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Publicado em: 20/10/2018

O boleto bancário é um dos meios de pagamento mais utilizados pelos brasileiros por ser prático, simples e acessível para todos.

Mas, ao contrário do que se imagina, ele não é o método mais seguro para fazer compras online. Segundo a Konduto, empresa brasileira especializada em análise de fraudes, existem práticas criminosas muito comuns envolvendo boletos bancários, e que podem prejudicar tanto o consumidor como o lojista.

O cartão de crédito é a maneira mais segura para o consumidor comprar na Internet, ainda de acordo com a Konduto.

Enquanto o cliente pode solicitar à operadora de cartão o estorno de cobranças indevidas em sua fatura, o boleto não oferece essa garantia. Os golpes alteram o boleto bancário e desviam o pagamento e é muito difícil reaver o dinheiro. Para te ajudar a se prevenir contra fraudes, o TechTudo preparou uma lista com os três golpes mais comuns em boletos bancários na Internet.

1. Vírus do boleto

Um vírus instalado no computador pode alterar os dados digitáveis do boleto bancário. Chamado de Bolware, é usado por criminosos para adulterar a conta recebedora e o valor original do boleto emitido na Internet. Quando o consumidor realiza o pagamento o boleto fraudado, a quantia é transferida para a conta do golpista ou de terceiros.

No final, a loja não recebe o valor referente à compra, e o consumidor, que acredita ter realizado o pagamento corretamente, não recebe o produto.

Para evitar ser vítima do bolware, instale um antivírus atualizado no computador. Antes de pagar, verifique também se o boleto é falso. Os seus dados e os do lojista devem estar preenchidos de maneira correta no documento. O vírus pode afetar o código do banco e o espaçamento do código de barras — que não podem ser lidos automaticamente.

2. Golpe do vendedor falso

Neste golpe, um suposto vendedor anuncia um produto falso em lojas online. Quando o consumidor inicia o processo de compra, o fraudador tenta direcionar a conversa para o e-mail, WhatsApp ou outro bate-papo com a promessa de um desconto tentador. A vítima é induzida a pagar o boleto falso, o dinheiro é direcionado à conta do criminoso e o produto nunca é entregue.

A situação é complicada, pois como o consumidor optou por realizar a compra em outro ambiente, fora do sistema “seguro” da plataforma, a loja virtual não é obrigada a se responsabilizar pela fraude.

Para evitar ser vítima do vendedor falso, é importante concluir o pagamento dentro da plataforma de compra. Os sites de marketplace, em sua maioria, oferecem sistemas de proteção para compra com direito a estorno, como PagSeguro e MercadoPago, caso ocorram problemas no pagamento ou no envio dos produtos. Se o vendedor insistir em uma forma alternativa de pagamento, desconfie.

3. Sequestro de estoque

Os consumidores não são as únicas vítimas de fraudes na Internet. Este golpe ocorre quando um comércio eletrônico tenta lesar um de seus concorrentes usando o sistema de pagamento do boleto bancário.

O lojista desleal compra uma grande quantidade de produtos que estão em promoção na loja do competidor, e os produtos ficam reservados até a data de vencimento do boleto. Isso impossibilita os clientes de adquirir os itens em questão. Os boletos nunca serão pagos, fazendo com que as compras eventualmente sejam canceladas.

O lojista sai lesado da situação, pois não venderá seus produtos em promoção. Enquanto isso, o concorrente que realizou o sequestro de estoque aproveita para vender os mesmos itens para clientes reais. Para não levar prejuízos, os comerciantes devem usar sistemas antifraude para identificar compras suspeitas ou limitar a quantidade de produtos por comprador.


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