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Publicado em: 31/08/2016

Nada mais egoísta do que ir ao trabalho quando se está doente. Você pode até ganhar um ponto por aparecer no escritório com o nariz fungando e aguentar o dia inteiro como um soldado para demonstrar seu valor -- mas todos à sua volta vão adoecer.

Quando as pessoas levam suas doenças infecciosas para o trabalho, elas se espalham -- e quando as pessoas doentes têm um incentivo financeiro para não aparecer no trabalho, menos pessoas adoecem, de acordo com um novo documento do Departamento Nacional de Pesquisa Econômica dos Estados Unidos, organização sem fins lucrativos.

Os pesquisadores estudaram cidades dos EUA com licença médica paga obrigatória e, usando dados municipais e estaduais do Google Flu Trends de 2003 a 2015, buscou mudanças nas taxas de gripe depois que essa obrigação entrou em vigor.

Nas cidades que adotaram a obrigação de pagar pela licença médica nesse período, os casos de gripe diminuíram cerca de 5 por cento depois que essas leis passaram a vigorar.

Para uma cidade com 100.000 habitantes, isso significa que são registrados 100 contágios a menos por semana, estimaram os pesquisadores.

“No ambiente de trabalho, vemos pessoas espirrando, potencialmente contagiosas. É assim que as doenças se espalham”, disse Nicolas R. Ziebarth, professor assistente na Universidade Cornell e um dos pesquisadores do estudo.

Para a maioria de nós, ficar na frente do computador sentindo-se mal é uma tortura e não ajuda em nada a recuperação. Mesmo assim, 3 milhões de pessoas, ou 2 por cento da população dos EUA, levam seu mal-estar para o trabalho a cada semana -- um fenômeno que os pesquisadores apelidaram de “assiduidade contagiosa”.

Muitos fazem isso por pressões financeiras; quase um terço dos trabalhadores não tem acesso à licença médica paga, de acordo com o Escritório de Estatísticas de Trabalho dos EUA.

Os dois terços restantes, que podem se dar ao luxo de se ausentar por doença, precisam parar de arranjar desculpas para ir trabalhar doente.

Quase metade dos trabalhadores diz que se preocupa com o acúmulo de trabalho se eles faltarem por doença. As pessoas que se sentem comprometidas com seu trabalho também têm dificuldade para ficar em casa, porque acham que trabalhar é mais divertido do que se submeter à realidade de estar doente.

“Algumas pessoas querem aparentar que são duronas e mostrar que são muito trabalhadoras”, disse Ziebarth.

Mas esses aplicados trabalhadores não estão apenas demonstrando seu compromisso, eles estão inundando os colegas de germes; os modernos escritórios sem divisórias são um terreno fértil para as doenças contagiosas.

E o que é pior, as pessoas tendem a ir ao escritório no início de uma doença, quando o nível de contágio é maior, mas elas ainda se sentem bem o suficiente para trabalhar um pouco.

Os empregadores, por sua vez, deveriam estimular que os funcionários adoentados fiquem em casa. Essa assiduidade -- ir para o trabalho doente, independente de a doença ser contagiosa ou não -- custa às empresas cerca de US$ 150 bilhões por ano, estimou um estudo.

A produtividade de um trabalhador cai para cerca de um terço quando ele está curvado na cadeira, trabalhando à metade de sua velocidade habitual, dizem os pesquisadores.

Se ficar em casa quando estiver doente, ele poderá melhorar mais rápido. E seus colegas de trabalho poderão continuar saudáveis -- e completamente produtivos.




Notícias da mídia Exercícios para fazer na cama ao acordar Quando o despertador toca de manhã sempre bate a preguiça de levantar da cama. Mais 10 minutos de soneca e você já está atrasada, não é? Ao longo do dia, o pescoço começa a doer, suas costas também e você já está na terceira xícara de café. Um jeito muito fácil de evitar todos esses problemas é manter uma pequena rotina de exercícios logo que você acorda. Respiração e alongamento ajudam a despertar e dar mais energia, sabia? "Estudos mostram que ao despertarmos pela manhã nossos músculos ficam 10% mais curtos e rígidos devido ao repouso prolongado da noite. O alongamento matinal é de grande importância, além de relaxar a musculatura e o corpo, previne dores que ao longo do dia podem ser sentidas", explica a fisioterapeuta e instrutora de pilates do Fit Body Pilates SPa&Estética, Mariana Novaes. São 6 exercícios bem simples que levam só 5 minutos: stretching 1. Deitada na cama retire seu travesseiro e alinhe bem sua coluna. Estique os braços e as pernas, de modo que seu corpo fique todo esticado. Entrelace suas mãos e estique-as para cima, fazendo uma tração na coluna. Repita esse movimento duas vezes por 20 segundos. 2. Deitada, dobre seus joelhos e leve em direção ao tronco, como se fosse abraçar as pernas. Mantenha por 20 segundos nessa posição e depois repita por mais uma vez. 3. Deitada, apoie seus pés na cama, flexione um pouco seu quadril e leve-o para o lado, deixando sua cabeça para o lado oposto do quadril. (Se levou o quadril para o lado direto, leve a cabeça para o lado esquerdo) Abra bem seus braços e relaxe. Faça dos dois lados, mantendo por 20 segundos na posição de alongamento e repetindo duas vezes. 4. Deitada, apoie os pés na cama unindo-os calcanhar com calcanhar e abra as pernas, fazendo a famosa posição da borboleta. Mantenha na postura de alongamento durante 20 segundos repetindo 2 vezes o movimento. 5. Sentada com o corpo ereto, pegue o braço direito e leve em direção a cabeça, puxando-a para o lado direito. Você irá sentir alongar a região do músculo trapézio e a região cervical do lado contralateral. Repita esse movimento por duas vezes mantendo por 20 segundos e repita no outro lado. 6. Todos os alongamentos devem ser associados a uma respiração lenta e profunda, inspirando o ar pelo nariz e expirando pela boca auxiliando o maior relaxamento muscular. A professora e proprietária da Personal Work, Adriane Lafemina explica como fazer o exercício: Deite com as pernas flexionadas, plantas dos pés na cama, mãos abaixo do umbigo e com a ponta dos dedos médios se tocando (se quiser junte os joelhos). Feche os olhos, inspire pelo nariz, sentindo o abdômen inchar: imagine um balão no abdômen, que se enche de ar na inspiração. Expire pelo nariz até o abdômen murchar completamente. Sinta que ao expirar o abdômen se contrai para dentro. Não force sua respiração, nem muito rápida, nem muito profunda, apenas observe seu ritmo. Experimente deixar sua expiração um pouco mais lenta que a inspiração! Faça o exercício de três a cinco minutos.

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