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Publicado em: 04/05/2019

Se você está doente, mas se sente pressionado a ir ao escritório, saiba que não está sozinho.

Trabalhar quando não se está bem física ou psicologicamente é uma atitude chamada de presenteísmo — e está se tornando cada vez mais comum em todo o mundo.

Cerca de 83% dos profissionais vivenciaram esse problema nos últimos 12 meses, de acordo com pesquisa de saúde e bem-estar profissional realizada pelo Chartered Institute of Personnel and Development (CIPD) do Reino Unido. Em 2010, esse índice era de 24%.

Além disso, o número de dias em que funcionários britânicos estiveram em licença médica caiu para 5,9 por profissional ao ano. Quase dois terços dos funcionários revelaram ao instituto terem trabalhado durante as férias ou quando estavam de licença médica.

Presença prejudicial

Um quarto dos funcionários disseram acreditar que o presenteísmo está piorando. O instituto alerta que ir ao trabalho doente traz mais prejuízos ao profissional e à empresa do que faltar. E adverte: o bem-estar dos funcionários precisa ser levado a sério pelos líderes.

Estimativas apontam que o presenteísmo custa US$ 226 bilhões às empresas norte-americanas por ano. No Japão, o custo da baixa produtividade pela indisposição do funcionário é US$ 3.055 por funcionário ao ano.

No Reino Unido, a "ineficiência do trabalho" por problemas de saúde mental custa US$ 790 por pessoa ao ano — o dobro da despesa por absenteísmo.

Apesar de os dados serem alarmantes, pouco menos de um terço das empresas pesquisadas fez algo para reverter a situação. Apenas 30% das companhias tentaram investigar os motivos do presenteísmo.

Na pesquisa do CIPD, apenas um terço dos profissionais disse acreditar que seus líderes encorajavam o bem-estar mental por meio de ações e comportamentos, enquanto mais de dois quintos afirmaram que o estilo de gestão era a real causa do estresse.

"Os empregadores podem aplicar um conjunto de políticas exemplares de bem-estar e fazer um investimento sério na saúde dos funcionários, mas se a atitude deles não estiver enraizada na gestão da equipe, não haverá impacto real", alerta o CIPD.

Mau exemplo

Pesquisa do Instituto de Estudos do Trabalho do Reino Unido descobriu que a cultura empresarial é uma das principais causas do presenteísmo. Os funcionários que sabem que a sua ausência gera mais serviço aos colegas têm maior probabilidade de trabalhar quando estão doentes.

Os gerentes que dão mau exemplo trabalhando quando não estão bem também encorajam um comportamento similar em suas equipes. Trabalhar doente também é comum em empresas que passam por uma reestruturação, principalmente quando os líderes consideram a presença física um sinal de comprometimento.

Políticas elaboradas para reduzir o absenteísmo podem resultar em mais doenças no local de trabalho e menor produtividade. A redução de benefícios faz com que funcionários que faltariam irem ao escritório.

Segundo a seguradora Vitality, a queda de produtividade por problemas de saúde está custando mais de US$ 100 bilhões por ano à economia britânica — montante que poderia ser reduzido com investimento em programas de saúde e bem-estar para os funcionários.


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