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Revista O Empresário / Número 150 · Janeiro de 2011



Apenas 16% dos 533 formados em Medicina que fizeram o último exame do Conselho Regional de Medicina de São Paulo (Cremesp) foram aprovados. Embora o desempenho na primeira fase tenha sido superior ao do ano passado (a aprovação passou de 4% para 57%), o índice de reprovação na segunda fase subiu de 4% para 68% - pior resultado desde a criação da prova. Além disso, a média geral em áreas básicas, como Clínica Médica e Obstetrícia, ficou abaixo da nota de corte (60%). Os resultados mostram que a maioria desconhece diagnóstico e tratamento de problemas comuns, como sífilis, tuberculose e doenças cardíacas.

O Cremesp os atribui à abertura indiscriminada de cursos e defende um exame nacional unificado e obrigatório, sem o qual o médico não obteria licença. “Ninguém é reprovado nas faculdades de Medicina. Mesmo quem não tem condições técnicas e humanas. ” Embora o presidente da Associação Paulista de Medicina, Jorge Curi, concorde com a necessidade da criação de uma avaliação, ele defende que ela ocorra ao longo de todo o curso. “Não dá para, depois de a família gastar uma fortuna, você simplesmente dar a notícia de que o estudante não pode ser médico. ”

DEFICIÊNCIA ESCOLAR

*Doenças infecciosas; 69% não souberam identificar sintomas de sífilis e indicar o tratamento adequado; 75% não demonstraram ter conhecimentos suficientes sobre a evolução da hanseníase.

*Doença cardiovascular; 85% não conseguiram diagnosticar um problema cardíaco por meio da descrição dos sintomas e da imagem de um eletrocardiograma.

*Obstetrícia; 74% não souberam nomear, nem com auxílio de imagens, três diferentes posições do feto no útero

*Trauma; 69% não conseguiram diagnosticar a rotura na aorta de uma hipotética vítima de um acidente automobilístico.

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