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Publicado em: 25/11/2018

"Pressão dos chefes, necessidade de bater metas e a grande quantidade de coisas para fazer podem deixar o ambiente de trabalho estressante. Isso impacta negativamente a saúde e o equilíbrio emocional dos profissionais e prejudica a eficiência de todos.

Os modelos de gestão ultrapassados que algumas empresas insistem em manter também criam um clima de insatisfação geral no mundo corporativo, segundo  Susanne Andrade, especialista em desenvolvimento humano e autora do best-seller “O Poder da Simplicidade no Mundo Ágil”.

Ela dá dicas de como deixar a ansiedade de lado e tornar o ambiente profissional mais agradável e satisfatório.

1. Não trabalhar no modo mecânico

Muitas pessoas escolhem uma carreira pensando apenas no desejo de familiares e amigos, ou no dinheiro, ou na quantidade de vagas no mercado de trabalho. Isso faz com que o trabalho perca seu propósito. Quanto mais percebem que não gostam da área, mais infelizes ficam.

Estes profissionais entram no “piloto automático” e, para eles, trabalho se torna exclusivamente um meio de ganhar dinheiro. “A escolha de sua carreira deve levar em consideração suas habilidades, sonhos e tudo aquilo que desperta brilho nos seus olhos. Caso contrário, o cansaço, a falta de energia e a ansiedade tomarão conta não só do lado profissional, mas da vida como um todo”

2. Definir um propósito de vida

É importante definir um propósito na vida e na carreira, isso permite levar as coisas de forma mais leve e tranquila. Cultivar a leveza na seriedade. Segundo a especialista, “a leveza deve ser pautada pelo propósito de cada um. O problema é que alguns deixam o propósito de lado e outros nem sequer sabem identificá-lo”.

Por exemplo, na área de tecnologia muitos profissionais assumem o caminho de gestão, enquanto o que querem mesmo é se tornar especialistas e aprofundar o conhecimento em tecnologias específicas. Quando fazem a escolha errada, a vida perde o propósito e o ambiente de trabalho começa a pesar.

3. Parar de competir de forma destrutiva

O modelo de gestão por conflito ainda está presente em muitas das empresas tradicionais. Especialistas o consideram o grande responsável pela causa de apatia e ansiedade. Neste caso, a competitividade destrutiva entre profissionais ou áreas é considerada o “caminho para os resultados”.

Para Susanne , “a competitividade desenfreada é diferente de competição. A palavra competição remete a algo positivo e construtivo.”

Segundo ela, em organizações mais tradicionais, o custo para trazer resultados e lucros é a destruição das pessoas no meio do caminho. “Este tipo de gestão não funciona mais. Os profissionais estão mudando, buscando mais qualidade e leveza em suas vidas”, diz.

4. Não acreditar no “eu mando, você obedece”

Outro modo de liderança ultrapassado que não atende mais à nova realidade do mercado é o tipo “comando e controle”. “As pessoas mudaram e o ritmo de trabalho também precisa se modificar”, avalia .

Gritar com os funcionários e ordenar que eles sejam de um jeito ou de outro não é mais válido. “A motivação para a mudança e o desenvolvimento de novas habilidades têm que vir de dentro. Para isso, a liderança precisa mudar o estilo, passar de comando e controle para uma liderança servidora, que inspire”.

5. Acreditar que a mudança está dentro de cada um

É comum que os funcionários se queixem da situação em que vivem mas não façam nada para mudá-la. Para a especialista, devemos mudar nossa mentalidade para que seja possível conquistar o que desejamos.

“Claro que nem tudo depende de nós, mas é preciso compreender também que há sempre um passo que podemos dar, nem que seja, em última instância, mudar de empresa.”"


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