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Conselhos Úteis



Publicado em: 26/05/2016

A relação que você mantém com o seu chefe é a mais importante da sua carreira.

Não é difícil entender o porquê: é ele quem tem o poder de promover, demitir, aprovar aumentos salariais, autorizar treinamentos e expor o seu talento perante o resto da empresa.

Mesmo que você mude de emprego, ele pode apresentar você a outros profissionais e até se tornar um mentor para a sua carreira.

Essas são as razões pelas quais é importante construir uma relação afetiva com o seu líder, afirma o coach norte-americano Steve Arneson, autor do livro “O que seu chefe realmente quer de você” (Editora BestSeller, 2016).

“Apenas cumprir as tarefas pedidas pelo seu gestor pode trazer experiência profissional, mas não ajudará muito a sua carreira”, diz o especialista. “Você precisa aprender com os erros dele, fazer perguntas e pedir conselhos, o que só é possível se vocês têm um relacionamento próximo”.

Embora muitos chefes de fato não tenham preparo suficiente para interagir de forma madura e produtiva com seus subordinados, também é verdade que o preconceito contra eles estraga muitas relações. Afinal, não faltam estereótipos em torno dessa figura.

De acordo com João Marcelo Furlan, sócio-fundador da Enora Leaders e autor do livro "Flaps!" (Editora DVS, 2015), para além da fantasia de que gestores são pessoas inflexíveis ou difíceis de agradar, também sobrevive no Brasil a noção de que eles são completamente intolerantes a qualquer erro da equipe.

“Muitos profissionais acham melhor esconder suas fraquezas e dúvidas do chefe, por medo de parecerem incompetentes aos olhos dele”, diz Furlan. “Na verdade, é justamente ao mostrar a sua vulnerabilidade que você constrói uma relação aberta ao aprendizado, que pode evoluir para uma mentoria”.

Qual é a diferença entre um chefe, um coach e um mentor?

Segundo Arneson, um chefe não passa de um administrador do trabalho de uma ou mais pessoas. Já o coach tem o papel de provocar o desenvolvimento de um profissional por meio de perguntas, desafios e exercícios — sem jamais dar respostas prontas ou arriscar palpites sobre a sua conduta, completa Furlan.

O mentor, finalmente, é uma espécie de professor de carreira: ele se apoia em suas próprias vivências para orientar, dar conselhos e indicar caminhos para seu protegido. “Se você é uma pessoa de sorte, trabalha para um chefe que pode ser tanto um bom coach quanto um ótimo mentor”, diz Arneson.

Como transformar o seu chefe num mentor?

Não há receitas para relacionamentos. Ainda assim, certas estratégias podem enriquecer a parceria que você mantém com o seu chefe e, eventualmente, colocá-la na direção de uma mentoria.

O primeiro passo é demonstrar o seu desejo sincero de aprender com ele. “Faça perguntas, peça conselhos de carreira, crie o hábito de solicitar o conhecimento dele para grandes e pequenas decisões”, diz Furlan.

Isso não quer dizer que a interação entre vocês deva ser sempre pautada por assuntos profissionais ou técnicos. Muito pelo contrário: é importante que as conversas entre vocês também incluam temas que nada têm a ver com o trabalho.

Falar sobre os seus hobbies, vivências e opiniões pessoais — e demonstrar interesse também pelas histórias do seu chefe — ajuda a criar um vínculo emocional com ele. Segundo Furlan, o grande segredo para conquistar um mentor é conquistar um amigo, uma pessoa com quem você almoça e bate papos informais fora da empresa.

A relação, contudo, seguirá sendo predominantemente profissional. “É indispensável ganhar a confiança do seu líder, o que significa que você precisa fazer um ótimo trabalho, ser consistente, respeitar prazos e mostrar que você é competente”, explica Arneson. “Só assim você irá demonstrar que é digno da mentoria dele”.

Executar um bom trabalho também significa facilitar a vida do seu gestor, isto é, oferecer ajuda para pequenas e grandes tarefas que ele precise cumprir. Afinal, diz o coach norte-americano, todo chefe gosta de passar tempo com pessoas solícitas, bem dispostas e prontas para tomar a iniciativa.

O que você pode dar em troca?
Todas as estratégias descritas por Arneson e Furlan têm a capacidade de enriquecer muito a sua relação com o seu líder, mas há um detalhe que fará toda a diferença: se você quer que ele se transforme no seu mentor, você também precisa ser uma espécie de mentor para ele.

É o que se chama de “mentoria reversa” — quando o aluno também age como professor. Apesar de menos experiente que o seu líder, você detém muitos conhecimentos que faltam a ele.

O jovem pode ajudar seu mentor a se tornar mais proficiente em tecnologia ou a entender melhor a mentalidade da geração Y, por exemplo.

Quando se revezam nas posições de mentor e mentorado, diz Arneson, você e seu líder constroem uma relação que gera benefícios mútuos. Embora difícil de atingir, a reciprocidade é o segredo para a longevidade desse tipo de parceria.


Notícias da mídia Exercícios para fazer na cama ao acordar Quando o despertador toca de manhã sempre bate a preguiça de levantar da cama. Mais 10 minutos de soneca e você já está atrasada, não é? Ao longo do dia, o pescoço começa a doer, suas costas também e você já está na terceira xícara de café. Um jeito muito fácil de evitar todos esses problemas é manter uma pequena rotina de exercícios logo que você acorda. Respiração e alongamento ajudam a despertar e dar mais energia, sabia? "Estudos mostram que ao despertarmos pela manhã nossos músculos ficam 10% mais curtos e rígidos devido ao repouso prolongado da noite. O alongamento matinal é de grande importância, além de relaxar a musculatura e o corpo, previne dores que ao longo do dia podem ser sentidas", explica a fisioterapeuta e instrutora de pilates do Fit Body Pilates SPa&Estética, Mariana Novaes. São 6 exercícios bem simples que levam só 5 minutos: stretching 1. Deitada na cama retire seu travesseiro e alinhe bem sua coluna. Estique os braços e as pernas, de modo que seu corpo fique todo esticado. Entrelace suas mãos e estique-as para cima, fazendo uma tração na coluna. Repita esse movimento duas vezes por 20 segundos. 2. Deitada, dobre seus joelhos e leve em direção ao tronco, como se fosse abraçar as pernas. Mantenha por 20 segundos nessa posição e depois repita por mais uma vez. 3. Deitada, apoie seus pés na cama, flexione um pouco seu quadril e leve-o para o lado, deixando sua cabeça para o lado oposto do quadril. (Se levou o quadril para o lado direto, leve a cabeça para o lado esquerdo) Abra bem seus braços e relaxe. Faça dos dois lados, mantendo por 20 segundos na posição de alongamento e repetindo duas vezes. 4. Deitada, apoie os pés na cama unindo-os calcanhar com calcanhar e abra as pernas, fazendo a famosa posição da borboleta. Mantenha na postura de alongamento durante 20 segundos repetindo 2 vezes o movimento. 5. Sentada com o corpo ereto, pegue o braço direito e leve em direção a cabeça, puxando-a para o lado direito. Você irá sentir alongar a região do músculo trapézio e a região cervical do lado contralateral. Repita esse movimento por duas vezes mantendo por 20 segundos e repita no outro lado. 6. Todos os alongamentos devem ser associados a uma respiração lenta e profunda, inspirando o ar pelo nariz e expirando pela boca auxiliando o maior relaxamento muscular. A professora e proprietária da Personal Work, Adriane Lafemina explica como fazer o exercício: Deite com as pernas flexionadas, plantas dos pés na cama, mãos abaixo do umbigo e com a ponta dos dedos médios se tocando (se quiser junte os joelhos). Feche os olhos, inspire pelo nariz, sentindo o abdômen inchar: imagine um balão no abdômen, que se enche de ar na inspiração. Expire pelo nariz até o abdômen murchar completamente. Sinta que ao expirar o abdômen se contrai para dentro. Não force sua respiração, nem muito rápida, nem muito profunda, apenas observe seu ritmo. Experimente deixar sua expiração um pouco mais lenta que a inspiração! Faça o exercício de três a cinco minutos.

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