Poucos sabem, mas as fábricas de pneus sempre produzem, além de sua marca principal, outras consideradas de “segunda linha”. São marcas secundárias, não divulgadas, mas comercializadas normalmente no mercado. Se o vendedor oferece um pneu mais barato, de marca desconhecida, mas garante- e prova de algum jeito - que foi produzido por uma empresa famosa e internacional, pode acreditar nele, não se trata de picaretagem...
Como explicar estas marcas secundárias? É uma briga de preço das grandes empresas entre si ou delas contra as marcas de segundo escalão, contrabando, ou remoldados. E como fica a qualidade?
Se o lojista prova que a marca, apesar de desconhecida, é fabricada por uma empresa tradicional e conhecida como Firestone, Goodyear, Pirelli, Continental ou Michelin, não há motivo para receio. E dá para explicar o preço reduzido: primeiro porque não há despesa com propaganda, promoções ou ações de marketing. Há casos de fábricas conceituadas e tradicionais que fornecem pneus de “segunda linha”, com outra marca, para grandes redes de super mercados ou atacadistas.
Segundo: fábrica e lojas reduzem margens de lucro no esforço para “brigarem” na faixa inferior do mercado. Terceiro: a qualidade é a mesma mas a durabilidade pode ser reduzida: se o pneu da marca principal roda 50 mil km ou mais, o da secundária pode ficar pelos 40 mil km. Dentro da idéia de que “paga menos, leva menos”....
Mas o preço barato pode também representar perigo de qualidade e ameaçar a segurança veicular. Há pneus que comprovadamente entram como contrabando no Brasil. Marcas em geral asiáticas reprovadas pelas montadoras. Embora existam pneus japoneses, coreanos e chineses de excelente qualidade, vários aplicados em linhas de montagem de grandes fabricantes de automóveis, como Hankook, Khumo, Maxxis e outros.
Outro pneu de preço baixo mas de qualidade duvidosa é o remoldado. Ele é produzido sobre uma velha carcaça que pode ou não estar em bom estado. Podem também dois remoldados de mesma medida terem sido fabricados sobre carcaças que se destinavam, originalmente, a veículos completamente distintos: um projetado para um esportivo, outro adequado para uma peruinha de cachorro quente (ou “food-truck”).
Neste caso, a reação de ambos no momento de uma freiada ou curva apertada será completamente diferente. É aí que mora o perigo Notícias da mídia Exercícios para fazer na cama ao acordar
Quando o despertador toca de manhã sempre bate a preguiça de levantar da cama. Mais 10 minutos de soneca e você já está atrasada, não é? Ao longo do dia, o pescoço começa a doer, suas costas também e você já está na terceira xícara de café. Um jeito muito fácil de evitar todos esses problemas é manter uma pequena rotina de exercícios logo que você acorda. Respiração e alongamento ajudam a despertar e dar mais energia, sabia?
"Estudos mostram que ao despertarmos pela manhã nossos músculos ficam 10% mais curtos e rígidos devido ao repouso prolongado da noite. O alongamento matinal é de grande importância, além de relaxar a musculatura e o corpo, previne dores que ao longo do dia podem ser sentidas", explica a fisioterapeuta e instrutora de pilates do Fit Body Pilates SPa&Estética, Mariana Novaes. São 6 exercícios bem simples que levam só 5 minutos:
stretching
1. Deitada na cama retire seu travesseiro e alinhe bem sua coluna. Estique os braços e as pernas, de modo que seu corpo fique todo esticado. Entrelace suas mãos e estique-as para cima, fazendo uma tração na coluna. Repita esse movimento duas vezes por 20 segundos.
2. Deitada, dobre seus joelhos e leve em direção ao tronco, como se fosse abraçar as pernas. Mantenha por 20 segundos nessa posição e depois repita por mais uma vez.
3. Deitada, apoie seus pés na cama, flexione um pouco seu quadril e leve-o para o lado, deixando sua cabeça para o lado oposto do quadril. (Se levou o quadril para o lado direto, leve a cabeça para o lado esquerdo) Abra bem seus braços e relaxe. Faça dos dois lados, mantendo por 20 segundos na posição de alongamento e repetindo duas vezes.
4. Deitada, apoie os pés na cama unindo-os calcanhar com calcanhar e abra as pernas, fazendo a famosa posição da borboleta. Mantenha na postura de alongamento durante 20 segundos repetindo 2 vezes o movimento.
5. Sentada com o corpo ereto, pegue o braço direito e leve em direção a cabeça, puxando-a para o lado direito. Você irá sentir alongar a região do músculo trapézio e a região cervical do lado contralateral. Repita esse movimento por duas vezes mantendo por 20 segundos e repita no outro lado.
6. Todos os alongamentos devem ser associados a uma respiração lenta e profunda, inspirando o ar pelo nariz e expirando pela boca auxiliando o maior relaxamento muscular. A professora e proprietária da Personal Work, Adriane Lafemina explica como fazer o exercício:
Deite com as pernas flexionadas, plantas dos pés na cama, mãos abaixo do umbigo e com a ponta dos dedos médios se tocando (se quiser junte os joelhos). Feche os olhos, inspire pelo nariz, sentindo o abdômen inchar: imagine um balão no abdômen, que se enche de ar na inspiração. Expire pelo nariz até o abdômen murchar completamente. Sinta que ao expirar o abdômen se contrai para dentro.
Não force sua respiração, nem muito rápida, nem muito profunda, apenas observe seu ritmo. Experimente deixar sua expiração um pouco mais lenta que a inspiração! Faça o exercício de três a cinco minutos.