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Publicado em: 11/07/2019

Quando pensamos em felicidade, tipicamente pensamos em coisas que nos trazem prazer imediato — uma refeição decadente, um livro favorito ou um dia relaxante na praia. Esses prazeres trazem, sim, felicidade, mas só temporariamente. Estudos recentes mostram que a felicidade verdadeira, ou a satisfação com a vida, funcionam um pouco diferente.

Em um estudo, o psicólogo da Universidade da Pensilvânia Martin Seligman, categorizou centenas de pessoas baseado em como elas buscam a felicidade:

A Vida Prazerosa: pessoas em busca da Vida Prazerosa buscam felicidade no prazer. Elas são boas em saborear o momento e em fazer o prazer delas durar. Essas pessoas são frequentemente descritas como “caçadores de emoções”.


A Vida Engajada:

pessoas que procuram a Vida Engajada buscam ser felizes ao empenhar-se em suas paixões. Elas se imergem tão profundamente no que amam que às vezes são tachadas de frias ou despreocupadas; mas para elas, o tempo parece voar quando elas estão vivendo um estado de engajamento total.

A Vida Significativa:

aqueles que estão à procura da Vida Significativa usam seus pontos fortes para trabalhar em algo em que acreditam fazer um bem maior. Esse bem macroscópico é o que os motiva profundamente.

Seligman descobriu que as pessoas que vivem uma Vida Prazerosa experienciam menos felicidade, enquanto as que buscam a Vida Significativa e a Engajada são mais felizes.

Por mais que a pesquisa de Seligman seja apenas um estudo, ele mostra que onde você foca a sua energia e atenção tem um grande impacto na felicidade alcançada. Aqueles que vão atrás da Vida Engajada e a Significativa têm algo em comum — eles são profundamente emotivos e utilizam seus pontos fortes para melhorar a si mesmos e ao mundo ao redor.

De fato, pessoas felizes são bem intencionadas. Se você quer seguir os passos delas, aprenda como incorporar os hábitos a seguir em seu repertório.

Crie sua própria felicidade (não se sente e fique esperando por ela)

Cada segundo que você gasta esperando pela felicidade, é um segundo que você poderia ter utilizado para criá-la. As pessoas mais felizes não são as mais sortudas, ricas, ou bonitas; as mais felizes são as que se esforçam para ser assim. Se você quer criar a própria felicidade, você tem que começar a fazer dela uma prioridade. A gente trabalha tanto para evitar que os outros fiquem para baixo, mas muitas vezes agimos assim às custas na nossa própria felicidade.

Cerque-se das pessoas certas

A felicidade é contagiante. Estar rodeado por pessoas felizes, constrói confiança e estimula a criatividade, além de que é divertido. Gente negativa ao nosso lado tem o efeito contrário — elas querem que a gente que se junte na “festa da tristeza” delas para que possam se sentir melhor sobre si mesmas. Pense assim: se alguém está fumando, você ficaria ali sentado a tarde inteira só inalando a fumaça?



Durma o suficiente

Eu tenho vivido essa aqui ao máximo e não consigo explicar o bastante o quanto o sono é importante para melhorar o humor, o foco e o auto-controle. Quando você dorme, seu cérebro literalmente recarrega, remove proteínas tóxicas que acumulam ao longo do dia, resultado da atividade neural regular. O que garante que você acorde alerta e de mente limpa. Sua energia, atenção e memória são reduzidas caso você não tenha uma boa noite de sono. A privação do sono também aumenta os níveis hormonais do estresse, mesmo quando não há um fator estressante presente. Pessoas felizes fazem do sono uma prioridade, pois ele as faz sentirem-se bem e sabem o quanto sentem-se mal após um sono péssimo.

Viva no presente
Você não pode alcançar totalmente o seu potencial até aprender a viver sua vida no agora. Nenhuma quantidade de culpa pode mudar o passado e não há ansiedade que mude o futuro. É impossível ser feliz se você está constantemente em outro lugar, incapaz de abraçar a realidade (boa ou ruim) neste exato momento. Para se ajudar a viver o agora, você deve fazer duas coisas: primeiro, aceite seu passado. Se você não fizer as pazes com o passado, ele nunca vai deixá-lo e, ao fazer isso, você criará o seu futuro. Segundo, aceite a incerteza do futuro. A preocupação não tem lugar no aqui e no agora. Como Mark Twain disse uma vez, “Preocupar-se é como pagar um débito que você não deve”.

Aprenda a se amar

A maioria de nós não tem problema em enaltecer as qualidades dos nossos amigos, mas pode ser difícil de enxergar as suas próprias. Aprenda a aceitar quem você é e se orgulhe dos seus pontos fortes. Estudos comprovam que praticar a auto-aceitação aumenta o número de escolhas saudáveis que você faz, aumenta a saúde mental e diminui sua tendência a procrastinar.

Goste do que você tem

Dedicar um tempo para contemplar aquilo pelo qual você é grato, não é apenas a coisa “certa” a se fazer. Isso também melhora o seu humor porque reduz o hormônio do stress, o cortisol, em 23%. Em uma pesquisa conduzida na Universidade da Califórnia, Davis descobriu que pessoas que trabalham diariamente para cultivar uma atitude de gratidão experienciaram um humor melhorado, além de um bem-estar físico e energético. É provável que níveis baixos de cortisol têm um papel importante nisso.

Exercite-se

Mexer seu corpo por cerca de 10 minutos libera o ácido gama-aminobutírico (Gaba), um neurotransmissor que faz seu cérebro sentir-se calmo e lhe mantém em controle dos seus impulsos. Pessoas felizes criam rotinas de exercícios e as seguem à risca porque sabem que elas têm uma grande importância na manutenção do humor.

Perdoe, mas não esqueça

Pessoas felizes vivem pelo lema “Me engane uma vez e se envergonhe; me engane duas vezes e me envergonharei”. Elas perdoam para evitar o rancor, mas nunca esquecem. As emoções negativas que afloram com o rancor são, na verdade, uma resposta ao estresse. Prender-se àquele estresse pode ter consequências devastadoras para a sua saúde e o seu humor, e pessoas felizes sabem que devem evitá-las a qualquer custo. No entanto, oferecer perdão não significa que elas vão dar outra chance ao malfeitor.

Quem é feliz não vai deixar de crescer por conta de atitudes negativas dos outros, por isso, rapidamente, deixam-os ir e são assertivos ao protegerem-se de danos futuros.

Aproxime-se dos seus sentimentos

Tentar reprimir suas emoções não só soa mal, realmente é ruim para você. Aprender a ser aberto sobre seus sentimentos diminui os níveis de estresse e melhora o seu humor. Há um estudo que até sugere uma relação entre o tempo que você vive e sua habilidade em controlar as emoções. Ele mostra que pessoas que viveram pelo menos até os 100 anos, expressavam suas emoções significativamente melhor do que uma pessoa média.

Concentre-se naquilo que você pode controlar

Melhor do que “morar” no que você não pode controlar, tente colocar mais esforço no que você pode. Tem uma longa jornada até o trabalho? Tente ouvir audiolivros. Se machucou correndo? Tente nadar. Mais frequentemente do que a gente pensa, nós tomamos as dores e nos prendemos a elas — quando não deveríamos. As pessoas felizes são felizes porque buscam melhorar com as suas falhas, o que não quer dizer que elas não falham.

Pense em crescer

O núcleo das atitudes se resumem em duas categorias: pensamento fixo ou ascendente. Com um pensamento fixo, você acredita em quem você é e você não pode mudar. O que cria problemas quando você é desafiado porque qualquer coisa que pareça mais do que você pode suportar, é provável que lhe faça sentir desesperançoso e sobrecarregado.

Quem pensa de forma ascendente acredita que pode melhorar com esforço. Isso os faz feliz porque eles são bons ao lidar com dificuldades. Eles também agem melhor do que aqueles com pensamento fixo porque veem os desafios como oportunidades de aprender algo novo.

Concluindo
Essas estratégias não vão apenas melhorar a sua felicidade; também vão lhe fazer uma pessoa melhor. Escolha aquelas que se parecem com você e divirta-se!

(Travis Bradberry)
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