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Publicado em: 05/06/2019

A rede de beleza Sephora, pertencente ao grupo LVMH, anunciou que fechará nesta quarta-feira, 5, todas as suas lojas dos Estados Unidos (são mais de 400), além de seus centros de distribuição e escritórios corporativos, para realizar um curso de formação sobre diversidade para seus funcionários, um movimento que ocorre após um caso de racismo envolvendo a cantora de rhythm and blues SZA.


A artista afro-americana, indicada a vários prêmios Grammy em 2017, denunciou através de sua conta no Twitter, com 2,6 milhões de seguidores, que uma funcionária da loja Sephora em Calabasas (Califórnia) chamou o segurança para comprovar que ela não estava roubando nada. A Sandy, da loja Sephora no [shopping center] Calabasas [loja] 614, chamou o segurança para assegurar que eu não estava roubando.

Tivemos uma longa conversa. Tenha um bom dia Sandy", escreveu SZA em 1º de maio, o que um mês depois levou a Sephora a decidir fechar a empresa por um dia para instruir seus funcionários e evitar novos incidentes racistas no futuro.

Os diretores e porta-vozes da Sephora e LVMH não quiseram responder sobre os motivos do treinamento a seus funcionários, que a empresa descreveu como "oficinas de inclusão".

A Sephora respondeu a SZA, também via Twitter, logo depois da postagem original. "Você é parte da família Sephora, e estamos comprometidos para assegurar que cada membro de nossa comunidade se sinta bem-vindo e incluído em nossas lojas", disse a companhia.

SZA trabalhou em uma loja da Sephora no passado. Em seu site, a empresa anunciou a formação da seguinte forma: "Nunca deixaremos de construir uma comunidade onde a diversidade seja esperada, a liberdade de expressão seja honrada, todos sejam bem-vindos e você seja incluído".

Depois do tuíte de SZA, as buscas pela Sephora no Google subiram, e muitos usuários da rede criticaram a empresa de cosméticos pelo incidente.

O fechamento das lojas ocorre um ano depois de outra companhia, a norte-americana Starbucks, fechar suas 8.000 lojas nos EUA por um dia para um treinamento antirracista, depois de um incidente em uma de suas cafeterias em Filadélfia, cujo gerente chamou a polícia para deter dois homens negros que simplesmente estavam esperando um amigo para tomar um café.

A rede de beleza Sephora, pertencente ao grupo LVMH, anunciou que fechará nesta quarta-feira, 5, todas as suas lojas dos Estados Unidos (são mais de 400), além de seus centros de distribuição e escritórios corporativos, para realizar um curso de formação sobre diversidade para seus funcionários, um movimento que ocorre após um caso de racismo envolvendo a cantora de rhythm and blues SZA.

A artista afro-americana, indicada a vários prêmios Grammy em 2017, denunciou através de sua conta no Twitter, com 2,6 milhões de seguidores, que uma funcionária da loja Sephora em Calabasas (Califórnia) chamou o segurança para comprovar que ela não estava roubando nada. "LMAO [‘me cagando de rir’].

A Sandy, da loja Sephora no [shopping center] Calabasas [loja] 614, chamou o segurança para assegurar que eu não estava roubando. Tivemos uma longa conversa.

Tenha um bom dia Sandy", escreveu SZA em 1º de maio, o que um mês depois levou a Sephora a decidir fechar a empresa por um dia para instruir seus funcionários e evitar novos incidentes racistas no futuro.

Os diretores e porta-vozes da Sephora e LVMH não quiseram responder sobre os motivos do treinamento a seus funcionários, que a empresa descreveu como "oficinas de inclusão".

A Sephora respondeu a SZA, também via Twitter, logo depois da postagem original. "Você é parte da família Sephora, e estamos comprometidos para assegurar que cada membro de nossa comunidade se sinta bem-vindo e incluído em nossas lojas", disse a companhia. SZA trabalhou em uma loja da Sephora no passado. Em seu site, a empresa anunciou a formação da seguinte forma: "Nunca deixaremos de construir uma comunidade onde a diversidade seja esperada, a liberdade de expressão seja honrada, todos sejam bem-vindos e você seja incluído".

Depois do tuíte de SZA, as buscas pela Sephora no Google subiram, e muitos usuários da rede criticaram a empresa de cosméticos pelo incidente. O fechamento das lojas ocorre um ano depois de outra companhia, a norte-americana Starbucks, fechar suas 8.000 lojas nos EUA por um dia para um treinamento antirracista, depois de um incidente em uma de suas cafeterias em Filadélfia, cujo gerente chamou a polícia para deter dois homens negros que simplesmente estavam esperando um amigo para tomar um café.
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