AECambuí
Associação Empresarial de Cambuí






QUEM SOMOS | SERVIÇOS | ASSOCIADOS | PROFISSIONAL AUTÔNOMO | EMERGÊNCIA CAMBUÍ | CONTATO
Ligue para AECambui » (35) 3431-2772
» Revista "O Empresário"
» Banco de Currículo
» Últimas Notícias
» Comportamento.
» Comunicação
» Conselhos Úteis
» Consultas Boa Vista Serviço - SCPC
» Finanças ao seu alcance
» Jurisprudência
» Momento Empresarial
» O que é Boa Vista SCPC?
» Serviços Prestados - AECAMBUÍ
» Vida saudável
» Turismo
» Fotos da Cidade
» Fotos dos Cursos
» Memória Viva


VOLTAR
Comportamento.



Publicado em: 25/04/2022

Nem sempre o medo vem acompanhado de todos os sintomas físicos que costumamos identificar instantaneamente. Por vezes, está escondido atrás de uma desculpa. Ou, até mesmo, arraigado em premissas que colocamos para nós mesmos. Aquilo que consideramos como verdade. Basta pensar em quantas vezes você declinou de alguma situação. Como todo ser humano, provavelmente, existiram diversas ocasiões. Quando não se candidatou para determinado cargo, não quis mudar de área ou não quis levar em frente uma ideia que parecia brilhante. Claro, pode ser mesmo que o novo cargo não fazia parte do seu plano de carreira, a área em que está é aquela que corresponde aos seus objetivos e a ideia acabou se desenvolvendo em algo diferente. Mas será?

Para cada não, pode haver um motivo obscuro por trás. Uma razão que nem sempre conseguimos compreender, pois o medo é algo que não quer ser descoberto. Ele usa fantasias bastante convincentes, como, por exemplo “não vou fazer um discurso, pois não gosto de falar em público”. Novamente, será que é não gostar? O medo, por meio dessas falsas verdades, traz consequências físicas e psicológicas, pode-se passar a desacreditar do próprio potencial ou se auto sabotar. Outro caso, para demonstrar o impacto em nossas vidas, diz respeito ao afastamento das pessoas. O medo de falhar ou não obter aprovação social é capaz de conduzir o sujeito para o isolamento.

Se é tão difícil identificar quando é medo ou quando é um “não” verdadeiro, o que se deve fazer? Segundo Shonda Rhimes, dizer sim. A roteirista, cineasta e produtora de televisão, lançou um livro autobiográfico com o título de “O ano em que disse sim”. É difícil imaginar que a mente por trás de sucessos como Grey’s Anatomy, Scandal e How to Get Away with Murder praticava a auto sabotagem, mas é o que acontecia. O clique que impulsionou sua mudança aconteceu de forma inusitada.
Em uma manhã de Ação de Graças, Rhimes estava conversando com a irmã e contando sobre os convites que tinha recebido. Até que é perguntada: “você vai fazer alguma dessas coisas? Você disse sim para algum?”. A resposta foi: “não, quer dizer, estou ocupada, não posso”. Depois de tentar argumentar, recebe mais uma indagação: “todas essas oportunidades aparecem e você não aproveita. Por quê?”. Aí, nesse momento, torna-se difícil responder, o máximo que consegue dizer é “não importa”. O xeque-mate acontece agora: “você nunca diz sim para nada”.

Não é no primeiro momento, mas a afirmação permanece rodopiando na cabeça: “você nunca diz sim para nada”. Até que começa a refletir que se tivessem perguntado sobre uma participação que fez em um determinado evento, no qual acabou sendo convocada para sentar com o presidente, ela teria dito que não. “Se tivessem perguntado, seria um não”. Mesmo ela sabendo que era um convite único e que seria algo inesquecível. Seria um “não”.

Diga sim para você mesmo
O que Shonda Rhimes fez pode servir de inspiração para todos, por mais que seja algo que exige um certo esforço. Ela decidiu que aquele seria o ano no qual diria sim. Se fosse convidada para ir em um programa de televisão? Sim. Fazer um discurso para milhares de estudantes? Sim. Adotar um estilo de vida saudável? Sim. Ter mais tempo com os filhos? Sim. Desde o âmbito profissional até o pessoal, sem deixar escapar nenhum canto que envolvesse ela mesma. É assustador, mas também esclarecedor. Nessa jornada de descobrimento e diversos “sim”, Rhimes concluiu que sua relação com a comida não era positiva, que ela conseguia falar em público sem problemas e, até mesmo, soube quem eram seus verdadeiros amigos.

Faça esse o seu ano do sim. Aceite desafios, participe de brainstormings, dê sua opinião, fale com a equipe, com os clientes e em público, faça viagens de trabalho e também de lazer. Pense em tudo que diria não e diga sim. Você não precisa mudar de emprego, mas começar a fazer diferente onde está. Foque nos seus objetivos pessoais, em mudar aquilo que o medo está travando. Diga sim.

Por: Janine Costa



notícias da mídia Notícias pesquisadas em jornais e sites.

AECambuí - Associação Empresarial de Cambuí
Agência WebSide