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Conselhos Úteis



Publicado em: 15/08/2016

Você sabe escolher azeite? Apenas observando no rótulo se a acidez máxima é de 0,5%, certo? Errado.

Em entrevista ao Paladar ao vivo no Facebook, Arnaldo Comin, do empório Rua do Alecrim, em Moema, conta que isso é coisa do passado, quando ainda não havia chegado a “onda do azeite”, como já veio a do vinho, do café, do chocolate e os consumidores ficam mais bem informados sobre o que e como comprar. Ele conta que, sim, a acidez deve ser observada, mas em conjunto com outros aspectos.

Um deles é se o local do envase do produto é o mesmo da fabricação, já que levar o azeite em grandes tonéis para ser envasado em outro lugar (outra cidade ou outro país, muitas vezes) pode acarretar oxidação e outras perdas nas qualidades sensoriais.

Outra particularidade é procurar no rótulo a data ou a safra de fabricação e a data de vencimento. No Brasil, ele explica, o produtor não é obrigado a indicar a data de fabricação, apenas o vencimento - e este em geral é de dois anos a partir da fabricação. Como quanto mais jovem o azeite melhor, então azeite bom é o da última safra (na Europa ela é entre setembro e outubro; no Brasil, em torno de abril).

Se você pegar um azeite que está prestes a vencer, significa que ele já passou quase dois anos da sua fabricação.

Não vai fazer mal à saúde, mas provavelmente já não terá mais os aromas e sabores vívidos que deveria ter. Em geral, Arnaldo conta, a safra é indicada no rótulo pelos pequenos produtores, que fazem azeites de qualidade superior, com garrafas nacionais de 250 ml que giram em torno de R$ 40.


Notícias da mídia Exercícios para fazer na cama ao acordar Quando o despertador toca de manhã sempre bate a preguiça de levantar da cama. Mais 10 minutos de soneca e você já está atrasada, não é? Ao longo do dia, o pescoço começa a doer, suas costas também e você já está na terceira xícara de café. Um jeito muito fácil de evitar todos esses problemas é manter uma pequena rotina de exercícios logo que você acorda. Respiração e alongamento ajudam a despertar e dar mais energia, sabia? "Estudos mostram que ao despertarmos pela manhã nossos músculos ficam 10% mais curtos e rígidos devido ao repouso prolongado da noite. O alongamento matinal é de grande importância, além de relaxar a musculatura e o corpo, previne dores que ao longo do dia podem ser sentidas", explica a fisioterapeuta e instrutora de pilates do Fit Body Pilates SPa&Estética, Mariana Novaes. São 6 exercícios bem simples que levam só 5 minutos: stretching 1. Deitada na cama retire seu travesseiro e alinhe bem sua coluna. Estique os braços e as pernas, de modo que seu corpo fique todo esticado. Entrelace suas mãos e estique-as para cima, fazendo uma tração na coluna. Repita esse movimento duas vezes por 20 segundos. 2. Deitada, dobre seus joelhos e leve em direção ao tronco, como se fosse abraçar as pernas. Mantenha por 20 segundos nessa posição e depois repita por mais uma vez. 3. Deitada, apoie seus pés na cama, flexione um pouco seu quadril e leve-o para o lado, deixando sua cabeça para o lado oposto do quadril. (Se levou o quadril para o lado direto, leve a cabeça para o lado esquerdo) Abra bem seus braços e relaxe. Faça dos dois lados, mantendo por 20 segundos na posição de alongamento e repetindo duas vezes. 4. Deitada, apoie os pés na cama unindo-os calcanhar com calcanhar e abra as pernas, fazendo a famosa posição da borboleta. Mantenha na postura de alongamento durante 20 segundos repetindo 2 vezes o movimento. 5. Sentada com o corpo ereto, pegue o braço direito e leve em direção a cabeça, puxando-a para o lado direito. Você irá sentir alongar a região do músculo trapézio e a região cervical do lado contralateral. Repita esse movimento por duas vezes mantendo por 20 segundos e repita no outro lado. 6. Todos os alongamentos devem ser associados a uma respiração lenta e profunda, inspirando o ar pelo nariz e expirando pela boca auxiliando o maior relaxamento muscular. A professora e proprietária da Personal Work, Adriane Lafemina explica como fazer o exercício: Deite com as pernas flexionadas, plantas dos pés na cama, mãos abaixo do umbigo e com a ponta dos dedos médios se tocando (se quiser junte os joelhos). Feche os olhos, inspire pelo nariz, sentindo o abdômen inchar: imagine um balão no abdômen, que se enche de ar na inspiração. Expire pelo nariz até o abdômen murchar completamente. Sinta que ao expirar o abdômen se contrai para dentro. Não force sua respiração, nem muito rápida, nem muito profunda, apenas observe seu ritmo. Experimente deixar sua expiração um pouco mais lenta que a inspiração! Faça o exercício de três a cinco minutos.

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