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Publicado em: 12/07/2019

Hoje, no Brasil, uma a cada quatro pessoas são subutilizadas no mercado de trabalho, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua divulgada em 28 de junho. Ou seja, um a cada quatro de nós está desempregado, trabalha menos do que poderia, não procurou emprego mas está disponível para trabalhar ou até procurou emprego mas não estava disponível para a vaga.

Lidar com esse tipo de notícia sempre é algo complicado e até assustador — tanto por criar uma noção da nossa realidade que não parece promissora quanto por não nos dar uma ideia mais palpável de como podemos mudar esse caminho. Afinal, esses últimos dados do IBGE que equivalem ao período de março, abril e maio deste ano, demonstram um aumento na subutilização da força de trabalho, ao mesmo tempo em relação ao trimestre anterior e ao mesmo período em 2018.

É uma alta recorde, segundo o Instituto, de uma série histórica que começou em 2012. São 28,5 milhões de brasileiros que poderiam estar trabalhando ou trabalhando mais mas a situação macroeconômica do país não permite. No entanto, é um fato que ainda há outras milhões de pessoas que trabalham no país e há quem precise contratar mais pessoas — seja para substituir alguém ou porque a empresa está em momento de expansão.

Por isso, além de uma melhora geral nos índices econômicos do país, é necessário que cuidemos do que está mais próximo da gente: nossas habilidades e a nossa apresentação nas entrevistas de emprego, por exemplo. A diretora da Febracis Campinas, Lilian Carmo, afirma que em um cenário com oferta maior de mão de obra, a vantagem fica com aqueles candidatos que sabem se diferenciar.

“Com um universo de candidatos muito grande, causado pela alta taxa de desemprego, conquistar uma posição é uma tarefa de inteligência competitiva. Se destacar vai além de um bom currículo, de uma apresentação polida e de competências técnicas avançadas, é preciso conhecer qual a percepção de valor da empresa e quais são suas expertises que têm sinergia com isso”, aponta a diretora.

Aprenda mais sobre como se destacar no mercado de trabalho

Quatro capacidades foram apontadas pela executiva como motivo de destaque dos candidatos durante os processos seletivos.

1. Engajamento

Querer muito a oportunidade e mostrar-se disponível. É neste contexto que o candidato evidencia sua proatividade e comprometimento com a vaga. Por meio do engajamento, a empresa nota aqueles candidatos que possuem sintonia com seus desafios. Neste item não dá para fingir o que busca e as motivações para essa vaga precisam ir além de questões financeiras e benefícios.

É um conjunto de fatores que fazem os olhos brilharem e isso é notável em um processo seletivo. Foque nos desafios, nos valores corporativos e nas possibilidades de performance neste cargo.


2. Vontade de aprender

Demonstrar vontade de aprender expõe inquietude e curiosidade positivas para quem pleiteia uma oportunidade. Por mais que a experiência e as qualificações técnicas sejam excelentes, cada empresa é única e utiliza processos próprios, logo, se dispor a conhecer essas particularidades é um atrativo poderoso.

Além disso, o mundo corporativo muda o tempo todo, assimila novas tecnologias, novos processos e aceita novas ideias, assumindo um perfil de constante aprendizado e valorizando esta característica na hora de contratar.

3. Flexibilidade

Ser flexível com mudanças e com pessoas é uma habilidade muito importante em um cenário de transformações constantes. É uma maneira de evidenciar a consciência de que o barco pode balançar e que, ao invés de pular, o candidato saberá amarrar as velas. É uma flexibilidade consciente sobre assumir novas responsabilidades, atuar em outras áreas e de receber uma remuneração menor que de profissionais mais seniores – especialmente em momentos de crise.

Assumir riscos e estar apto para cobrir um colega é uma excelente demonstração de flexibilidade, porém, tudo tem um limite. Explicitar desconforto para uma ou outra tarefa não é demérito e adiciona coerência durante a avaliação.

4. Compromisso

Assumir responsabilidades com a missão e com os valores da empresa é, talvez, a capacidade mais difícil de se demonstrar. Em suma, conhecer a empresa e a sua atuação no mercado é fundamental para analisar brechas que poderiam ser complementadas durante um estudo de caso. Hoje, com alta concorrência e economia bamba, vestir a camisa nunca foi tão importante para demonstrar segurança a quem contrata.

Demonstrar que possui indicadores pessoais para se auto avaliar é um ponto de destaque. Abordar a responsabilidade com recursos físicos e humanos também atrai os olhos de quem busca a famosa visão de dono.


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