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Publicado em: 20/11/2012

Imagine a cena. Você está dirigindo, leva uma fechada no trânsito e logo esbraveja. Ou recebeu uma ligação do telemarketing da sua operadora de celular e soltou os cachorros em cima do atendente. Dias de fúrias, de vez em quando são normais. Porém, saiba que os descontroles frequentes podem desencadear males para a saúde. Além disso, em outros casos, esse lado mais irritadinho pode estar por trás de algumas doenças psiquiátricas mais graves, como a bipolaridade.

Segundo o psiquiatra e diretor regional da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP) Marcos Gebara, muitas vezes, esse lado "esquentadinho" das pessoas pode até não representar uma doença e sim a personalidade do indivíduo. "Nem todo mundo é doente. A maioria pode ser por um temperamento mais explosivo ou mais agressivo. É um traço personalógico e não quer dizer que as pessoas a princípio sejam doentes."

Quem possui essa personalidade mais explosiva, é menos paciente, e deve saber que esse estresse crônico vai provocar a médio e longo prazo consequências negativas no dia-a-dia. "Esse descontrole pode ocasionar desregulação do eixo hipotálamo hipófise adrenal, que vai produzir mais cortisol, conhecido como o hormônio do estresse. Isso pode causar atrofia cerebral e uma série de outras consequências, como ações deletérias no coração, problemas no sistema cardiovascular, como hipertensão, e no sistema endócrino, desencadeando diabetes, baixa imunidade e até depressão, pois o sujeito não aguenta essa sobrecarga por tanto tempo." – explica o especialista.

Porém, esse descontrole também pode ser resultado de outras doenças, como bipolaridade e o transtorno de personalidade do tipo borderline, que já nascem com a pessoa e que podem ser influenciadas para melhor ou pior dependendo do ambiente em que ela vive. Segundo Gebara, a bipolaridade, antigamente, era conhecida por uma depressão profunda com momentos de aceleração acentuada.

Mas, hoje, há pessoas de personalidade mais branda e que são bipolares. "A pessoa apresenta uma oscilação do humor, tanto para a alegria, quanto para a raiva, e são depressivas. Existe tratamento com remédios, os estabilizadores do humor. A pessoa toma o remédio para sempre e consegue conviver bem com a doença."

Há também outra patologia que envolve a agressividade, chamada transtorno de personalidade do tipo borderline. De acordo com o especialista, esse mal é mais comum em mulheres e tem por características um permanente temperamento explosivo, intolerância a frustração, reações emocionais descontroladas e desproporcionais. "A pessoa está bem, mas se é contrariada, tem uma reação exagerada. Há casos de quebrar tudo e até agredir." – completa o médico.

Caso esse descontrole seja motivado por alguma doença, a pessoa deve ir ao médico para tratá-la com remédios. Mas se for uma questão de temperamento, algumas atitudes que podem ajudar a melhorar o comportamento dos mais esquentadinhos. Veja a seguir:

1- Exercícios físicos. Eles produzem proteínas neurotróficas ou neurotrofinas, que protegem os neurônios, ajudam na formação de novas sinapses e no nascimento de novos neurônios. Isso pode criar novos circuitos neurais, que podem modificar o comportamento do indivíduo.

2- Meditação, ioga e Psicoterapias. Elas podem ajudar o paciente a mudar de comportamento, como um exercício
(Danielle Pingitore)




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