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Conselhos Úteis



Publicado em: 08/03/2016

Um conselho para quem busca economizar em tempos de aperto no orçamento é comprar objetos usados. Mas será que esse tipo de negócio vale a pena para qualquer item?

Os especialistas do site americano Brad´s Deals, que busca os melhores negócios online para clientes, afirmam que não. Eles defendem que o desgaste causado pelo uso pode comprometer a segurança de alguns objetos e até causar problemas de saúde ao usuário.

Veja a seguir quais tipos de itens usados você deve evitar para que o barato não saia caro:


1) Capacetes para bicicletas e motos

Assim como outros itens de segurança, como cadeirinhas de bebê, capacetes para motos e bicicletas são desenhados para suportar apenas uma batida. O acessório pode parecer quase novo, mas isso não significa que já não tenha suportado o impacto de um acidente.

Por isso, é melhor não arriscar. E não se engane: um pequeno traço de batida pode ser suficiente para fazer com que o capacete fique em pedaços durante um acidente, deixando o usuário desprotegido. É um risco que não vale a pena correr, mesmo que para isso seja preciso abrir mão de um belo desconto.

2) Colchões

Colchões usados podem ser um prato cheio para bactérias, pulgas e percevejos, o que torna a compra do objeto de segunda mão arriscada.

Isso porque todo colchão tem uma vida útil que varia entre cinco e dez anos. Ao longo do tempo, as substâncias antifungos e bactericidas perdem o efeito, o que torna o objeto mais suscetível a ataques.

Além disso, após alguns anos de uso, o material do colchão se desgasta e pode causar dores nas costas dos usuários.

Por fim, como o colchão tende a se moldar ao formato do corpo do usuário, o novo dono pode sentir incômodo apenas por ter um biotipo diferente do antigo proprietário. Nesse caso, o dinheiro economizado não compensa noites mal dormidas.

3) Pneus de carro

O desgaste ao longo do tempo altera a composição de segurança dos pneus e diminui a aderência da borracha ao solo, o que pode provocar perda de controle do carro e causar derrapagens.

Além disso, assim como no caso dos capacetes, é difícil verificar como os pneus foram usados anteriormente. Se o antigo dono costumava dirigir com excesso de velocidade, por exemplo, esse hábito pode ter provocado problemas internos no pneu, que são invisíveis a olho nu.

4) Eletrodomésticos

Eletrodomésticos em geral perdem a garantia tanto pelo desgaste do tempo quanto pelo mau uso.

Geralmente, a perda da garantia faz com que qualquer conserto possa sair muito caro, principalmente se envolver troca de peças originais.
Por isso, é melhor evitar a compra dessas peças de segunda mão, que podem dar dor de cabeça e causar prejuízos.

5) Software de computadores

Programas para computadores usados podem ser uma cilada porque eles costumam vir com um código de instalação que impede que sejam instalados em mais de uma máquina.

Antes de ser seduzido por grandes descontos, verifique se o programa é vendido com este código, geralmente inscrito em um pedaço de papel e incluído na caixa do produto.

6) Sapatos

A tendência é que, com o tempo, o sapato se molde aos pés de quem o usa. Ou seja, um sapato usado até pode servir, mas a probabilidade de que machuque o pé do novo dono durante o uso é alta.

Alguns tipos de sapatos, como os tênis de corrida, passam por esse processo mais rápido por conta do uso intensivo. Ou seja, podem ser seminovos, mas terão o mesmo problema de uso prolongado de outro tipo de sapato.

7) Panelas

Panelas de segunda mão podem até parecer novas, mas podem ter a segurança comprometida caso apresentem algum sinal de desgaste, ainda que pequeno.

Panelas arranhadas e com fundos descascados podem não ter a proteção necessária para evitar o contrato entre o metal e os alimentos, o que pode contaminá-los. Dependendo do tipo, o metal libera substâncias tóxicas que provocam doenças.

8) Laptops

Computadores são atualizados com frequência, o que faz com que o custo-benefício da compra de um item usado não seja atraente, já que aparelhos com mais memória e funcionalidades podem ser logo adquiridos no mercado por preços similares.

Além disso, máquinas usadas podem ter vírus que roubam dados do usuário. A falta de garantia em caso de problemas também pode fazer com que a compra não valha a pena.


Notícias da mídia Exercícios para fazer na cama ao acordar Quando o despertador toca de manhã sempre bate a preguiça de levantar da cama. Mais 10 minutos de soneca e você já está atrasada, não é? Ao longo do dia, o pescoço começa a doer, suas costas também e você já está na terceira xícara de café. Um jeito muito fácil de evitar todos esses problemas é manter uma pequena rotina de exercícios logo que você acorda. Respiração e alongamento ajudam a despertar e dar mais energia, sabia? "Estudos mostram que ao despertarmos pela manhã nossos músculos ficam 10% mais curtos e rígidos devido ao repouso prolongado da noite. O alongamento matinal é de grande importância, além de relaxar a musculatura e o corpo, previne dores que ao longo do dia podem ser sentidas", explica a fisioterapeuta e instrutora de pilates do Fit Body Pilates SPa&Estética, Mariana Novaes. São 6 exercícios bem simples que levam só 5 minutos: stretching 1. Deitada na cama retire seu travesseiro e alinhe bem sua coluna. Estique os braços e as pernas, de modo que seu corpo fique todo esticado. Entrelace suas mãos e estique-as para cima, fazendo uma tração na coluna. Repita esse movimento duas vezes por 20 segundos. 2. Deitada, dobre seus joelhos e leve em direção ao tronco, como se fosse abraçar as pernas. Mantenha por 20 segundos nessa posição e depois repita por mais uma vez. 3. Deitada, apoie seus pés na cama, flexione um pouco seu quadril e leve-o para o lado, deixando sua cabeça para o lado oposto do quadril. (Se levou o quadril para o lado direto, leve a cabeça para o lado esquerdo) Abra bem seus braços e relaxe. Faça dos dois lados, mantendo por 20 segundos na posição de alongamento e repetindo duas vezes. 4. Deitada, apoie os pés na cama unindo-os calcanhar com calcanhar e abra as pernas, fazendo a famosa posição da borboleta. Mantenha na postura de alongamento durante 20 segundos repetindo 2 vezes o movimento. 5. Sentada com o corpo ereto, pegue o braço direito e leve em direção a cabeça, puxando-a para o lado direito. Você irá sentir alongar a região do músculo trapézio e a região cervical do lado contralateral. Repita esse movimento por duas vezes mantendo por 20 segundos e repita no outro lado. 6. Todos os alongamentos devem ser associados a uma respiração lenta e profunda, inspirando o ar pelo nariz e expirando pela boca auxiliando o maior relaxamento muscular. A professora e proprietária da Personal Work, Adriane Lafemina explica como fazer o exercício: Deite com as pernas flexionadas, plantas dos pés na cama, mãos abaixo do umbigo e com a ponta dos dedos médios se tocando (se quiser junte os joelhos). Feche os olhos, inspire pelo nariz, sentindo o abdômen inchar: imagine um balão no abdômen, que se enche de ar na inspiração. Expire pelo nariz até o abdômen murchar completamente. Sinta que ao expirar o abdômen se contrai para dentro. Não force sua respiração, nem muito rápida, nem muito profunda, apenas observe seu ritmo. Experimente deixar sua expiração um pouco mais lenta que a inspiração! Faça o exercício de três a cinco minutos.

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