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Publicado em: 08/06/2019

Há muito tempo atrás, em meados do século XVII para ser mais exato, Isaac Newton, um dos mais importantes cientistas da história, influenciado por outros brilhantes pensadores, como Aristóteles e Galileu Galilei, definiu em seu livro Princípios matemáticos da filosofia natural o que ele chamou de Lei da Inércia.

Resumidamente, Newton conceituou a Lei da Inércia da seguinte forma:

“Cada corpo vai permanecer em seu estado natural a não ser que uma força esteja atuando sobre ele”.

Dito em outras palavras, a inércia evita que um objeto em repouso se mova, ou, nas palavras de Newton, um corpo ou objeto parado, em razão de sua inércia, tende a permanecer do jeito que está.

Porém, e aqui quero chamar a sua atenção para a reflexão desse texto, uma vez iniciado o movimento, a tendência é que esse corpo se mantenha em movimento retilíneo e uniforme. Ou seja, uma vez que esse objeto começa a se mover, esse movimento faz com que ele continue se movendo.

Para facilitar a explicação desse papo meio maluco, vamos ao seguinte exemplo:

Imagine uma grande pedra no alto de um penhasco.

Agora veja, para que essa enorme pedra possa chegar até o final do penhasco, um grande esforço inicial visando movimentá-la seria necessário.

Se fossemos contar apenas com a força humana, precisaríamos provavelmente de uma dezena de homens para empurrá-la, ainda que eles utilizassem alguma espécie de alavanca.

Contudo, a partir do momento em que ela executasse o seu primeiro movimento, muito pouco, ou até mesmo nenhum esforço extra seria necessário para que ela chegasse ao seu destino final.

Isso aconteceria porque, conforme vimos anteriormente, o seu movimento inicial geraria outros movimentos, algo que facilitaria a sua descida em alta velocidade.

Dado a definição do conceito, vamos responder à pergunta que você provavelmente deve estar fazendo ao ter chegado até aqui: e o que isso tem a ver com a minha vida?

Se você reparar bem, irá perceber que esse princípio de inércia é perfeitamente aplicável em nossas carreiras e empresas.

Começando por nossas carreiras, sabemos que o esforço inicial que precisamos fazer para começar essa nossa escala rumo ao sucesso profissional quase sempre não condiz com a remuneração que achamos ser a mais justa.

Nessa etapa da vida, trabalhar muito e ganhar pouco é uma realidade para a maioria das pessoas.

Já no lado empresarial, a probabilidade que uma grande inovação aconteça, daquelas que mudam os patamares do mercado que a empresa está inserida, sem que um histórico de pequenas inovações tenha acontecido antes, é algo muito pouco provável.

O tão desejado momento Eureka! até pode parecer factível nos filmes de Hollywood, mas na vida real, raros são, se é que existe algum, os felizardos (pessoas e empresas) que viram milionários de um dia para o outro.

No final das contas, o que a física quis nos dizer é que o esforço inicial para fazer com que as coisas “entrem em movimento”, é bem mais difícil do que fazer com que elas continuem o movimento.

O segredo para uma melhoria contínua, é, portanto, começar a se movimentar.

(Diego Andreasi)
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