substituído aqui — o que elas precisam é de um abraço, não deu um iPhone.”


Notícias da mídia Exercícios para fazer na cama ao acordar Quando o despertador toca de manhã sempre bate a preguiça de levantar da cama. Mais 10 minutos de soneca e você já está atrasada, não é? Ao longo do dia, o pescoço começa a doer, suas costas também e você já está na terceira xícara de café. Um jeito muito fácil de evitar todos esses problemas é manter uma pequena rotina de exercícios logo que você acorda. Respiração e alongamento ajudam a despertar e dar mais energia, sabia? "Estudos mostram que ao despertarmos pela manhã nossos músculos ficam 10% mais curtos e rígidos devido ao repouso prolongado da noite. O alongamento matinal é de grande importância, além de relaxar a musculatura e o corpo, previne dores que ao longo do dia podem ser sentidas", explica a fisioterapeuta e instrutora de pilates do Fit Body Pilates SPa&Estética, Mariana Novaes. São 6 exercícios bem simples que levam só 5 minutos: stretching 1. Deitada na cama retire seu travesseiro e alinhe bem sua coluna. Estique os braços e as pernas, de modo que seu corpo fique todo esticado. Entrelace suas mãos e estique-as para cima, fazendo uma tração na coluna. Repita esse movimento duas vezes por 20 segundos. 2. Deitada, dobre seus joelhos e leve em direção ao tronco, como se fosse abraçar as pernas. Mantenha por 20 segundos nessa posição e depois repita por mais uma vez. 3. Deitada, apoie seus pés na cama, flexione um pouco seu quadril e leve-o para o lado, deixando sua cabeça para o lado oposto do quadril. (Se levou o quadril para o lado direto, leve a cabeça para o lado esquerdo) Abra bem seus braços e relaxe. Faça dos dois lados, mantendo por 20 segundos na posição de alongamento e repetindo duas vezes. 4. Deitada, apoie os pés na cama unindo-os calcanhar com calcanhar e abra as pernas, fazendo a famosa posição da borboleta. Mantenha na postura de alongamento durante 20 segundos repetindo 2 vezes o movimento. 5. Sentada com o corpo ereto, pegue o braço direito e leve em direção a cabeça, puxando-a para o lado direito. Você irá sentir alongar a região do músculo trapézio e a região cervical do lado contralateral. Repita esse movimento por duas vezes mantendo por 20 segundos e repita no outro lado. 6. Todos os alongamentos devem ser associados a uma respiração lenta e profunda, inspirando o ar pelo nariz e expirando pela boca auxiliando o maior relaxamento muscular. A professora e proprietária da Personal Work, Adriane Lafemina explica como fazer o exercício: Deite com as pernas flexionadas, plantas dos pés na cama, mãos abaixo do umbigo e com a ponta dos dedos médios se tocando (se quiser junte os joelhos). Feche os olhos, inspire pelo nariz, sentindo o abdômen inchar: imagine um balão no abdômen, que se enche de ar na inspiração. Expire pelo nariz até o abdômen murchar completamente. Sinta que ao expirar o abdômen se contrai para dentro. Não force sua respiração, nem muito rápida, nem muito profunda, apenas observe seu ritmo. Experimente deixar sua expiração um pouco mais lenta que a inspiração! Faça o exercício de três a cinco minutos.

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