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Conselhos Úteis



Publicado em: 02/03/2017

Hoje constatamos que muitas pessoas estão deficientes desta que, na verdade, não é uma vitamina – é um hormônio esteróide. Alimentação incorreta é um dos fatores que impedem um nível ideal de vitamina D, mas o sol é fundamental para que o corpo mantenha níveis saudáveis de vitamina D.

O ideal é expor-se pelo menos 10 a 15 minutos todos os dias, sem filtro solar àquele ‘sol amigo’ – antes das 10h e depois das 16h. Alimentos como peixes gordurosos (salmão, atum, sardinha), carnes vermelhas, ovos, leite e queijo, manteiga e feijões – também garantem um bom aporte da vitamina D. Na maioria da população faz-se necessária a complementação via oral deste ingrediente.


Ainda não há um consenso sobre os níveis ideais desta vitamina no organismo e só o médico poderá indicar a dosagem de suplementação mais adequada. A única forma de saber se você está deficiente de vitamina D é por meio de um teste sanguíneo, no entanto, existem sinais e sintomas que também alertam para o problema.

Confira.

1 -Você se sente triste – A serotonina, o hormônio do cérebro associado ao humor, se eleva com a exposição à luz brilhante e diminui significativamente quando você não se expõe ao sol.

2 - Você tem 50 anos ou mais – À medida em que envelhecemos, a pele já não produz muita vitamina D em resposta à exposição solar e os rins tornam-se menos eficientes para converter a vitamina D em substâncias que o corpo possa utilizar.

3 -Você está com sobrepeso ou obeso/a – A vitamina D é uma espécie de hormônio solúvel em gordura, o que significa que a gordura corporal atua como um ‘ralo’ coletor dela. Se você está no sobrepeso, ou já sofre de obesidade, muito provavelmente você precisará de mais vitamina D.

4 - Seus ossos doem – A deficiência de vitamina D causa osteoporose nos adultos. Neste caso, ela provoca um defeito no processo de transformação do cálcio numa matriz de colágeno no esqueleto. Como resultado, aparecem as dores latejantes nos ossos.

5 - Suor na cabeça – Este é um dos primeiros e clássicos sinais de deficiência de vitamina D. Suor excessivo em recém-nascidos devido a uma irritabilidade neuromuscular é um dos sintomas de deficiência precoce de vitamina D.

6 - Você tem problemas gastrointestinais – A vitamina D é lipossolúvel, o que significa que problemas gastrointestinais que afetam a capacidade de absorver gordura pode ser uma baixa absorção de vitaminas solúveis em gordura - entre elas a doença de Crohn, a doença celíaca ou sensibilidade ao glúten, e outras inflamações intestinais - são alguns dos problemas que podem afetar os seus níveis de vitamina D.

(Dra Sueli Maluf)



Notícias da mídia Exercícios para fazer na cama ao acordar Quando o despertador toca de manhã sempre bate a preguiça de levantar da cama. Mais 10 minutos de soneca e você já está atrasada, não é? Ao longo do dia, o pescoço começa a doer, suas costas também e você já está na terceira xícara de café. Um jeito muito fácil de evitar todos esses problemas é manter uma pequena rotina de exercícios logo que você acorda. Respiração e alongamento ajudam a despertar e dar mais energia, sabia? "Estudos mostram que ao despertarmos pela manhã nossos músculos ficam 10% mais curtos e rígidos devido ao repouso prolongado da noite. O alongamento matinal é de grande importância, além de relaxar a musculatura e o corpo, previne dores que ao longo do dia podem ser sentidas", explica a fisioterapeuta e instrutora de pilates do Fit Body Pilates SPa&Estética, Mariana Novaes. São 6 exercícios bem simples que levam só 5 minutos: stretching 1. Deitada na cama retire seu travesseiro e alinhe bem sua coluna. Estique os braços e as pernas, de modo que seu corpo fique todo esticado. Entrelace suas mãos e estique-as para cima, fazendo uma tração na coluna. Repita esse movimento duas vezes por 20 segundos. 2. Deitada, dobre seus joelhos e leve em direção ao tronco, como se fosse abraçar as pernas. Mantenha por 20 segundos nessa posição e depois repita por mais uma vez. 3. Deitada, apoie seus pés na cama, flexione um pouco seu quadril e leve-o para o lado, deixando sua cabeça para o lado oposto do quadril. (Se levou o quadril para o lado direto, leve a cabeça para o lado esquerdo) Abra bem seus braços e relaxe. Faça dos dois lados, mantendo por 20 segundos na posição de alongamento e repetindo duas vezes. 4. Deitada, apoie os pés na cama unindo-os calcanhar com calcanhar e abra as pernas, fazendo a famosa posição da borboleta. Mantenha na postura de alongamento durante 20 segundos repetindo 2 vezes o movimento. 5. Sentada com o corpo ereto, pegue o braço direito e leve em direção a cabeça, puxando-a para o lado direito. Você irá sentir alongar a região do músculo trapézio e a região cervical do lado contralateral. Repita esse movimento por duas vezes mantendo por 20 segundos e repita no outro lado. 6. Todos os alongamentos devem ser associados a uma respiração lenta e profunda, inspirando o ar pelo nariz e expirando pela boca auxiliando o maior relaxamento muscular. A professora e proprietária da Personal Work, Adriane Lafemina explica como fazer o exercício: Deite com as pernas flexionadas, plantas dos pés na cama, mãos abaixo do umbigo e com a ponta dos dedos médios se tocando (se quiser junte os joelhos). Feche os olhos, inspire pelo nariz, sentindo o abdômen inchar: imagine um balão no abdômen, que se enche de ar na inspiração. Expire pelo nariz até o abdômen murchar completamente. Sinta que ao expirar o abdômen se contrai para dentro. Não force sua respiração, nem muito rápida, nem muito profunda, apenas observe seu ritmo. Experimente deixar sua expiração um pouco mais lenta que a inspiração! Faça o exercício de três a cinco minutos.

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