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Publicado em: 24/12/2018

Com a chegada do fim ano, é hora fechar as contas, passar a régua e fazer uma restrospectiva dos erros e acertos. No campo profissional, esse exercício é mais do que bem-vindo, já que nos permite traçar as primeiras diretrizes para o ano que se inicia.

Na hora de fazer seu planos profissionais para o próximo ano, será essencial entender o contexto atual e saber para onde o mercado está encaminhando. Algumas mudanças já estão em processo e irão afetar diretamente a maneira como trabalhamos, aprendemos e nos relacionamos.

1. As habilidades sociais se tornarão um diferencial

As habilidades técnicas têm sido o fator decisivo na contratação nos últimos anos, mas essa tendência deve começar a mudar já no ano que vem. Com a inteligência artificial ​​e a automação cada vez mais inseridas no dia a dia das empresas, os funcionários estarão cada vez mais focados em trabalhos que só os humanos podem fazer: pensar com criatividade, julgar, ser empático.

A capacidade de adaptação será uma das habilidades mais valorizadas nos próximos anos, já que a capacidade de aprender e se adaptar será mais importante do que qualquer outra habilidade. As empresas, bem como os sistemas educacionais, também deverão se ajustar à essa nova realidade.

2. Prepare-se para a economia gig

Não é nenhum segredo que a economia gig está crescendo. Essa tendência baseia-se em contratos por projeto, gerando empregos sem local fixo e sem uma estrutura hierárquica de comando clássica.

Você pode ter visto os efeitos em seu próprio local de trabalho. Funcionários fixos se desmotivam rapidamente e a probabilidade de deixarem sua empresa em menos de 5 anos é maior do que a probabilidade de passarem muito tempo com você.

Pensando nisso, cada vez mais empresas têm investido em freelancers ou consultores por projeto, o que acaba afastando o fantasma de desmotivação e reduzindo gastos. Principalmente em indústrias digitais, onde o volume de trabalho pode variar de projeto a projeto, os contratos temporários – e no sistema freelance/home office - são quase a regra.

Lucas Coppi, coordenador do REVIEWBOX (site recém-chegado ao país e que conta com Guias de Compra para os mais variados tipos de produtos), conta que 100% da equipe brasileira é formada por freelancers. “Essa é uma tendência não só no ReviewBox ou no Brasil, mas no mundo inteiro. Cada vez menos teremos escritórios ‘comuns’, como conhecemos hoje, e isso será visto cada vez mais a partir de 2019.”

3. A inclusão toma a dianteira quando o tema é diversidade

2018 foi o ano em que as empresas começaram a analisar a diversidade - ou a falta dela - no ambiente de trabalho. Pesquisas mostraram que equipes diversificadas têm melhor desempenho, são mais inovadoras e tomam melhores decisões.

Por outro lado, as pessoas cada vez mais buscam trabalhar em empresas diversificadas. Por isso, a representatividade também é uma estratégia de contratação e retenção. Para que isso funcione, no entanto, a diversidade tem que ser combinada com a inclusão, ou seja, diferentes gêneros, etnias e crenças trabalhando e aprendendo juntos.

Também vamos passar a escutar mais o termo ageísmo (do inglês, "ageism"). À medida que a população envelhece e os trabalhadores já não podem contar somente com a aposentadoria, as empresas perceberão que os funcionários mais velhos têm muitas habilidades e conhecimentos relevantes e, sim, podem continuar a crescer profissionalmente também.

4. Recrutadores terão mais tempo para encontrar os melhores candidatos

Recrutar candidatos não é um processo simples, especialmente para as funções mais requisitadas que podem atrair centenas de pessoas. É por isso que a tecnologia de automação será cada vez mais utilizada por profissionais de recursos humanos. Sem a ajuda dessas ferramentas orientadas por IA, os recrutadores teriam que dedicar, aproximadamente, um terço de suas semanas de trabalho à busca manual de candidatos.

Utilizando plataformas de recrutamento automatizadas, a localização das pessoas mais adequadas para vagas em aberto torna-se um processo mais eficiente. Além disso, isso significa que os recrutadores terão mais tempo em suas agendas para reuniões presenciais.

5. Seus clientes serão tão poderosos quanto sua diretoria

Vivemos em uma economia de serviços, onde os clientes estão no epicentro desse modelo de negócios. Jeff Bezos, presidente e CEO da Amazon, cunhou o termo “cliente divinamente descontente” para descrever o cliente que nunca se sente satisfeito com o nível do serviço que está recebendo, não importa o quão bom ele seja.

Isso faz com as empresas se desdobrem para sempre oferecerem um serviço melhor que o da última compra. Considerar o seu cliente nas decisões da sua empresa será quase que obrigatório em 2019.


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