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Publicado em: 09/06/2016

Quando o manual do proprietário faz as recomendações para trocas de óleo, fluídos e outros componentes, são estabelecidas quilometragens ou prazos. Mas com uma observação de que no automóvel utilizado sob “condições severas” deve-se reduzir à metade a quilometragem indicada. O que deixa o dono do carro perdido, pois não explica o que são essas tais “condições severas”. Podem ser duas situações.

A primeira, do carro que roda constantemente no trânsito urbano, no para e anda dos congestionamentos. Neste caso, o motor funciona horas com o carro parado. E o hodômetro não marca um quilometro sequer. Basta somar a quantidade de vezes em que ele ficou parado num sinal, num trânsito pesado.

Nessas condições, a informação da quilometragem é falsa, pois o motor trabalhou muito mais do que o de um outro automóvel que tenha rodado sempre numa rodovia. Daí a sugestão para que se considere a metade do que indica o hodômetro e a troca seja feita mais cedo.

Uma segunda situação da severidade de condições é de o dono do carro sempre ligá-lo de manhã e rodar alguns poucos quilômetros até seu local de trabalho. Permanece imóvel, estacionado todo o dia e, à noite, roda o mesmo percurso de volta para casa. E passa a noite desligado.

O problema deste automóvel é diferente, pois o motor não chega a funcionar tempo suficiente para atingir sua temperatura ideal de operação. Trabalhando “frio”, além de vários de seus componentes sofrer um desgaste excessivo, o óleo do cárter não se aqueceu o suficiente para queimar os gases da combustão, que o contaminam e prejudicam sua eficiência. Também neste caso vale a recomendação da troca antecipada do óleo do motor. Se o manual fala em sua substituição aos 10 mil km, por exemplo, faça a troca aos 5 mil km.


Notícias da mídia Exercícios para fazer na cama ao acordar Quando o despertador toca de manhã sempre bate a preguiça de levantar da cama. Mais 10 minutos de soneca e você já está atrasada, não é? Ao longo do dia, o pescoço começa a doer, suas costas também e você já está na terceira xícara de café. Um jeito muito fácil de evitar todos esses problemas é manter uma pequena rotina de exercícios logo que você acorda. Respiração e alongamento ajudam a despertar e dar mais energia, sabia? "Estudos mostram que ao despertarmos pela manhã nossos músculos ficam 10% mais curtos e rígidos devido ao repouso prolongado da noite. O alongamento matinal é de grande importância, além de relaxar a musculatura e o corpo, previne dores que ao longo do dia podem ser sentidas", explica a fisioterapeuta e instrutora de pilates do Fit Body Pilates SPa&Estética, Mariana Novaes. São 6 exercícios bem simples que levam só 5 minutos: stretching 1. Deitada na cama retire seu travesseiro e alinhe bem sua coluna. Estique os braços e as pernas, de modo que seu corpo fique todo esticado. Entrelace suas mãos e estique-as para cima, fazendo uma tração na coluna. Repita esse movimento duas vezes por 20 segundos. 2. Deitada, dobre seus joelhos e leve em direção ao tronco, como se fosse abraçar as pernas. Mantenha por 20 segundos nessa posição e depois repita por mais uma vez. 3. Deitada, apoie seus pés na cama, flexione um pouco seu quadril e leve-o para o lado, deixando sua cabeça para o lado oposto do quadril. (Se levou o quadril para o lado direto, leve a cabeça para o lado esquerdo) Abra bem seus braços e relaxe. Faça dos dois lados, mantendo por 20 segundos na posição de alongamento e repetindo duas vezes. 4. Deitada, apoie os pés na cama unindo-os calcanhar com calcanhar e abra as pernas, fazendo a famosa posição da borboleta. Mantenha na postura de alongamento durante 20 segundos repetindo 2 vezes o movimento. 5. Sentada com o corpo ereto, pegue o braço direito e leve em direção a cabeça, puxando-a para o lado direito. Você irá sentir alongar a região do músculo trapézio e a região cervical do lado contralateral. Repita esse movimento por duas vezes mantendo por 20 segundos e repita no outro lado. 6. Todos os alongamentos devem ser associados a uma respiração lenta e profunda, inspirando o ar pelo nariz e expirando pela boca auxiliando o maior relaxamento muscular. A professora e proprietária da Personal Work, Adriane Lafemina explica como fazer o exercício: Deite com as pernas flexionadas, plantas dos pés na cama, mãos abaixo do umbigo e com a ponta dos dedos médios se tocando (se quiser junte os joelhos). Feche os olhos, inspire pelo nariz, sentindo o abdômen inchar: imagine um balão no abdômen, que se enche de ar na inspiração. Expire pelo nariz até o abdômen murchar completamente. Sinta que ao expirar o abdômen se contrai para dentro. Não force sua respiração, nem muito rápida, nem muito profunda, apenas observe seu ritmo. Experimente deixar sua expiração um pouco mais lenta que a inspiração! Faça o exercício de três a cinco minutos.

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