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Publicado em: 06/06/2016

Para não ter que comprar uma mala nova a cada ano, é preciso investir em um modelo de qualidade: resistente, espaçoso e fácil de carregar.

Confira, a seguir, algumas dicas para decidir qual é a mala perfeita para você.

1 Quatro ou duas rodas?

Prefira malas que tenham quatro rodinhas e é melhor ainda se elas girarem em 360°, o que facilita muito na hora de carregar grandes volumes. Nesse caso, é preciso fazer pouco esforço físico, já que não é necessário tombar a mala para arrastá-la, basta empurrar na vertical. Outra dica é procurar por modelos com rodas de uretano, que não quebram com facilidade como o plástico e nem desgastam rapidamente como a borracha. É o mesmo material usado em rodinhas de skate.

2 Rígida ou de tecido?

As malas rígidas são produzidas com materiais de alta durabilidade, como policarbonato e polipropileno, além de algumas composições exclusivas patenteadas por fabricantes. São, geralmente, mais resistentes ao impacto e também não molham. "A desvantagem é que, dependendo do material e da qualidade da mala, a carcaça pode quebrar ou romper", explica Renato Rotta, responsável pelo marketing da Samsonite no Brasil. As malas mais duras também podem ser mais pesadas, se comparadas às de tecido, produzidas em poliéster e nylon. Estas últimas costumam ser mais baratas, porém, o desgaste tende a ser mais acelerado.


3 Tamanho ideal

Se puder, invista em um kit de malas com tamanhos pequeno, médio e grande. Assim, você estará preparado para viagens de diferentes durações. Mas se puder investir apenas em um modelo de mala, compre a de tamanho médio, que é mais fácil de conduzir e cabe sem aperto no porta-malas do carro.

"Muitas pessoas compram malas grandes com a ideia de levar só uma bagagem, porém, pode ficar complicado transportar tanto peso. É ruim até para tirar da esteira de bagagem do aeroporto", diz a personal organizer Jane Melo, que sugere dividir o peso entre duas bagagens, quando há muitas coisas para levar. Já os modelos pequenos podem ser usados em viagens de fim de semana, com a vantagem de que, dependendo do peso da sua bagagem, não precisam ser despachados.


4 Divisão interna

O espaço dentro da mala é mais importante do que o tamanho externo - acredite, algumas malas são grandes por fora e pequenas por dentro. E se você costuma sofrer na hora de fechar a mala para voltar para casa, tente uma expansível, que aumenta de altura ao abrir o zíper extra.

Da mesma forma, considere que fica mais fácil organizar os pertences em uma mala que abre no meio e divide as roupas igualmente. "Essas malas são melhores por distribuírem todo o volume em duas partes. Também são boas para montar uma mala que vai servir a duas pessoas, porque cada uma tem o seu lado", diz a personal organizer Juliana Faria. Os modelos de "tampa" não chegam a ser ruins, mas obrigam a tirar tudo o que está em cima para encontrar algo colocado no fundo da mala.

5 Cores a gosto

As malas pretas e azuis-marinhos não aparentam tanto a sujeira, em compensação, são facilmente perdidas na esteira de bagagem, porque há muitas outras parecidas rodando por lá. Então, se você nunca se lembra de colocar uma fita ou qualquer outra coisa para destacar a sua bagagem no meio da multidão, considere investir em um modelo colorido: amarelo, verde, laranja ou até estampado, por exemplo.

6 À prova de chave

É recomendável colocar cadeados em malas se for viajar de avião, trem ou ônibus. Mas se não quiser se preocupar com o acessório, pode comprar uma mala com cadeado já embutido. Procure por modelos com cadeado TSA, que podem ser abertos por uma chave mestra pela alfândega dos Estados Unidos, quando necessário, sem que a bagagem seja danificada.

7 Na loja

Questione o vendedor se a mala possui garantia e assistência técnica próxima de onde mora. Vale, também, abrir e fechar o zíper algumas vezes, para ter certeza de que ele é resistente e não emperra. Antes de levar, preste atenção nos acabamentos, como costura, zíper, alça e rodinhas. Por fim, segure a mala com uma mão só para sentir o peso e também simule o transporte na loja, arrastando a bagagem de um lado para o outro.



Notícias da mídia Exercícios para fazer na cama ao acordar Quando o despertador toca de manhã sempre bate a preguiça de levantar da cama. Mais 10 minutos de soneca e você já está atrasada, não é? Ao longo do dia, o pescoço começa a doer, suas costas também e você já está na terceira xícara de café. Um jeito muito fácil de evitar todos esses problemas é manter uma pequena rotina de exercícios logo que você acorda. Respiração e alongamento ajudam a despertar e dar mais energia, sabia? "Estudos mostram que ao despertarmos pela manhã nossos músculos ficam 10% mais curtos e rígidos devido ao repouso prolongado da noite. O alongamento matinal é de grande importância, além de relaxar a musculatura e o corpo, previne dores que ao longo do dia podem ser sentidas", explica a fisioterapeuta e instrutora de pilates do Fit Body Pilates SPa&Estética, Mariana Novaes. São 6 exercícios bem simples que levam só 5 minutos: stretching 1. Deitada na cama retire seu travesseiro e alinhe bem sua coluna. Estique os braços e as pernas, de modo que seu corpo fique todo esticado. Entrelace suas mãos e estique-as para cima, fazendo uma tração na coluna. Repita esse movimento duas vezes por 20 segundos. 2. Deitada, dobre seus joelhos e leve em direção ao tronco, como se fosse abraçar as pernas. Mantenha por 20 segundos nessa posição e depois repita por mais uma vez. 3. Deitada, apoie seus pés na cama, flexione um pouco seu quadril e leve-o para o lado, deixando sua cabeça para o lado oposto do quadril. (Se levou o quadril para o lado direto, leve a cabeça para o lado esquerdo) Abra bem seus braços e relaxe. Faça dos dois lados, mantendo por 20 segundos na posição de alongamento e repetindo duas vezes. 4. Deitada, apoie os pés na cama unindo-os calcanhar com calcanhar e abra as pernas, fazendo a famosa posição da borboleta. Mantenha na postura de alongamento durante 20 segundos repetindo 2 vezes o movimento. 5. Sentada com o corpo ereto, pegue o braço direito e leve em direção a cabeça, puxando-a para o lado direito. Você irá sentir alongar a região do músculo trapézio e a região cervical do lado contralateral. Repita esse movimento por duas vezes mantendo por 20 segundos e repita no outro lado. 6. Todos os alongamentos devem ser associados a uma respiração lenta e profunda, inspirando o ar pelo nariz e expirando pela boca auxiliando o maior relaxamento muscular. A professora e proprietária da Personal Work, Adriane Lafemina explica como fazer o exercício: Deite com as pernas flexionadas, plantas dos pés na cama, mãos abaixo do umbigo e com a ponta dos dedos médios se tocando (se quiser junte os joelhos). Feche os olhos, inspire pelo nariz, sentindo o abdômen inchar: imagine um balão no abdômen, que se enche de ar na inspiração. Expire pelo nariz até o abdômen murchar completamente. Sinta que ao expirar o abdômen se contrai para dentro. Não force sua respiração, nem muito rápida, nem muito profunda, apenas observe seu ritmo. Experimente deixar sua expiração um pouco mais lenta que a inspiração! Faça o exercício de três a cinco minutos.

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